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190 Caminhos da Cidadania: inscrições abertas para formação de professores

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Professores de qualquer disciplina podem participar da formação / Foto: Lucas S. Costa

A exposição 190 Caminhos da Cidadania vai oferecer uma formação para professores com foco na história política do Espírito Santo a partir do acervo de fotos, documentos e artes da Assembleia Legislativa (Ales). A inscrição é on-line e gratuita.

No momento, quatro grupos estão disponíveis para agendamento exclusivo de professores. Interessados poderão agendar para o dia 24 ou 25 de junho, na parte da manhã (início às 9 horas) ou na parte da tarde (início às 14 horas). Os professores receberão certificados.

Durante a formação, os profissionais farão o circuito da exposição com a mediação da artista e arte-educadora Mara Perpétuo e um momento posterior de debate. “Essa experiência de receber os professores está sendo muito boa. Nós já recebemos dois grupos e, posteriormente, eles agendaram a visita com seus alunos. É interessante porque o professor já consegue fazer um trabalho prévio com os alunos, antes da exposição. E dentro do perfil de cada turma e da disciplina do professor, as possibilidades de trabalhos educativos são enormes”, contou Mara.

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Embora a atividade seja indicada para os últimos anos do ensino fundamental e para o ensino médio, professores de qualquer ano podem participar da formação e de qualquer disciplina. “Estamos recebendo professores de Artes e de História, porém a exposição possibilita diálogo com as mais variadas disciplinas. É possível fazer um trabalho muito legal a partir da geografia, por exemplo, por que a exposição traz muito material sobre o Espírito Santo que possibilita esse diálogo”, disse a mediadora, incentivando a participação de profissionais de outras áreas do conhecimento.

“A formação também permite isso: que o professor conheça previamente a exposição e pense nessa articulação, trocando experiência também com outros profissionais da educação”, finalizou.

Material didático

Dentro da perspectiva educativa, a exposição conta com um material didático pensado para impulsionar as temáticas da mostra com os estudantes. O material é composto por cards, cada um representando uma palavra: memória, legado, democracia, liberdade, transparência, futuro, diversidade e cidadania. O material traz também proposições para sala de aula e referências na literatura, música e artes visuais para uma proposta de trabalhos interdisciplinares.

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“Queremos que a exposição renda outros trabalhos para além da visita. Nossa proposta é justamente dialogar com os professores e incentivá-los a trabalhar esses temas com os jovens”, disse Mara.

190 Caminhos da Cidadania

A exposição 190 Caminhos da Cidadania é fruto de pesquisa realizada por meio de convênio entre a Ales e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Reúne fotos, documentos e mobiliários antigos, bem como pinturas do acervo do Legislativo e obras contemporâneas, entre outros. A mostra, que ocupa uma área de 700 m² no pilotis da Ales, foi viabilizada graças a recursos captados por meio da Lei Federal de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Rouanet) e conta com patrocínio da Vale, Grupo Autoglass, ArcelorMittal, Banestes, Itaú e Bandes.

Formação de Professores

Dia 24/06 (quarta-feira)
Grupo 1: 09h às 11h
Grupo 2: 14h às 16h
Dia 25/06 (quinta-feira)
Grupo 3: 09h às 11h
Grupo 4: 14h às 16h

Clique aqui para inscrição gratuita

Fonte: POLÍTICA ES

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Evento na Ales celebra 9 anos da Academia de Letras Jurídicas do ES

A comemoração dos nove anos de criação da Academia de Letras Jurídicas do Espírito Santo (Acalejes) reuniu dezenas de representantes de instituições semelhantes, autoridades e convidados na Assembleia Legislativa (Ales), na noite de quinta-feira (18). A instituição é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, e tem como ideal a valorização do Direito como ciência, da palavra como instrumento de conhecimento e da cultura jurídica como patrimônio da sociedade, conforme consta nos documentos de criação.

No discurso de abertura, a presidente Margareth Gonçalves Pederzini falou sobre o trabalho realizado pela instituição. “É preciso fomentar o interesse dos acadêmicos e da sociedade em geral pelas letras jurídicas, para que possa ajudar a criar um arcabouço teórico e até prático, embasando as doutrinas literárias, para ajudar na criação de futuras jurisprudências. Nós também fazemos os debates com a sociedade, para que ela possa dizer quais são as dificuldades , assim, a gente possa ajudar o Legislativo a propor novas leis”.

A Acalejes promove atendimento voluntário e gratuito nas áreas jurídica e social. “Embora seja academia de letras jurídicas, também temos membros do meio social, como psicólogos e assistentes sociais, o que nos permite prestar um serviço de qualidade para a sociedade. Fazemos parcerias com outras academias de letras do Brasil inteiro e também com órgãos e instituições do meio jurídico”, explicou a presidente.

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A juíza de Direito Patrícia Faroni, de Vila Velha, fez parte da mesa organizadora do evento e reforçou o caráter social da Instituição. Para ela, a celebração é um forma de comemorar também a resistência, a sabedoria e a cultura. “A Acalejes cumpre um papel importante, de nos lembrar que o Direito não é apenas lei, é também cultura, saber. E isso a Academia deixa eternizar”.

Patrícia Faroni solicitou a doação de livros que serão entregues nos presídios. Conforme disse, a leitura de livros, além de ajudar a diminuir a pena, tem um valor ainda maior. “Esses livros, às vezes, tocam profundamente a vida das pessoas. É isso que a cultura traz em nossas vidas”. Os exemplares podem ser entregues no Fórum da Vara da Infância e Juventude, em Vila Velha, no bairro Boa Vista II.

O deputado Coronel Weliton (DC) participou do evento. Ele agradeceu a parceria com a Acalejes e reforçou o convite para que a instituição continue propondo. “Chegam para nós diversos projetos de lei, que apresentamos, e não temos vaidade nenhuma de informar quem solicitou”. O deputado relacionou três leis, sugeridas por pessoas presentes. Duas que conferem a entidades o título de Utilidade Pública.

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A Lei 11.958/2023, referente à Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores, foi sugerida por Clério Borges, fundador da instituição e atual primeiro-secretário da Acaleje. Já a Lei 10976/2019, proposta do presidente Horácio Santos, concede à Academia de Letras de Vila Velha título semelhante. A Lei 12.827/2026, que assegura atendimento prioritário a pais e mães de crianças atípicas, foi sugerida pela professora, pedagoga e psicopedagoga Cristiana Ana Lima.

Durante o evento, foram homenageados acadêmicos da Acalejes, personalidades e representantes de outras academias de letras e de outras instituições.

Fonte: POLÍTICA ES

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