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Maio Amarelo 2019 faz história em São Gabriel

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O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Pensando nisso, o jornal Hoje Notícias, Portal ES1.com.br, 3ª Companhia do 2º Batalhão da Polícia Militar e Agentes de Trânsito se uniram para realizar uma série de ações em São Gabriel da Palha e Vila Valério.

Foram realizadas seis palestras em escolas municipais e estaduais e três Blitz Educativas nos municípios participantes. As ações contaram com a participação do Capitão Cleiton Brito, comandante da 3ª CIA do 2º BPM, Oliveira Custódio Filho, Agente de Trânsito, Tenente Lima, Superintendente de Trânsito de São Gabriel, Fernando.

• PARTICIPAÇÃO

– Mais 1,2 mil alunos da rede municipal e estadual de São Gabriel da Palha e Vila Valério participaram das palestras sobre Maio Amarelo;

– 3 mil panfletos foram distribuídos durante toda a ação nas duas cidades;

– Mais de 27 profissionais (Hoje Notícias, ES1, Polícia Militar e Agentes de Trânsito) participaram da organização e realização das atividades.

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• PALESTRAS

Nas palestras foram abordados pontos importantes sobre segurança no trânsito, tais como: regras de circulação, respeito às leis de trânsito e atenção para a sinalização.

– Ilda Ferreira da Fonseca Martins: A escola foi contemplada com duas palestras (21 e 22 de maio), ambas ministradas pelo subtenente da Polícia Militar, Wenderson Mação Pereira.

– EMEF Viva Kaio Fredy Dare Grigoleto: A escola foi contemplada com uma palestra (27 de maio), ministrada pelo subtenente da Polícia Militar, Wenderson Mação Pereira.

– Ceemti São Gabriel da Palha (Escola Viva): A escola foi contemplada com uma palestra (29 de maio), ministrada pelo Agente de Trânsito, Oliveira Custódio Filho.

– Irmã Adelaide Bertocchi (Polivalente): A escola foi contemplada com duas palestras no dia (30 de maio), ambas ministradas Agente de Trânsito, Oliveira Custódio Filho.

• BLITZ EDUCATIVA

São Gabriel da Palha e Vila Valério receberam três Blitz Educativas (16 e 28 de maio), a ação foi realizada em conjunto (Hoje Notícias, Portal ES1.com.br, Polícia Militar e Agentes de Trânsito). Carros e motos foram parados e os condutores conscientizados acerca dos meios de segurança a serem tomados para um trânsito mais seguro. No dia 31 de maio foi realizada uma blitz de encerramento da campanha na cidade, de forma simultânea duas equipes se concentraram em frente ao Banco do Brasil e em frente a Praça Aurélio Bastianello, onde abordaram condutores de motocicletas, conscientizando sobre a importância da segurança no trânsito, mais de 300 motos e motonetas foram abordadas durante as horas de ação, o Detran também participou da ação. Foram distribuídos panfletos e brindes. 

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camera_enhance Blitz Educativa realizada em São Gabriel (Crédito: Editora Hoje)



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camera_enhance Blitz Educativa realizada em Vila Valério (Crédito: Editora Hoje)



camera_enhance Blitz Educativa realizada em São Gabriel da Palha (31 de Maio) (Crédito: Editora Hoje)



camera_enhance Blitz Educativa realizada em São Gabriel da Palha (31 de Maio) (Crédito: Editora Hoje)



camera_enhance Ilda Ferreira da Fonseca Martins (Vespertino) (Crédito: Editora Hoje)



camera_enhance Ilda Ferreira da Fonseca Martins (Matutino) (Crédito: Editora Hoje)



camera_enhance EMEF Viva Kaio Fredy Dare Grigoleto (Crédito: Palestra C 2)



camera_enhance Escola Viva São Gabriel da Palha (Crédito: Editora Hoje)



camera_enhance Irmã Adelaide Bertocchi (Matutino) (Crédito: Editora Hoje)



camera_enhance Irmã Adelaide Bertocchi (Vespertino) (Crédito: Editora Hoje)


Editora Hoje

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Colheita passa da metade, mas chuva atrasa máquinas e aumenta risco de perdas

A colheita do milho safrinha entrou na segunda metade no Brasil, puxada pelo avanço das máquinas em Mato Grosso. O ritmo nacional, entretanto, continua abaixo do registrado no ano passado, enquanto chuvas e elevada umidade dos grãos dificultam os trabalhos no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

O último levantamento consolidado da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostrava 49,8% da área colhida até 18 de julho, ante 55,5% no mesmo período de 2025 e uma média de 56,7% nos últimos cinco anos. Dados estaduais divulgados posteriormente indicam que o País já ultrapassou a metade da área, embora ainda não exista um novo percentual nacional consolidado.

A segunda safra concentra aproximadamente 77% de todo o milho produzido no Brasil. A Conab estima uma colheita de 109,43 milhões de toneladas, dentro de uma produção total de 141,7 milhões de toneladas, considerando também as safras de verão e a terceira safra.

Mato Grosso está mais próximo de concluir os trabalhos. Até sexta-feira (24), os produtores haviam retirado o cereal de 90,66% da área, avanço de 11,74 pontos percentuais em uma semana. O índice supera ligeiramente os 90,37% observados no mesmo período do ano passado, mas permanece abaixo da média de 92,68% dos últimos cinco anos.

No Médio-Norte mato-grossense, principal polo produtor do cereal, a colheita chegou a 98,03%. Mantido o ritmo atual e sem novas interrupções climáticas, o Estado deverá encerrar a maior parte dos trabalhos entre o fim de julho e o início de agosto.

Mato Grosso deve colher um recorde de 57,06 milhões de toneladas, mais da metade de todo o milho segunda safra previsto pela Conab para o Brasil. A produtividade estadual foi estimada em 128,64 sacas por hectare, resultado favorecido pelo desempenho das lavouras do Médio-Norte.

A situação é diferente no Paraná. A colheita havia alcançado 29% da área no início da última semana, ante 40% no mesmo período de 2025 e 67% em 2024. Além do plantio mais tardio, as chuvas recentes impediram a entrada das máquinas em várias propriedades e mantiveram elevada a umidade dos grãos.

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O Paraná deverá concentrar a retirada do milho durante agosto. Parte dos trabalhos poderá avançar por setembro, especialmente nas áreas implantadas mais tarde. O Estado cultiva aproximadamente 2,9 milhões de hectares e espera colher cerca de 17,4 milhões de toneladas na segunda safra.

As precipitações da semana passada reduziram o ritmo, mas ainda não há confirmação de perdas expressivas provocadas diretamente pelas chuvas. Segundo técnicos do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral), o principal efeito observado até agora é operacional. O excesso de umidade impede a colheita e aumenta os gastos com secagem, mas a extensão de eventuais danos dependerá do tempo de permanência do milho maduro no campo.

Quanto maior a demora, maior o risco de germinação dos grãos na espiga, ocorrência de fungos, tombamento das plantas e redução do padrão comercial. A umidade também pode provocar filas nos armazéns e limitar o recebimento das cargas, sobretudo quando muitos produtores retomam a colheita ao mesmo tempo após a abertura do tempo.

Em Mato Grosso do Sul, a retirada do cereal chegou a 15,8% da área até 17 de julho, ante 8,2% na semana anterior. Apesar da aceleração, o Estado permanece atrás do ritmo da safra passada. As chuvas registradas desde junho elevaram a umidade dos grãos e retardaram a entrada das máquinas.

A produção sul-mato-grossense está estimada em 11,14 milhões de toneladas, cultivadas em 2,2 milhões de hectares. Historicamente, a colheita ganha força na segunda quinzena de julho e atinge o pico entre o fim deste mês e o início de setembro. Por isso, o atraso atual ainda pode ser parcialmente recuperado se houver uma sequência de dias secos.

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Goiás havia colhido 28% da área até 18 de julho. No Estado, a maior preocupação não está apenas no calendário. Períodos de estiagem registrados em abril e maio atingiram as lavouras durante fases importantes do desenvolvimento e reduziram o potencial produtivo em diferentes regiões.

A falta de chuva também afetou áreas de Minas Gerais, São Paulo e Piauí. Nesses locais, a colheita deverá confirmar perdas provocadas por espigas menores, falhas no enchimento dos grãos e redução da produtividade. O impacto varia conforme a época de plantio e o estágio em que cada lavoura enfrentou o déficit hídrico.

No Rio Grande do Sul, os temporais da última semana causaram alagamentos e danos em mais de 200 municípios. O impacto sobre a produção nacional de milho, porém, tende a ser limitado porque o Estado concentra sua produção na primeira safra, que já havia sido praticamente concluída antes das chuvas. Os maiores riscos imediatos estão nas estradas rurais, nas estruturas das propriedades e nas culturas de inverno.

Pelo calendário dos principais estados produtores, a maior parte da segunda safra brasileira deverá ser retirada até o fim de agosto. Áreas implantadas mais tarde no Paraná, em Mato Grosso do Sul e em partes do Matopiba poderão permanecer no campo durante setembro.

O volume final continuará elevado, mas a diferença entre as regiões será significativa. Mato Grosso caminha para uma colheita recorde e praticamente concluída, enquanto produtores de outros estados ainda enfrentam atraso, umidade excessiva ou perdas causadas pela estiagem.

Fonte: Pensar Agro

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