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Estado apresenta indicadores sobre a economia do turismo e do Réveillon capixaba

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O governador do Estado, Renato Casagrande, apresentou, nesta sexta-feira (10), os indicadores relativos à economia do turismo no Espírito Santo e os dados da pesquisa com turistas do Réveillon Capixaba. A pesquisa aponta que 96,3% dos entrevistados recomenda o Espírito Santo como destino turístico. Durante os festejos de Réveillon, o Espírito Santo recebeu turistas de cinco países e 22 estados nas praias de Vitória, Vila Velha e Guarapari.

Durante a solenidade realizada no Palácio Anchieta, em Vitória, foram apresentados os indicadores relativos à economia do turismo no Espírito Santo, que estão disponíveis em um painel interativo, que é de acesso gratuito na internet. Os dados são de interesse de empresários, investidores e pesquisadores da área, além de toda a população capixaba. O painel é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Turismo (Setur), o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES).

A atualização das informações estatísticas será realizada a cada três meses, permitindo mensurar e monitorar a atividade econômica do turismo de forma conjuntural, por meio de indicadores do setor, como geração de renda, número de postos de trabalho, remuneração média dos trabalhadores, entre outros indicadores ligados ao turismo para o contexto capixaba.

O governador Casagrande comemorou os resultados da pesquisa e acredita que o Espírito Santo possa crescer ainda mais em relação ao turismo:

“São dados importantes que mostram o número de pessoas ocupadas vivendo do turismo no Espírito Santo. Conhecer os turistas que venham para o nosso Estado é muito importante para nossa política de trabalho. Temos que dar a condições de infraestrutura e serviços essenciais. Sempre digo que não trabalhamos para os turistas, mas para os capixabas. Quanto mais satisfeitos estiverem os capixabas, melhor vamos recepcionar os turistas. O Espírito Santo é a bola da vez por ser um Estado equilibrado economicamente e que dá segurança a quem vem nos visitar. Estamos aumentando os investimentos em infraestrutura, que é fundamental para aumentar a atividade turística”, frisou o governador.

Os dados agora estão reunidos em um só banco de informações sobre o segmento do turismo.  “Este é um grande avanço para o segmento. Estes indicadores servirão de subsídio tanto para o poder público quanto ao setor privado”, explicou o secretário de Estado de Turismo, Dorval Uliana.

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Um boletim informativo, com análise descritiva dos dados, também será lançado trimestralmente pelo IJSN. Os dados mais recentes disponíveis são relativos ao 3º trimestre de 2019. O documento aponta que, naquele trimestre, segundo o Indicador da Atividade Turística (Iatur), as atividades do setor no Espírito Santo registraram variação positiva de +4,3% na comparação com o trimestre imediatamente anterior, e de +6,8% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

O diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Luiz Paulo Vellozo Lucas, destaca ainda a sinergia do produto desenvolvido com o projeto de Desenvolvimento Regional Sustentável do Governo do Estado, além da compatibilidade com outros estudos já realizados pelo instituto.

“O IJSN já faz o monitoramento trimestral dos indicadores das atividades vinculadas à Economia Criativa no Estado, como gastronomia, artesanato, audiovisual e outros. E o setor de turismo é um dos principais ativos a serem despertados nas microrregiões do interior capixaba. Monitorar estes setores nos ajuda a pensar o desenvolvimento regional sustentável do Estado, com geração de oportunidades e de renda para os capixabas e o desenvolvimento da qualidade de vida das microrregiões”, ressaltou.

“A Fapes tem a satisfação de participar desta parceria exercendo o tipo de trabalho que é a expertise do órgão: fomentar pesquisa. Este tipo de estudo é responsável por entregar algo de muito valor para a sociedade capixaba, que é a informação de qualidade, e este tipo de dados ajuda a efetivar melhorias reais no setor de turismo do Espírito Santo”, declarou o diretor-presidente da Fapes, Denio Rebello Arantes.

Aproximadamente 166 mil pessoas estão ocupadas no setor de turismo no Espírito Santo, em atividades de alimentação, transporte, alojamento, culturais, desportivas e outras. Desses, 43.156 vínculos são celetistas, o que corresponde a 6,1% dos postos de trabalho celetistas do Estado. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores das atividades turísticas no Espírito Santo foi estimado em R$ 1.894,71 no 3° trimestre de 2019.

Acesse aqui o painel interativo e os boletins trimestrais Economia do Turismo no Espírito Santo

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Resultados do Réveillon Capixaba

Turistas de cinco países e de 22 estados brasileiros escolheram o Espírito Santo para passar o Réveillon. Este é um dos muitos dados coletados na pesquisa realizada pela empresa Qualitest, contratada pela Secretaria de Turismo (Setur), no Réveillon 2019/2020. A abordagem ocorreu no dia 31 de dezembro nas praias de Vitória, Vila Velha e Guarapari. Dos 600 entrevistados, 96,3% recomendam o destino para outras pessoas.

Os resultados, disponíveis no www.observatoriodoturismo.es.gov.br, mostram que os turistas no período foram em sua maioria homens (53,5%) na faixa etária de 16 a 30 anos, acompanhados de familiares e amigos. A principal motivação da viagem foi lazer e visita a amigos.

A maioria ficou hospedado em casa de amigos (53,1%), 18,4% em casas alugadas e 17,0% em hotéis. O gasto médio foi de R$ 117,81/dia e o meio de transporte utilizado para chegar ao estado foi carro próprio (59,1%), ônibus (24,2%) e avião (21,2%).

Questões relativas a infraestrutura, segurança e limpeza pública foram avaliadas como boas. O transporte também teve avaliação positiva, apesar de a maioria não ter respondido por não ter utilizado os modais. Sobre os shows pirotécnicos organizados pelas administrações municipais 57,8% considerou ótimo, 32,4% bom e 6,2% regular.

A pesquisa de demanda turística permite que os gestores obtenham informações dos turistas a respeito de seu perfil socioeconômico, hábitos de viagem e avaliação dos destinos capixabas, permitindo assim detectar oportunidades de melhoria. “Com estas informações, este perfil, temos condições de planejar de forma mais eficiente as ações do poder público. Para as empresas que compõem o segmento, é um subsídio importante para qualificação seus serviços”, avalia o secretário de Estado de Turismo, Dorval Uliana. 

Pesquisa Verão

Além da pesquisa realizada no Réveillon, a Setur está realizando a pesquisa verão em Anchieta, Conceição da Barra, Guarapari, Linhares, Marataízes, Piúma, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória. As pesquisas estão sendo realizadas pela empresa Qualitest Ciência e Tecnologia Ltda., vencedora da licitação feita pela Secretaria de Turismo (Setur). A coleta de dados é realizada eletronicamente, com registro automático das coordenadas do local visitado por meio de GPS e da gravação do áudio das entrevistas.

Governo /Setur /IJSN

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Reforma de interiores: detalhes que fazem a diferença no resultado

Foto: Divulgação

Uma reforma de interiores raramente é definida apenas pela troca do piso, pela nova cor da parede ou pela escolha do mobiliário. O que realmente eleva a percepção de cuidado e qualidade são os elementos que costuram o ambiente, criam continuidade visual e tornam o uso diário mais confortável. São esses acabamentos que fazem um espaço parecer planejado, coerente e bem resolvido.

Em projetos residenciais e comerciais, pequenos componentes interferem diretamente na estética, na manutenção e até na durabilidade das superfícies. Quando esses pontos são pensados desde o início, a reforma tende a ganhar fluidez, menos improvisos e um resultado final mais valorizado. A seguir, estão alguns itens que merecem atenção especial nesse processo.

1. Rodapés bem proporcionados e elegantes

O rodapé tem função prática e visual. Ele protege a base da parede contra impactos, ajuda a disfarçar pequenas irregularidades e cria uma transição mais limpa entre piso e alvenaria. Quando a altura, a espessura e o acabamento são proporcionais ao pé-direito e ao estilo do ambiente, o espaço transmite mais equilíbrio.

Em ambientes contemporâneos, linhas retas e superfícies lisas costumam reforçar a sensação de organização. Já em propostas mais clássicas, perfis mais marcados podem contribuir para a linguagem decorativa. Além da aparência, vale observar a compatibilidade com o tipo de piso e com a rotina de limpeza do espaço.

Em obras com cronograma apertado, soluções de aplicação simplificada costumam ganhar espaço. Nesse contexto, o rodapé autocolante aparece como alternativa interessante para reformas sem quebra-quebra, ajustes em imóveis alugados e modernizações pontuais de quartos, salas e escritórios. Esse tipo de acabamento tende a reduzir etapas da instalação e pode colaborar para uma obra mais limpa.

2. Perfis de transição entre ambientes

A passagem de um revestimento para outro merece atenção técnica. Perfis de transição ajudam a compensar pequenas diferenças de nível, protegem as bordas do piso e evitam que o encontro entre materiais distintos pareça improvisado. Esse cuidado costuma ser decisivo em reformas que integram sala, corredor, escritório ou áreas de circulação intensa.

Quando a transição é mal resolvida, o resultado visual perde continuidade e a manutenção pode se tornar mais difícil. Em projetos com reforma rápida, esse item também contribui para um acabamento mais seguro, especialmente quando há combinação entre pisos com composições e espessuras diferentes.

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3. Guarnições e acabamentos de portas

Portas e passagens funcionam como molduras dentro do projeto. Guarnições bem escolhidas reforçam a leitura estética do ambiente e evitam que a reforma pareça incompleta. Quando há coerência entre rodapés, vistas de porta e demais acabamentos lineares, o interior ganha unidade.

Além do aspecto visual, esse item ajuda a arrematar encontros entre parede e batente, cobrindo folgas e pequenas imperfeições. Em reformas de atualização, trocar apenas esses elementos já pode alterar significativamente a sensação de acabamento, mesmo sem mudanças estruturais amplas.

4. Soleiras e arremates de passagem

Soleiras continuam relevantes em muitos projetos, especialmente em áreas de mudança de uso, como a transição entre ambientes secos e úmidos. Elas ajudam a organizar visualmente a passagem, protegem bordas e podem contribuir para uma separação mais funcional entre superfícies.

A escolha do material, da espessura e da cor interfere diretamente no resultado. Quando a soleira contrasta em excesso sem intenção estética clara, o ambiente pode parecer fragmentado. Quando dialoga com o piso e com os demais acabamentos, a passagem se torna mais natural e elegante.

5. Revestimentos compatíveis com a rotina

Um interior bonito precisa funcionar bem no cotidiano. Por isso, a escolha do revestimento deve considerar circulação, incidência de umidade, conforto térmico, conforto acústico e facilidade de limpeza. Pisos vinílicos e laminados, por exemplo, costumam ser lembrados justamente por atenderem a diferentes perfis de uso com instalação mais prática do que sistemas tradicionais.

Em apartamentos, consultórios, salas comerciais e dormitórios, esse critério pesa ainda mais. Um material visualmente atraente, mas pouco compatível com a rotina do espaço, tende a gerar desgaste precoce ou manutenção trabalhosa. O acabamento ideal é aquele que combina desempenho técnico com linguagem decorativa coerente.

6. Pintura com recortes precisos

Mesmo quando não é o foco principal da reforma, a pintura influencia a leitura de todo o ambiente. Recortes bem feitos junto ao teto, ao rodapé, às guarnições e aos pontos de marcenaria comunicam capricho. Já pequenas falhas nessas áreas costumam chamar atenção e enfraquecer a percepção de qualidade final.

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A cor também interfere na valorização dos acabamentos. Tons claros ampliam a leitura de limpeza e destacam linhas arquitetônicas. Tons mais fechados podem criar aconchego, desde que conversem com o piso, com a iluminação e com o volume do espaço. O importante é que a pintura funcione como integração, não como elemento isolado.

7. Iluminação que valoriza superfícies

A iluminação muda completamente a forma como pisos, texturas e acabamentos são percebidos. Um revestimento de boa qualidade pode perder presença quando a luz cria sombras duras, reflexos excessivos ou áreas escuras mal resolvidas. Por outro lado, um projeto simples pode ganhar sofisticação quando a luz destaca corretamente volumes e materiais.

Luz geral, pontos de destaque e temperatura de cor precisam conversar com a proposta do ambiente. Em espaços de permanência prolongada, conforto visual importa tanto quanto estética. Por isso, a iluminação deve ser tratada como parte do acabamento e não apenas como etapa final de instalação.

8. Planejamento dos encontros e emendas

Muitas reformas ficam visualmente comprometidas não pelos materiais escolhidos, mas pela falta de planejamento dos encontros. Emendas desalinhadas, recortes mal distribuídos e paginações improvisadas prejudicam a leitura do conjunto. Esse problema aparece com frequência em pisos, rodapés, painéis e revestimentos de parede.

Quando a paginação é estudada antes da execução, o espaço ganha continuidade e menos desperdício. Esse cuidado também favorece a durabilidade, porque reduz pontos frágeis e improvisos técnicos. Em outras palavras, o bom resultado não depende apenas do produto, mas da forma como cada peça se relaciona com a outra.

Uma reforma de interiores se destaca quando os detalhes deixam de ser secundários. São esses itens, muitas vezes discretos, que dão acabamento, conforto e valor real ao ambiente.

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