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WhatsApp pode liberar novo tipo de mensagem

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camera_enhance Exemplos de adesivos no WhatsApp; alguns pacotes também estão no Facebook Messenger. (Crédito: reprodução)

A guerra entre os aplicativos de mensagem parece que ainda está longe do fim. Um dos recursos mais populares do Telegram está prestes a chegar no WhatsApp. Em versões beta do mensageiro, comprado pelo Facebook, foi descoberto a possibilidade de adicionar adesivos nas mensagens. O recurso foi encontrado pelo site WABetaInfo, conhecido por vazar novas funções de apps famosos, e revelado esta semana.
Os stickers nativos para WhatsApp apareceram em duas variantes de testes do aplicativo para Android: a 2.18.19 e a 2.18.21. Por enquanto, ainda não há informações sobre a função no iOS e nem quando ela deverá ser liberada para todos os usuários.
Os adesivos enviados por mensagens no WhatsApp estão em fase de testes, pelo menos, desde dezembro e são uma demanda antiga dos usuários. Hoje é possível enviar stickers, mas é preciso fazer algumas gambiarras, como usar o Gboard, o app de teclado do Google. Como revelado nas versões de teste, o recurso deverá virar nativo do aplicativo.
A função vai funcionar semelhante aos stickers do Messenger, sendo necessário fazer o download dos pacotes de adesivos. Ao todo são sete pacotes, incluindo o Meep, Fox, Dragon Clan e The Defenders, presentes na rede social de Mark Zuckerberg. Mas também há pacotes novos como Unchi e Rollie, Zanimaux e Baach.

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Reorganização

Além dos adesivos, um ajuste bastante útil deve chegar ao grupos do WhatsApp. Os administradores, que ficam espalhados na lista de membros, serão agrupados e aparecerão primeiro. Será mais fácil achar um responsável pelo grupo.

 

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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