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Galaxy S10 tem ‘a melhor tela de smartphone’ do mundo, indica DisplayMate
A tecnologia está em constante evolução no mundo dos smartphones e um dos aparelhos que mais se destaca pelos avanços atualmente é o Galaxy S10. Segundo os testes de calibragem realizados pelo DisplayMate, o novo topo de linha da Samsung possui “a melhor tela já feita” para um dispositivo móvel.
Segundo a avaliação da tela OLED de 6,1 polegadas do Galaxy S10, que foi publicada recentemente, o aparelho traz o display mobile com mais alto nível de brilho e fidelidade de cores e escala de intensidade.
Segundo o DisplayMate, o Galaxy S10 conta com a tela OLED com maior brilho, 804 nits, e pode alcançar um pico de até 1215 nits. O display do smartphone também se destacou pelo baixo nível de reflexo e variações na imagem com base no ângulo de visão.
Os resultados positivos garantiram uma nota A+ para o S10, mesma classificação recebida anteriormente por smartphones como o iPhone Xs Max e o Galaxy Note 9. O resultado positivo do novo display da Samsung não é bom apenas para a empresa, mas também para a indústria de smartphones como um todo.
A Samsung é uma das principais fabricantes de telas para smartphones da atualidade e o monitor do Galaxy S10 se destacar em testes técnicos garante que a companhia está conseguindo evoluir sua tecnologia OLED.
Além de utilizar seus avançados displays nos seus smartphones topo de linha, a Samsung também costuma vender sua tecnologia para a Apple. Com isso, podemos esperar que a próxima geração da linha Galaxy Note e também do iPhone venham com um display OLED de alta qualidade.
Lançado em fevereiro, o Galaxy S10 traz tela Super AMOLED de 6,1 polegadas com resolução QuadHD+ (1440 x 3040 px) e densidade de pixel de 550 ppi, além de proteção Gorilla Glass 6. O display também conta com câmera frontal de 10 MP integrada graças ao design Infinity-O. Confira as especificações completas do smartphone topo de linha aqui.
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A Era Digital: avanços, transformações e desafios
Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.
A importância da Era Digital
A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.
Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.
Os malefícios e riscos
No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.
As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.
O equilíbrio como caminho
A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.
Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.
Fonte: Wanderson Rubim da Silva
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