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Zuckerberg aposta futuro do Facebook em vídeo e Instagram

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O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, está apostando o futuro da empresa em vídeos e publicações que desaparecem, chamadas “stories”, e não em seu famoso feed de notícias. Os investidores estão acatando por enquanto, e as ações registraram a maior alta em seis meses.

Os produtos mais novos podem gerar menos dinheiro e desviar a atenção do usuário do fluxo principal de fotos, comentários e anúncios lucrativos na rede social, alertou Zuckerberg. Os profissionais de marketing ainda não estão totalmente à vontade com os novos formatos, e 2019 será mais um ano de investimento significativo, acrescentou ele em uma teleconferência com analistas na terça-feira, 30.

Ainda assim, o CEO disse que a oportunidade será maior do que a do feed de notícias com o tempo. O diretor financeiro da empresa, David Wehner, também apaziguou a preocupação com os custos no ano que vem, e os resultados trimestrais da companhia sugeriram que seus negócios estão indo bem apesar dos escândalos e violações de privacidade.

As ações do Facebook chegaram a subir 6,4 por cento nesta quarta-feira, o maior ganho em um dia desde abril, para US$ 155,56. No início deste ano, a companhia afirmou que as taxas de crescimento de receita cairiam no terceiro e no quarto trimestres, o que derrubou as ações. Isso reduziu as expectativas em relação aos resultados de terça-feira, 30.

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A principal rede social da empresa quase chegou ao ponto de saturação em termos de crescimento, especialmente nos EUA e na Europa. E, em geral, os novos usuários do Facebook moram em mercados publicitários menos lucrativos. Por isso, a empresa está investindo pesado em projetos mais experimentais.

O crescimento futuro da receita dependerá da capacidade do Facebook de canalizar o interesse dos anunciantes a novas propagandas em serviços de mensagens e pontos de marketing integrados a um modo popular de compartilhamento chamado “stories”, especialmente no Instagram. Nesses formatos, os usuários publicam vídeos sobre seu dia que desaparecem em 24 horas. Os usuários veem anúncios entre esses vídeos.

“Eu quero ser franco, mesmo pressupondo que cheguemos onde queremos chegar… vai levar algum tempo e o crescimento de nossa receita pode ficar mais lento durante esse período”, disse Zuckerberg.

Facebook Watch e Instagram TV, os dois serviços de vídeo da empresa, estão bem atrás do YouTube, do Google, em termos de tamanho, disse Zuckerberg. O formato “stories” é popular no Instagram e no WhatsApp, mas está apenas começando a conquistar adeptos na rede social principal. Anúncios adequados são difíceis de fazer, acrescentou ele. Ainda assim, Zuckerberg acha que este é o modo como os usuários vão compartilhar informações no futuro.

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Os resultados deram a Zuckerberg mais tempo para apostar nas novas iniciativas.

Exame

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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