conecte-se conosco


Geral - ES1.com.br

Espírito Santo e Região do Vêneto vão promover intercâmbio cultural, empresarial e científico

Publicado em

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e o presidente da região do Vêneto, no Norte da Itália, Luca Zaia, acertaram a confecção de um Memorando de Cooperação cultural, empresarial e científico entre os dois Estados. A reunião aconteceu nesta quarta-feira (25) durante a Feira Internacional de Comércio de Pedras, Design e Tecnologia (Marmomacc), que acontece em Verona, no Vêneto. O Consulado Brasileiro na Itália deve mediar a produção desse acordo.

Casagrande ressaltou a importância da parceria entre os Estados, que têm em comum uma gestão fiscal de destaque, estando entre as melhores de seus países. “A região do Vêneto é uma das regiões mais organizadas da Itália com boa gestão fiscal e financeira, o que condiz com a realidade do nosso Estado. Acho muito importante esse termo de cooperação”, afirmou o governador, que recebeu de presente uma bandeira do Vêneto, considerada uma das mais antigas do mundo – com 1100 anos de história.

O presidente do Vêneto, ressaltou a ligação entre as duas regiões e aproveitou para agradecer a visita do chefe do Poder Executivo capixaba. “Muitas coisas nos ligam ao Brasil e ao Espírito Santo. Casagrande, inclusive, é um sobrenome da minha cidade. Essa região é uma das primeiras em produção industrial e conta com 600 mil empresas. Temos muitos vênetos fora da região e temos muito orgulho em saber que os descendentes ocupam cargos importantes em seus países, como é o caso do governador Casagrande. Temos maior prazer em estreitar os laços comerciais com o Espírito Santo. De nossa parte as portas sempre estão abertas”, disse Luca Zaia.

leia também:  Acontece neste sábado a 2ª Live Solidária do Grupo Modão Du Bom de São Gabriel

Marmomacc

Para atrair investimentos ao Espírito Santo, o governador Casagrande e o diretor-presidente do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), Maurício Cézar Duque, participam da Feira Internacional de Comércio de Pedras, Design e Tecnologia 2019. O evento teve início nesta quarta-feira (25) e segue até o sábado (28), em Verona, na Itália. A feira reúne profissionais da indústria de rochas ornamentais de diferentes partes do mundo.

A feira é um ponto para negócios, desenvolvimento e transferência de conhecimentos no setor, em que especialistas e empresas se encontram e discutem tendências, além de inovações da indústria de pedras e tecnologia. A Marmomacc é a maior feira do mundo no setor com 350 metros quadrados de exposição.

Antes da abertura oficial do evento, o governador do Espírito Santo se reuniu com o presidente do Grupo Verona Fiere, Maurizio Danese, organizador da feira. Em seguida, toda a comitiva capixaba participou da abertura do evento. Na solenidade, Casagrande destacou a importância da feira e do setor para o Estado.

“É a maior feira de pedras e maquinários do setor em todo o mundo. Uma feira gigante com dezena de galpões. Estamos participando da feira, pois o Espírito Santo tem como um dos setores mais importantes de sua economia o setor de pedras e rochas ornamentais. Temos aqui cerca de 40 empresas capixabas ou de fora que atuam em nosso Estado. Esse número mostra o nosso potencial. É bom estarmos presentes, pois conseguimos conversar com mais empreendedores para que possamos levá-los para o nosso Estado, gerando oportunidades e novos empregos. Por isso estamos aqui fazendo contato com diversas empresas e setores de todo o mundo”, enfatizou o governador.

leia também:  Abertura de novos mercados pode acrescentar R$ 200 bi às exportações do agro em cinco anos

O Governo do Estado também participa da feira com a atuação do Bandes, que tem inúmeras linhas de crédito para o setor. O diretor-presidente do banco destaca o potencial do Espírito Santo no mercado de exportação para o setor de rochas, tendo em vista que o Estado possui uma das maiores reservas de mármore e granito do Brasil, além da atuação da instituição financeira no mercado.

“O Bandes tem uma participação exitosa no desenvolvimento do Estado e nosso trabalho é ampliar essa atuação, com a intensificação de parcerias. Queremos apoiar bons projetos que agreguem valor ao desenvolvimento regional do nosso Estado, em aderência ao plano do Governo do Estado. Estamos abertos a trazer soluções financeiras que gerem renda e fortaleçam cadeias produtivas integradas”, apontou Maurício Cézar Duque.

O governador Casagrande percorreu todos os estandes brasileiros na feira. Na parte da tarde, ele recebeu a comitiva de várias empresas de outros países interessadas em investir no Espírito Santo. Casagrande levou um material informativo, que foi entregue aos empresários sobre as potencialidades e o atual momento fiscal e financeiro do Estado.

A comitiva capixaba embarca de volta para o Brasil nesta quinta-feira (26) e chega ao Estado na sexta-feira (27), por volta das 10h.

Assessoria Governo

Geral - ES1.com.br

Reforma de interiores: detalhes que fazem a diferença no resultado

Foto: Divulgação

Uma reforma de interiores raramente é definida apenas pela troca do piso, pela nova cor da parede ou pela escolha do mobiliário. O que realmente eleva a percepção de cuidado e qualidade são os elementos que costuram o ambiente, criam continuidade visual e tornam o uso diário mais confortável. São esses acabamentos que fazem um espaço parecer planejado, coerente e bem resolvido.

Em projetos residenciais e comerciais, pequenos componentes interferem diretamente na estética, na manutenção e até na durabilidade das superfícies. Quando esses pontos são pensados desde o início, a reforma tende a ganhar fluidez, menos improvisos e um resultado final mais valorizado. A seguir, estão alguns itens que merecem atenção especial nesse processo.

1. Rodapés bem proporcionados e elegantes

O rodapé tem função prática e visual. Ele protege a base da parede contra impactos, ajuda a disfarçar pequenas irregularidades e cria uma transição mais limpa entre piso e alvenaria. Quando a altura, a espessura e o acabamento são proporcionais ao pé-direito e ao estilo do ambiente, o espaço transmite mais equilíbrio.

Em ambientes contemporâneos, linhas retas e superfícies lisas costumam reforçar a sensação de organização. Já em propostas mais clássicas, perfis mais marcados podem contribuir para a linguagem decorativa. Além da aparência, vale observar a compatibilidade com o tipo de piso e com a rotina de limpeza do espaço.

Em obras com cronograma apertado, soluções de aplicação simplificada costumam ganhar espaço. Nesse contexto, o rodapé autocolante aparece como alternativa interessante para reformas sem quebra-quebra, ajustes em imóveis alugados e modernizações pontuais de quartos, salas e escritórios. Esse tipo de acabamento tende a reduzir etapas da instalação e pode colaborar para uma obra mais limpa.

2. Perfis de transição entre ambientes

A passagem de um revestimento para outro merece atenção técnica. Perfis de transição ajudam a compensar pequenas diferenças de nível, protegem as bordas do piso e evitam que o encontro entre materiais distintos pareça improvisado. Esse cuidado costuma ser decisivo em reformas que integram sala, corredor, escritório ou áreas de circulação intensa.

Quando a transição é mal resolvida, o resultado visual perde continuidade e a manutenção pode se tornar mais difícil. Em projetos com reforma rápida, esse item também contribui para um acabamento mais seguro, especialmente quando há combinação entre pisos com composições e espessuras diferentes.

leia também:  Como curtir a noite com a namorada no fim de semana: 9 ideias para sair da rotina

3. Guarnições e acabamentos de portas

Portas e passagens funcionam como molduras dentro do projeto. Guarnições bem escolhidas reforçam a leitura estética do ambiente e evitam que a reforma pareça incompleta. Quando há coerência entre rodapés, vistas de porta e demais acabamentos lineares, o interior ganha unidade.

Além do aspecto visual, esse item ajuda a arrematar encontros entre parede e batente, cobrindo folgas e pequenas imperfeições. Em reformas de atualização, trocar apenas esses elementos já pode alterar significativamente a sensação de acabamento, mesmo sem mudanças estruturais amplas.

4. Soleiras e arremates de passagem

Soleiras continuam relevantes em muitos projetos, especialmente em áreas de mudança de uso, como a transição entre ambientes secos e úmidos. Elas ajudam a organizar visualmente a passagem, protegem bordas e podem contribuir para uma separação mais funcional entre superfícies.

A escolha do material, da espessura e da cor interfere diretamente no resultado. Quando a soleira contrasta em excesso sem intenção estética clara, o ambiente pode parecer fragmentado. Quando dialoga com o piso e com os demais acabamentos, a passagem se torna mais natural e elegante.

5. Revestimentos compatíveis com a rotina

Um interior bonito precisa funcionar bem no cotidiano. Por isso, a escolha do revestimento deve considerar circulação, incidência de umidade, conforto térmico, conforto acústico e facilidade de limpeza. Pisos vinílicos e laminados, por exemplo, costumam ser lembrados justamente por atenderem a diferentes perfis de uso com instalação mais prática do que sistemas tradicionais.

Em apartamentos, consultórios, salas comerciais e dormitórios, esse critério pesa ainda mais. Um material visualmente atraente, mas pouco compatível com a rotina do espaço, tende a gerar desgaste precoce ou manutenção trabalhosa. O acabamento ideal é aquele que combina desempenho técnico com linguagem decorativa coerente.

6. Pintura com recortes precisos

Mesmo quando não é o foco principal da reforma, a pintura influencia a leitura de todo o ambiente. Recortes bem feitos junto ao teto, ao rodapé, às guarnições e aos pontos de marcenaria comunicam capricho. Já pequenas falhas nessas áreas costumam chamar atenção e enfraquecer a percepção de qualidade final.

leia também:  População deve redobrar cuidados para evitar proliferação do mosquito da dengue em períodos de chuva

A cor também interfere na valorização dos acabamentos. Tons claros ampliam a leitura de limpeza e destacam linhas arquitetônicas. Tons mais fechados podem criar aconchego, desde que conversem com o piso, com a iluminação e com o volume do espaço. O importante é que a pintura funcione como integração, não como elemento isolado.

7. Iluminação que valoriza superfícies

A iluminação muda completamente a forma como pisos, texturas e acabamentos são percebidos. Um revestimento de boa qualidade pode perder presença quando a luz cria sombras duras, reflexos excessivos ou áreas escuras mal resolvidas. Por outro lado, um projeto simples pode ganhar sofisticação quando a luz destaca corretamente volumes e materiais.

Luz geral, pontos de destaque e temperatura de cor precisam conversar com a proposta do ambiente. Em espaços de permanência prolongada, conforto visual importa tanto quanto estética. Por isso, a iluminação deve ser tratada como parte do acabamento e não apenas como etapa final de instalação.

8. Planejamento dos encontros e emendas

Muitas reformas ficam visualmente comprometidas não pelos materiais escolhidos, mas pela falta de planejamento dos encontros. Emendas desalinhadas, recortes mal distribuídos e paginações improvisadas prejudicam a leitura do conjunto. Esse problema aparece com frequência em pisos, rodapés, painéis e revestimentos de parede.

Quando a paginação é estudada antes da execução, o espaço ganha continuidade e menos desperdício. Esse cuidado também favorece a durabilidade, porque reduz pontos frágeis e improvisos técnicos. Em outras palavras, o bom resultado não depende apenas do produto, mas da forma como cada peça se relaciona com a outra.

Uma reforma de interiores se destaca quando os detalhes deixam de ser secundários. São esses itens, muitas vezes discretos, que dão acabamento, conforto e valor real ao ambiente.

Visualizar

MAIS LIDAS DA SEMANA

error: Conteúdo protegido!!