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Inteligência Artificial entra de vez no combate ao Câncer de Mama

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Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) desenvolveram um método automatizado responsável por realizar a avaliação de tecidos mamários. Especificamente os densos, estes que são fatores de risco do câncer de mama. A ferramenta é tão eficaz quanto os melhores radiologistas.

Historicamente, o mês de outubro traz diversas campanhas sobre conscientização do câncer de mama e este ano, outros tipos da doenças estão sendo também estão alertados por diversas instituições. O que torna o modelo ainda mais importante.

A avaliação

Ao redor do mundo, as análises de tecidos mamários densos dependem muito da subjetividade do avaliador em questão, o que traz variações absurdas entre as pacientes avaliadas. Em parceria com o Hospital Geral de Massachusetts, os pesquisadores desenvolveram um método de aprendizagem com base em milhares de mamografias visando a diferenciação do que pode ser realmente um risco ou apenas tecidos gordurosos.

Os tecidos passam por um processo de avaliação em que podem ser classificados como gordurosos, dispersos, heterogêneos (essencialmente densos) e densos. Ao utilizar a inteligência artificial para mapear todo o processo, enviar os exames a um radiologista deixa de ser necessário  reduzindo a chance de erros humanos.

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Resultados e expansão

Os testes tiveram início em 2009 e foram dezenas de milhares de análises realizadas e inseridas na base de dados. O período de testes com pacientes reais foi bastante satisfatório, tendo bons níveis de concordância com os melhores profissionais da área. Para se ter ideia, de janeiro a maio de 2018 foram realizados mais de dez mil exames, dos quais em mais de 94% dos casos houve consenso entre resultados.

Estes números fazem com que os profissionais responsáveis pela pesquisa e os diretores de hospitais pensem na expansão do seu método para outros estabelecimentos, inclusive para aumentar a base de dados, proporcionando assim uma melhor evolução do algoritmo.

Só nos Estados Unidos estima-se que 40% das mulheres contenham tecido denso, o que pode mascarar resultados em exames tradicionais e dificultar o reconhecimento precoce em caso da doença. Com mais essa ferramenta, o auxílio ao diagnóstico e prevenção deve aumentar consideravelmente.

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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