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Propostas debatidas na 9ª Conferência Estadual de Saúde são votadas para a etapa nacional

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Nesse sábado (01) ocorreu a plenária final para a votação das propostas que foram debatidas e analisadas nos grupos de trabalho durante quatro dias da 9ª Conferência Estadual de Saúde e Etapa Estadual da 16ª Conferência Nacional de Saúde, com o tema “Democracia e Saúde: Saúde como Direito, Consolidação dos Princípios do SUS e Financiamento adequado e suficiente para o SUS”. O evento foi realizado no Sesc de Guarapari entre os dias 29 de maio a 01 de junho. 

“A Etapa Estadual da 16ª Conferência Nacional de Saúde recebeu do governo Casagrande, inclusive com sua presença na abertura solene do evento, todo apoio necessário para garantir uma escuta qualificada do Controle Social, propostas oriundas do debate entre usuários, trabalhadores, prestadores e gestores”, informou o Secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes. 

No total, 108 propostas foram debatidas e priorizadas por profissionais de saúde, gestores, prestadores e sociedade civil organizada sobre temas relacionados ao acesso aos serviços de média e alta complexidade, direito ao acesso e acessibilidade, transporte dos pacientes, prontuário eletrônico, capacitação de profissionais com o curso de LIBRAS, fortalecimento dos Conselhos de Saúde, acesso e ampliação da lista de medicamentos presentes na relação municipal, estadual e nacional (Remume, Rememe e Rename), fortalecimento e ampliação das Estratégias de Saúde da Família, assistência em saúde à diversidade sexual e também questões relacionadas à luta pela efetiva implementação da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, financiamento garantido na LDO, LOA e PPA, concurso público pelo RJU e carreira pública de Estado, além da fiscalização do uso de agrotóxicos, adequação dos serviços para atendimento em Saúde Mental desde a Atenção Básica até a Regulação e a universalização do SAMU 192. 

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A prioridade da 9ª Conferência Estadual de Saúde foi a votação do consolidado das propostas estaduais e nacionais debatidas e priorizadas nas quatro regiões do Estado nos dias 3, 9,15 e 21 de maio oriundas da Etapa Municipal realizada por 77 municípios. Ao final dos debates, as delegadas e os delegados presentes priorizaram 20 propostas de âmbito nacional para a próxima fase, que será realizada de 4 a 7 de agosto de 2019. As propostas aprovadas de âmbito estadual servirão para a subsídio do nosso PPA. 

As informações dessa etapa seguirão para a 16ª Conferência Nacional de Saúde, por meio do Sisconferência, sistema desenvolvido pelo DataSUS para dar apoio as conferências de saúde em todo país. 

Além do secretário de Estado, estiveram presentes os subsecretários de Saúde, Tadeu Marino, Quelen Silva, Rafael Grossi e Fabiano Ribeiro. Também os conselheiros estaduais de saúde (CES) eleitos, superintendentes regionais de saúde e os movimentos sociais.

Etapa Nacional

A 16ª Conferência Nacional de Saúde, também chamada de “8ª +8” será o maior evento de participação do Controle Social no Brasil. Organizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e realizada pelo Ministério da Saúde, a conferência vai reunir milhares de pessoas de todo o país, em Brasília, de 4 a 7 de agosto de 2019, para traçar de forma democrática as diretrizes para as políticas públicas de saúde no País. Os eixos temáticos são: Saúde como direito, Consolidação dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e Financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). 

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Os participantes eleitos nesta etapa obedeceram a uma série de regras regimentais e regulamentares, garantindo a diversidade da população brasileira. Além da sociedade em geral, a Conferência Nacional deve contar com participação de conselheiros, representantes de movimentos sociais e entidades brasileiras urbanas ou rurais. 

Para a presidente do CES/ES, Maria Maruza Carlesso, “o Conselho Estadual de Saúde do Espírito Santo conseguiu acompanhar todas as conferências municipais e cumpriu com louvor seu papel, pois as 20 propostas priorizadas no Estado são qualificadas e o relatório final enviado para a relatoria da 16ª Conferência Nacional de Saúde deve gerar subsídios para que o Conselho Nacional de Saúde e Governo Federal elaborem o Plano Plurianual 2020-2023 e o Plano Nacional de Saúde”.

Assessoria/Sesa

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Reforma de interiores: detalhes que fazem a diferença no resultado

Foto: Divulgação

Uma reforma de interiores raramente é definida apenas pela troca do piso, pela nova cor da parede ou pela escolha do mobiliário. O que realmente eleva a percepção de cuidado e qualidade são os elementos que costuram o ambiente, criam continuidade visual e tornam o uso diário mais confortável. São esses acabamentos que fazem um espaço parecer planejado, coerente e bem resolvido.

Em projetos residenciais e comerciais, pequenos componentes interferem diretamente na estética, na manutenção e até na durabilidade das superfícies. Quando esses pontos são pensados desde o início, a reforma tende a ganhar fluidez, menos improvisos e um resultado final mais valorizado. A seguir, estão alguns itens que merecem atenção especial nesse processo.

1. Rodapés bem proporcionados e elegantes

O rodapé tem função prática e visual. Ele protege a base da parede contra impactos, ajuda a disfarçar pequenas irregularidades e cria uma transição mais limpa entre piso e alvenaria. Quando a altura, a espessura e o acabamento são proporcionais ao pé-direito e ao estilo do ambiente, o espaço transmite mais equilíbrio.

Em ambientes contemporâneos, linhas retas e superfícies lisas costumam reforçar a sensação de organização. Já em propostas mais clássicas, perfis mais marcados podem contribuir para a linguagem decorativa. Além da aparência, vale observar a compatibilidade com o tipo de piso e com a rotina de limpeza do espaço.

Em obras com cronograma apertado, soluções de aplicação simplificada costumam ganhar espaço. Nesse contexto, o rodapé autocolante aparece como alternativa interessante para reformas sem quebra-quebra, ajustes em imóveis alugados e modernizações pontuais de quartos, salas e escritórios. Esse tipo de acabamento tende a reduzir etapas da instalação e pode colaborar para uma obra mais limpa.

2. Perfis de transição entre ambientes

A passagem de um revestimento para outro merece atenção técnica. Perfis de transição ajudam a compensar pequenas diferenças de nível, protegem as bordas do piso e evitam que o encontro entre materiais distintos pareça improvisado. Esse cuidado costuma ser decisivo em reformas que integram sala, corredor, escritório ou áreas de circulação intensa.

Quando a transição é mal resolvida, o resultado visual perde continuidade e a manutenção pode se tornar mais difícil. Em projetos com reforma rápida, esse item também contribui para um acabamento mais seguro, especialmente quando há combinação entre pisos com composições e espessuras diferentes.

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3. Guarnições e acabamentos de portas

Portas e passagens funcionam como molduras dentro do projeto. Guarnições bem escolhidas reforçam a leitura estética do ambiente e evitam que a reforma pareça incompleta. Quando há coerência entre rodapés, vistas de porta e demais acabamentos lineares, o interior ganha unidade.

Além do aspecto visual, esse item ajuda a arrematar encontros entre parede e batente, cobrindo folgas e pequenas imperfeições. Em reformas de atualização, trocar apenas esses elementos já pode alterar significativamente a sensação de acabamento, mesmo sem mudanças estruturais amplas.

4. Soleiras e arremates de passagem

Soleiras continuam relevantes em muitos projetos, especialmente em áreas de mudança de uso, como a transição entre ambientes secos e úmidos. Elas ajudam a organizar visualmente a passagem, protegem bordas e podem contribuir para uma separação mais funcional entre superfícies.

A escolha do material, da espessura e da cor interfere diretamente no resultado. Quando a soleira contrasta em excesso sem intenção estética clara, o ambiente pode parecer fragmentado. Quando dialoga com o piso e com os demais acabamentos, a passagem se torna mais natural e elegante.

5. Revestimentos compatíveis com a rotina

Um interior bonito precisa funcionar bem no cotidiano. Por isso, a escolha do revestimento deve considerar circulação, incidência de umidade, conforto térmico, conforto acústico e facilidade de limpeza. Pisos vinílicos e laminados, por exemplo, costumam ser lembrados justamente por atenderem a diferentes perfis de uso com instalação mais prática do que sistemas tradicionais.

Em apartamentos, consultórios, salas comerciais e dormitórios, esse critério pesa ainda mais. Um material visualmente atraente, mas pouco compatível com a rotina do espaço, tende a gerar desgaste precoce ou manutenção trabalhosa. O acabamento ideal é aquele que combina desempenho técnico com linguagem decorativa coerente.

6. Pintura com recortes precisos

Mesmo quando não é o foco principal da reforma, a pintura influencia a leitura de todo o ambiente. Recortes bem feitos junto ao teto, ao rodapé, às guarnições e aos pontos de marcenaria comunicam capricho. Já pequenas falhas nessas áreas costumam chamar atenção e enfraquecer a percepção de qualidade final.

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A cor também interfere na valorização dos acabamentos. Tons claros ampliam a leitura de limpeza e destacam linhas arquitetônicas. Tons mais fechados podem criar aconchego, desde que conversem com o piso, com a iluminação e com o volume do espaço. O importante é que a pintura funcione como integração, não como elemento isolado.

7. Iluminação que valoriza superfícies

A iluminação muda completamente a forma como pisos, texturas e acabamentos são percebidos. Um revestimento de boa qualidade pode perder presença quando a luz cria sombras duras, reflexos excessivos ou áreas escuras mal resolvidas. Por outro lado, um projeto simples pode ganhar sofisticação quando a luz destaca corretamente volumes e materiais.

Luz geral, pontos de destaque e temperatura de cor precisam conversar com a proposta do ambiente. Em espaços de permanência prolongada, conforto visual importa tanto quanto estética. Por isso, a iluminação deve ser tratada como parte do acabamento e não apenas como etapa final de instalação.

8. Planejamento dos encontros e emendas

Muitas reformas ficam visualmente comprometidas não pelos materiais escolhidos, mas pela falta de planejamento dos encontros. Emendas desalinhadas, recortes mal distribuídos e paginações improvisadas prejudicam a leitura do conjunto. Esse problema aparece com frequência em pisos, rodapés, painéis e revestimentos de parede.

Quando a paginação é estudada antes da execução, o espaço ganha continuidade e menos desperdício. Esse cuidado também favorece a durabilidade, porque reduz pontos frágeis e improvisos técnicos. Em outras palavras, o bom resultado não depende apenas do produto, mas da forma como cada peça se relaciona com a outra.

Uma reforma de interiores se destaca quando os detalhes deixam de ser secundários. São esses itens, muitas vezes discretos, que dão acabamento, conforto e valor real ao ambiente.

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