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Agora você pode colocar o Twitter em ordem cronológica

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E se eu te dissesse que sua linha do tempo do Twitter não precisa ser preenchida com tuítes de três dias atrás selecionados por algoritmos? Na verdade, tem sido assim há algum tempo — o Twitter disponibilizou uma linha do tempo cronológica em setembro. Mas, agora, a rede social está tirando a opção escondida permanente de escolher como sua linha do tempo é exibida e a substituindo por um botão de estrelas na página inicial.

Entre os principais pedidos de mudanças no Twitter está o de que ele devolva a linha do tempo da maneira como seus fundadores desejavam: tuítes mais recentes no topo. Isso significa que, quando alguém que eu sigo tuíta, esse post deve aparecer no meu feed, e, quando a próxima pessoa que eu sigo tuíta, essa deve ser a próxima coisa que aparece na minha linha do tempo.

O Twitter, no entanto, seguiu as pegadas do Facebook e gradualmente adotou tuítes mais antigos que você pode ter perdido e tuítes populares que você pode gostar. O mundo das redes sociais aceita como palavra sagrada que o feed baseado em algoritmos é a melhor maneira de aumentar o engajamento, mas o valor chave do Twitter é que ele nos diz o que está acontecendo neste exato momento.

Em setembro, o Twitter colocou o poder de retomar o controle da linha do tempo nas mãos dos usuários. É verdade que as mudanças que tínhamos que fazer nas configurações não eram exatamente o processo mais intuitivo, e muitas pessoas podem não ter ouvido falar da existência da opção. E é por isso que a atualização do Twitter para dispositivos móveis anunciada nesta terça-feira, 18, é, pelo menos em parte, uma mudança bem-vinda.

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Com a atualização, os usuários verão o “botão de estrelas” no canto direito superior da página inicial do aplicativo. Clicando nele, a linha do tempo irá alternar entre algoritmo e tuítes mais recentes primeiro. Você ainda estará vendo primeiro a linha do tempo misturada e feita por algoritmos, mas pode obter o feed antigo diretamente com o clique de um botão.

Infelizmente, tem também uma desvantagem nisso tudo.

É isso mesmo, a opção definitiva de sempre deixar os tuítes mais recentes aparecendo primeiro não existe mais dentro das configurações. Evidentemente, é ótimo que o Twitter esteja colocando uma opção destacada para alternar entre os dois modos, o que fará com que muito mais pessoas aproveitem a possibilidade de mexer na linha do tempo. Mas, para aqueles que já estavam livre do feed composto por algoritmos desde setembro, é uma droga perder essa opção única que não exigia ser ativada o tempo todo.

Além disso, o Twitter tem agora mais algoritmos para você. Conforme você usa o recurso, ele vai prestar atenção em qual linha do tempo você prefere e, gradativamente, irá mostrar sua experiência favorita por mais tempo. Em outras palavras, você terá a linha do tempo do algoritmo inicialmente e, se gostar mais da opção linear, irá vê-la por períodos mais longos antes que ela volte para a opção que o Twitter realmente quer.

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Dá para entender o argumento de Coleman de que “as pessoas às vezes se perguntam como os algoritmos afetam o que veem nos aplicativos que usam”, e essa mudança, que torna a alternância mais clara, é muito bem-vinda. Ele não está errado, e nós adoramos ter opções, principalmente se uma delas inclui colocar o Twitter em ordem cronológica.

Essa é uma daquelas mudanças que você não pode evitar, mas não se engane: o Twitter está entregando uma ilusão de liberdade. E está aproveitando uma oportunidade de fazer mais testes com cobaias mais do que felizes em contribuir: nós. Talvez se pessoas o bastante mudarem constantemente para a boa e velha linha do tempo cronológica, o Twitter enfim entenda. Isso seria muito anti-Twitter, mas coisas mais estranhas já aconteceram.

Gizmodo

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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