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Prodest inicia licitação para compra de equipamentos para acesso à internet pelos órgãos estaduais

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O Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espírito Santo (Prodest) abriu processo licitatório para a compra de roteadores de borda. Os objetivos são melhorar o acesso à internet dos órgãos estaduais, que utilizam o Data Center do Estado (sediado na autarquia, em Vitória), e contar com um serviço de manutenção e suporte dos equipamentos.

A contratação também é necessária para o Prodest manter uma série de serviços prestados aos órgãos estaduais com alto nível de disponibilidade, como correio eletrônico e acesso a sistemas nas áreas de gestão escolar, arrecadação de impostos e controle de leitos.

O uso dos roteadores de borda também é fundamental para o bom funcionamento dos serviços on-line do Departamento Estadual de Trânsito (Detran|ES), do Portal de Compras do Governo do Estado e de sites dos órgãos estaduais.

“É um investimento necessário para os nossos serviços continuarem com alto padrão de qualidade. Temos como meta oferecer os melhores recursos de TI para nossos clientes prestarem um atendimento mais rápido e eficiente ao cidadão”, completou o presidente do Prodest, Tasso Lugon. 

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Licitação

A licitação é na modalidade pregão eletrônico, tipo menor preço. As propostas devem ser encaminhadas por meio do Sistema Integrado de Gestão Administrativa (Siga), disponível no site www.compras.es.gov.br.

Na ferramenta, será feita a abertura das propostas, no dia 27 deste mês, às 14 horas. Dúvidas sobre o processo licitatório podem ser enviadas para o e-mail [email protected].

 

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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