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YouTube muda estratégia e público poderá ver séries da plataforma de graça
O YouTube decidiu acabar com o serviço de pagamento por produções premium. A partir do ano que vem, as séries originais da rede social estarão disponíveis para quem quiser assistir. Como nada é 100% de graça, os episódios terão anúncios. A plataforma também mudará seu conteúdo e dará prioridade a reality shows em detrimentos de programas roteirizados. Em nota, o YouTube justica a alteração para fazer com que as produções atinjam mais pessoas. Em outras palavras, a adesão ao serviço Premium foi aquém do esperado. No Brasil, ele só chegou em setembro, com a salgada mensalidade de R$ 20,90, mais caro do que o Globoplay, a plataforma de streaming da Globo.
Uma vez que o público se acostuma com algo de graça, é difícil convencê-lo a pagar um boleto todo mês. E a oferta, principalmente de séries de qualidade, é pequena. Estão disponíveis por lá a divertida Cobra Kai, continuação da franquia de lmes Karatê Kid, e a cção cientíca Origin, com astros de Harry Potter. São atrações que caberiam em outras plataformas de peso da indústria americana
O foco em realities faz sentido porque são os produtos de maior audiência feitos pelo YouTube, como os projetos comandados pela cantora Katy Perry e pelo ator Will Smith. Segundo um representante do site, produzir mais conteúdo desse tipo visa “alcançar a Geração YouTube.”
Dito isso, chama a atenção o abandono do YouTube na aquisição de novas séries. De acordo com o site Deadline, a rede social não irá encomendar novos projetos, e vai se concentrar nos que já estão em andamento, com cinco boas apostas. A publicação diz que há séries originais programadas para irem ao ar até 2020.
O YouTube investiu pesado nos últimos anos no segmento de séries e contratou Susanne Daniels, executiva renomada com passagens por NBC, ABC e Fox, para cuidar de todas as atrações roteirizadas sob a bandeira da plataforma.
Notícias da TV
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A Era Digital: avanços, transformações e desafios
Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.
A importância da Era Digital
A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.
Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.
Os malefícios e riscos
No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.
As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.
O equilíbrio como caminho
A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.
Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.
Fonte: Wanderson Rubim da Silva
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