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Senado recebe iluminação no fim de semana pelo Dia Internacional da Mulher

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Neste sábado (7) e domingo (8), a cúpula e o Anexo 1 do Senado serão iluminados de roxo em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado anualmente em 8 de março. A solicitação é da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), procuradora da Mulher, com apoio da senadora Leila Barros (PDT-DF), líder da Bancada Feminina.

A criação do Dia Internacional da Mulher costuma ser atribuída a um incêndio em uma fábrica têxtil ocorrido em 1911, em Nova York, quando cerca de 130 operárias morreram. Mas, apesar de o fato ter marcado a história, as movimentações femininas que culminaram na criação da data começaram muito antes do incêndio, segundo a historiadora Ana Izabel Gonzalez, no livro As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres. Vários estudos registram protestos de mulheres, principalmente da classe operária, por melhores condições de trabalho, desde o século 19, em países da Europa e nos Estados Unidos.

Segundo a socióloga e professora da USP Eva BlayA a criação de uma data para celebrar o Dia Internacional da Mulher, partiu da líder comunista alemã Clara Zetkin, em 1910, durante um Congresso Internacional de Mulheres Socialistas.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Daniella Ribeiro pede que eleitor avalie candidatos e reflita para votar

A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (13), criticou a polarização no país e defendeu que a população avalie com atenção as propostas e a atuação dos candidatos. Para a parlamentar, as divergências não devem impedir o diálogo nem comprometer a análise sobre os rumos do país.

— Que possamos sair da polarização que tanto fez mal e tem feito ao nosso país. Que pensemos com esse espírito crítico, esse espírito de cidadão e de cidadã. Político de estimação ninguém merece — afirmou.

Daniella também explicou a decisão de não disputar a reeleição ao Senado. A senadora disse que optou por apoiar a candidatura do filho, Lucas Ribeiro (PP), reeleito governador da Paraíba no primeiro turno das eleições de outubro. Lucas assumiu o cargo em abril deste ano, após a renúncia de João Azevêdo (PSB), que deixou o governo para disputar uma vaga no Senado. A parlamentar encerra o mandato em fevereiro de 2027.

— Muitos escolheriam que o filho ficasse sentado na cadeira e fosse para uma eleição tranquila, mas a Paraíba estava vivendo um momento extraordinário. E isso não sou eu quem está dizendo, são números, são institutos de pesquisa que mostram, não só no orçamento, na questão fiscal, no desenvolvimento. E aí eu tive que fazer uma escolha: ou a Daniella estar aqui no Senado, com tantos programas bons e projetos, ou o Lucas seguir e ir para essa eleição, e eu me retirei do processo eleitoral — declarou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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