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Hospital Estadual de Urgência e Emergência desenvolve ações para o Maio Amarelo
Com a intenção de chamar a atenção dos usuários e profissionais, o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), em Vitória, gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, desenvolve pela segunda vez ações educativas integradas ao Movimento Maio Amarelo, para um trânsito mais seguro.
O objetivo é mobilizar a sociedade, órgãos públicos e empresas na criação de atividades que contribuam para a redução do alto índice de mortes e feridos em acidentes.
A partir do dia 1º de maio, quem passar pela Avenida Vitória à noite, poderá ver a fachada da unidade iluminada com a cor amarela em celebração à campanha. No dia 3 de maio, na Recepção de Visitantes, serão expostas frases feitas por pacientes da unidade que foram vítimas de acidentes de trânsito, com o tema “O que deixei de fazer no trânsito”.
Nos dias 07, 08 e 22, pela manhã, serão entregues no estacionamento e recepções do hospital folhetos educativos cedidos pelo Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES). Frases motivadoras relacionadas à gentileza e a atenção ao volante também serão deixadas próximas aos carros e motos estacionados na garagem do HEUE.
Em parceria com o Detran-ES, no dia 13 de maio, às 16 horas, no auditório da instituição, será realizada uma dinâmica com colaboradores e acompanhantes de pacientes, relacionada à educação no trânsito, com a apresentação do Projeto Itinerante Detranzinho.
Já nos dias 22 e 31 de maio, acontecerão ações lúdicas nos corredores do hospital, com apresentação de paródia relacionada ao Movimento Maio Amarelo e orientações. Além disso, os profissionais do hospital entregarão folhetos para incentivar a doação de sangue.
“Vivemos um período de falta de empatia e gentileza no trânsito. O Maio Amarelo é uma oportunidade de incentivar essas práticas. O hospital abraçou essa ideia, com intuito de colaborar com ações educativas e propor uma reflexão para os nossos usuários e profissionais sobre a importância de ter atenção e respeitar o próximo no trânsito”, disse o diretor hospitalar do HEUE, Paulo Santos.
Segundo a coordenadora de enfermagem do pronto-socorro da unidade, Engre Beilke Tenorio, é possível acompanhar diariamente o crescimento da violência no trânsito e o grande número de jovens envolvidos nos acidentes. “A campanha Maio Amarelo é importante, porque chama a atenção para as vidas perdidas no trânsito. Há também os casos em que há sobreviventes, que chegam com ferimentos graves ao hospital e passam por longos períodos de internação. Essas pessoas deixam suas famílias e seus empregos, além de correr um risco muito grande de ficar com algum tipo de trauma ou sequela”, ressaltou.
O HEUE é um hospital público, referência capixaba no atendimento de traumas, gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, por meio de contrato de gestão firmado com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).
Sobre a Pró-Saúde
A Pró-Saúde é uma entidade filantrópica que realiza a gestão de serviços de saúde e administração hospitalar há mais de 50 anos. Seu trabalho de inteligência visa à promoção da qualidade, humanização e sustentabilidade.
Com 16 mil colaboradores e mais de um milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 23 cidades de onze estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). O trabalho é amparado por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.
A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.
Assessoria/Sesa
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Reforma de interiores: detalhes que fazem a diferença no resultado
Uma reforma de interiores raramente é definida apenas pela troca do piso, pela nova cor da parede ou pela escolha do mobiliário. O que realmente eleva a percepção de cuidado e qualidade são os elementos que costuram o ambiente, criam continuidade visual e tornam o uso diário mais confortável. São esses acabamentos que fazem um espaço parecer planejado, coerente e bem resolvido.
Em projetos residenciais e comerciais, pequenos componentes interferem diretamente na estética, na manutenção e até na durabilidade das superfícies. Quando esses pontos são pensados desde o início, a reforma tende a ganhar fluidez, menos improvisos e um resultado final mais valorizado. A seguir, estão alguns itens que merecem atenção especial nesse processo.
1. Rodapés bem proporcionados e elegantes
O rodapé tem função prática e visual. Ele protege a base da parede contra impactos, ajuda a disfarçar pequenas irregularidades e cria uma transição mais limpa entre piso e alvenaria. Quando a altura, a espessura e o acabamento são proporcionais ao pé-direito e ao estilo do ambiente, o espaço transmite mais equilíbrio.
Em ambientes contemporâneos, linhas retas e superfícies lisas costumam reforçar a sensação de organização. Já em propostas mais clássicas, perfis mais marcados podem contribuir para a linguagem decorativa. Além da aparência, vale observar a compatibilidade com o tipo de piso e com a rotina de limpeza do espaço.
Em obras com cronograma apertado, soluções de aplicação simplificada costumam ganhar espaço. Nesse contexto, o rodapé autocolante aparece como alternativa interessante para reformas sem quebra-quebra, ajustes em imóveis alugados e modernizações pontuais de quartos, salas e escritórios. Esse tipo de acabamento tende a reduzir etapas da instalação e pode colaborar para uma obra mais limpa.
2. Perfis de transição entre ambientes
A passagem de um revestimento para outro merece atenção técnica. Perfis de transição ajudam a compensar pequenas diferenças de nível, protegem as bordas do piso e evitam que o encontro entre materiais distintos pareça improvisado. Esse cuidado costuma ser decisivo em reformas que integram sala, corredor, escritório ou áreas de circulação intensa.
Quando a transição é mal resolvida, o resultado visual perde continuidade e a manutenção pode se tornar mais difícil. Em projetos com reforma rápida, esse item também contribui para um acabamento mais seguro, especialmente quando há combinação entre pisos com composições e espessuras diferentes.
3. Guarnições e acabamentos de portas
Portas e passagens funcionam como molduras dentro do projeto. Guarnições bem escolhidas reforçam a leitura estética do ambiente e evitam que a reforma pareça incompleta. Quando há coerência entre rodapés, vistas de porta e demais acabamentos lineares, o interior ganha unidade.
Além do aspecto visual, esse item ajuda a arrematar encontros entre parede e batente, cobrindo folgas e pequenas imperfeições. Em reformas de atualização, trocar apenas esses elementos já pode alterar significativamente a sensação de acabamento, mesmo sem mudanças estruturais amplas.
4. Soleiras e arremates de passagem
Soleiras continuam relevantes em muitos projetos, especialmente em áreas de mudança de uso, como a transição entre ambientes secos e úmidos. Elas ajudam a organizar visualmente a passagem, protegem bordas e podem contribuir para uma separação mais funcional entre superfícies.
A escolha do material, da espessura e da cor interfere diretamente no resultado. Quando a soleira contrasta em excesso sem intenção estética clara, o ambiente pode parecer fragmentado. Quando dialoga com o piso e com os demais acabamentos, a passagem se torna mais natural e elegante.
5. Revestimentos compatíveis com a rotina
Um interior bonito precisa funcionar bem no cotidiano. Por isso, a escolha do revestimento deve considerar circulação, incidência de umidade, conforto térmico, conforto acústico e facilidade de limpeza. Pisos vinílicos e laminados, por exemplo, costumam ser lembrados justamente por atenderem a diferentes perfis de uso com instalação mais prática do que sistemas tradicionais.
Em apartamentos, consultórios, salas comerciais e dormitórios, esse critério pesa ainda mais. Um material visualmente atraente, mas pouco compatível com a rotina do espaço, tende a gerar desgaste precoce ou manutenção trabalhosa. O acabamento ideal é aquele que combina desempenho técnico com linguagem decorativa coerente.
6. Pintura com recortes precisos
Mesmo quando não é o foco principal da reforma, a pintura influencia a leitura de todo o ambiente. Recortes bem feitos junto ao teto, ao rodapé, às guarnições e aos pontos de marcenaria comunicam capricho. Já pequenas falhas nessas áreas costumam chamar atenção e enfraquecer a percepção de qualidade final.
A cor também interfere na valorização dos acabamentos. Tons claros ampliam a leitura de limpeza e destacam linhas arquitetônicas. Tons mais fechados podem criar aconchego, desde que conversem com o piso, com a iluminação e com o volume do espaço. O importante é que a pintura funcione como integração, não como elemento isolado.
7. Iluminação que valoriza superfícies
A iluminação muda completamente a forma como pisos, texturas e acabamentos são percebidos. Um revestimento de boa qualidade pode perder presença quando a luz cria sombras duras, reflexos excessivos ou áreas escuras mal resolvidas. Por outro lado, um projeto simples pode ganhar sofisticação quando a luz destaca corretamente volumes e materiais.
Luz geral, pontos de destaque e temperatura de cor precisam conversar com a proposta do ambiente. Em espaços de permanência prolongada, conforto visual importa tanto quanto estética. Por isso, a iluminação deve ser tratada como parte do acabamento e não apenas como etapa final de instalação.
8. Planejamento dos encontros e emendas
Muitas reformas ficam visualmente comprometidas não pelos materiais escolhidos, mas pela falta de planejamento dos encontros. Emendas desalinhadas, recortes mal distribuídos e paginações improvisadas prejudicam a leitura do conjunto. Esse problema aparece com frequência em pisos, rodapés, painéis e revestimentos de parede.
Quando a paginação é estudada antes da execução, o espaço ganha continuidade e menos desperdício. Esse cuidado também favorece a durabilidade, porque reduz pontos frágeis e improvisos técnicos. Em outras palavras, o bom resultado não depende apenas do produto, mas da forma como cada peça se relaciona com a outra.
Uma reforma de interiores se destaca quando os detalhes deixam de ser secundários. São esses itens, muitas vezes discretos, que dão acabamento, conforto e valor real ao ambiente.
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