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Cachorro com câncer tem crânio reconstruído por impressora 3D

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A cadela Patches, de 9 anos,  da raça dachshund foi submetida a um tratamento inovador que usou uma peça impressa em 3D para reconstruir parte do crânio. Patches tinha um tumor na cabeça que crescia rápido e ameaçava o cérebro e o olho.

 

Ao divulgar o caso, nesta semana, a Universidade de Guelph (Canadá) afirmou que o procedimento sinaliza um avanço na pesquisa do câncer. A cirurgia foi realizada pela veterinária Michelle Oblak, da Faculdade de Veterinária de Ontário, que estuda o uso desses tipos de próteses em animais.

Durante a cirurgia, que aconteceu em março na Faculdade de Medicina Veterinária de Cornell (EUA), os profissionais removeram o tumor e aplicaram um implante que se encaixava direitinho no local, como uma peça de quebra-cabeça.

Para isso, os veterinários fizeram um planejamento antecipado da operação que consistia em mapear a localização e o tamanho do tumor e, com moldes 3D da cabeça do animal, fazer uma espécie de cirurgia virtual. Assim, foi possível saber qual seria a área afetada pela remoção do tumor antes mesmo de entrar no centro cirúrgico.

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Determinadas as dimensões da parte do crânio que seria precisaria substituir, que foi cerca de 70%, foi criada uma prótese de titânio em 3D sob medida para Patches. Segundo a universidade, a medida evitou que o molde fosse feito na sala de cirurgia, reduzindo o tempo do paciente sob anestesia e consequentes possíveis riscos. “Ela estava dormindo por cerca de cinco horas e, cerca de meia hora após a cirurgia, Patches estava alerta e olhando em volta. Foi incrível ”, disse a veterinária.
 


camera_enhance Michelle Oblak veterinária que realizou a cirurgia de Patches (Crédito: Divulgação/Universidade de Guelph)


Tribuna Online

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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