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18 aplicativos que utilizadores Android devem remover já

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Se a sua confiança na loja de aplicações oficial do Android já era pouca, devido às últimas notícias que revelaram a quantidade de aplicações maliciosas existentes, então provavelmente essa confiança vai diminuir mais.

Lukas Stefanko, investigador da ESET, revelou agora a existência de 18 apps de segurança que nada fazem! Se tem alguma destas apps instaladas, remova-as já.

De acordo com o investigador da ESET, são 18 os fake Antivírus que estão disponíveis na Google Play Store. Segundo o que foi revelado, estas apps já foram instaladas mais de 790 mil vezes só que, na prática, não garantem nenhum segurança ao sistema.

O nome dos fake Antivírus consta na seguinte imagem:

 


camera_enhance (Crédito: Divulgação)


Se já instalou alguma destas apps deve proceder urgentemente à sua remoção. Para tal, basta ir as Definições>Gestor de aplicações, selecionar a app/jogo e remover.

Se é utilizador Android, mais uma vez alertamos para o facto de instalarem apps “sem reputação” mesmo que estas estejam disponíveis na loja de aplicações oficial da Google.

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Antes de instalarem uma app aparentemente desconhecida, pesquisem sobre a mesma e especialmente sobre a empresa ou programador responsável. Como já afirmamos, a Google tem aqui um grave problema que terá de resolver com a maior brevidade para garantir a credibilidade do seu serviço a este nível e do próprio sistema operativo Android.

Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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