Geral - ES1.com.br
Espírito Santo: Contas organizadas fazem Estado realizar mais com menos recursos
A posição ocupada pelo Espírito Santo, que se destaca entre os cinco Estados do país que realizam e entregam à população mais ações e projetos nas áreas de educação, saúde, infraestrutura e segurança, utilizando menor volume de recursos financeiros, tem origem num planejamento iniciado antes mesmo de a equipe de Governo tomar posse, em 2015. O Governo capixaba mantém suas contas organizadas e avança em projetos inovadores, favorecendo o desenvolvimento sustentado do Estado e melhorando a qualidade de vida da população capixaba.
No Ranking de Eficiência dos Estados da Folha de São Paulo, que considera 17 variáveis agrupadas em seis componentes para calcular a eficiência na gestão dos 26 Estados, os entes federados considerados mais eficientes são Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Pernambuco e Espírito Santo. O secretário de Estado de Economia e Planejamento, Regis Mattos Teixeira, credita a eficiência do Espírito Santo, além do planejamento, à liderança, gestão e avaliação do Governo.
Avanço
Com um investimento recorde nas áreas de Saúde, Educação e Segurança Pública, que juntas detêm a fatia de R$ 6,6 bilhões do Orçamento do Espírito Santo para o ano de 2018, o Governo avança nas áreas sociais e realiza o maior investimento ambiental da histórica do Estado.
Também investe fortemente na ampliação da cobertura do saneamento básico. Sessenta e três por cento da população residente nos 52 municípios capixabas atendidos pela Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan), no interior e na Região Metropolitana, têm hoje acesso a serviços de coleta e tratamento de esgoto, e a expectativa é que com as ações que o Governo vem empreendendo esteja contratada a ampliação para 91%, com execução nos próximos dez anos. Já o serviço de abastecimento de água realizado pela empresa estadual está universalizado.
Em Educação, o Estado apresenta o maior crescimento de posição no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Brasil. O índice do Ensino Médio da rede estadual do Espírito Santo atingiu 3,7 pontos em 2015 – última avaliação divulgada -, subindo da décima primeira para a quarta posição em nível nacional. O Governo negocia com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) empréstimo no valor US$ 90 milhões (aproximadamente R$ 300 milhões), para fortalecimento do ensino, por meio do Pacto pela Aprendizagem, em parceria com prefeituras.
Na área da Segurança Pública, o Espírito Santo registrou queda de 24% no número de homicídios de janeiro a julho deste ano, em comparação com o mesmo período de 2017. Já em relação à Saúde, a taxa de mortalidade infantil, que era de 11,29 por mil nascidos vivos, em 2014, caiu para 10,60 por mil nascidos vivos em 2017, último ano avaliado.
Projetos inovadores
A organização das finanças foi fundamental para que o Governo, mesmo num período de queda de receitas, pudesse realizar projetos inovadores como o Escola Viva, que já com 32 unidades de ensino em tempo integral; o Pacto pela Aprendizagem, com recursos destinados à construção de creches e foco na melhoria do ensino básico. E ainda a Rede Cuidar, que já dispõe de três unidades em funcionamento, oferecendo consultas e exames especializados, com atendimento humanizado, mais próximo dos usuários; o Programa Ocupação Social, que atua em 26 bairros, oferecendo oportunidades em esporte, cultura, lazer e qualificação profissional para jovens expostos a risco social.
Com o Programa de Gestão das Águas e Paisagem, o Governo realiza o maior investimento ambiental da história do Estado. A cobertura vegetal do Espírito Santo é também ampliada com ações do Projeto Reflorestar. Outro investimento importante envolve o Programa Estadual de Barragens. Já na área de infraestrutura, o Governo negocia com o BID empréstimo de US$ 250 milhões para recuperação e conservação de 700 km de rodovias.
Corte de gastos
O Estado vinha de um grave desequilíbrio entre despesas e receitas. Em 2013, havia registrado déficit primário de R$ 983 milhões; e em 2014, de 1,456 bilhão. Como havia feito um diagnóstico preciso das contas do Estado e do quadro econômico do país, antes mesmo de assumir o Governo, a nova gestão adotou medidas para reduzir gastos e equilibrar contas.
Já em 2015, foi contabilizado um resultado primário positivo para o Estado, de R$ 199 milhões, de acordo com o Boletim de Finanças Subnacionais da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Em 2016, mesmo com o agravamento da crise econômica nacional – somado, em nível estadual, à crise hídrica, que afetou fortemente a produção agrícola capixaba, e à paralisação da Samarco, responsável por 5% do PIB estadual -, o Governo do Estado registrou resultado primário de R$ 25 milhões.
Com as contas organizadas, o Espírito Santo é um dos dois únicos Estados do país com nota A na avaliação do Tesouro Nacional, juntamente com o Pará. Trata-se de uma avaliação combinada do grau de endividamento, da poupança corrente e da liquidez do Estado, segundo o Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais de 2016, da STN.
“Com uma gestão mais eficiente, o Espírito Santo recuperou sua capacidade de investimento com recursos próprios e hoje faz parte de uma minoria de Estados que pode acessar créditos junto a instituições financeiras”, diz o secretário Regis Mattos, que acrescenta: “Com isso, o investimento do Governo do Estado em 2018 irá superar R$ 1 bilhão, revertendo-se em melhores serviços públicos para a população capixaba”.
Segundo o secretário, a melhoria da eficiência no uso dos recursos públicos do Espírito Santo tende a melhorar ainda mais, no próximo ranking, em decorrência da base sólida que o Governo constrói, mantendo as finanças organizadas. Dados relativos a 2017 e 2018, no Espírito Santo, já apontam, por exemplo, para melhorias nos indicadores de Saúde e Segurança. No ranking da Folha alguns indicadores têm dados de 2015 e 2016.
Saiba mais sobre o ES
Segurança Pública
O Espírito Santo registrou queda de 24% no número de homicídios de janeiro a julho deste ano, em comparação com o mesmo período de 2017. O índice é o menor registrado, desde 1996.
Educação
Segundo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Brasil, o crescimento da rede pública estadual do Espírito Santo é o maior registrado desde que o indicador foi criado, em 2005. Com uma expansão de 0,3 pontos (ou cerca de 9% com relação a 2013), o Ensino Médio da rede estadual atingiu 3,7 pontos em 2015, subindo da décima primeira para a quarta posição no país.
O Ideb é um indicador geral da educação nas redes privada e pública, uma espécie de nota. Para chegar ao índice, o MEC calcula a relação entre rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e desempenho no Saeb/Prova Brasil aplicada para crianças do 5º e 9º ano do fundamental e do 3º ano do ensino médio. O índice é divulgado a cada dois anos.
Saúde
A taxa de mortalidade infantil do Espírito Santo atingiu 10,60 por mil nascidos vivos, em 2017. Essa taxa é 6,22% menor do que a registrada no Estado em 2014, que foi de 11,29 por mil nascidos vivos.
Assessoria
Geral - ES1.com.br
Chuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra
Outubro começa com risco de replantio da soja no Centro-Oeste e de paralisação das máquinas no Sul. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica chuva abaixo da média em Mato Grosso e Goiás, enquanto o Rio Grande do Sul pode receber até 200 milímetros acima do normal em algumas áreas.
O contraste ocorre no início do plantio da safra 2026/27, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 366,6 milhões de toneladas de grãos. A soja deverá ocupar 49,3 milhões de hectares, mas a semeadura ainda ocorre de forma pontual nas áreas de sequeiro de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul e no Paraná, as condições permitiram o início dos trabalhos.
O maior risco no Centro-Oeste não é apenas o atraso do plantio. O Inmet alerta que chuvas isoladas, seguidas por períodos secos, podem provocar germinação irregular, falhas na formação das lavouras e necessidade de replantio. Em Goiás e no Distrito Federal, as temperaturas podem superar em mais de 2°C a média histórica de outubro, acelerando a perda de água do solo.
A decisão de esperar pela regularização das chuvas também afeta o milho segunda safra. Quanto mais tarde a soja for semeada e colhida, menor será a janela para implantar o cereal dentro do período de menor risco climático.
No Matopiba, formado por partes de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a previsão também é desfavorável. As precipitações de setembro aliviaram o risco de incêndios, mas não foram suficientes para recompor a umidade do solo na maioria das áreas de sequeiro. O plantio de soja e milho deverá depender de chuvas mais regulares.
Em Mato Grosso do Sul, a condição tende a ser melhor, principalmente no sudoeste e no leste do Estado. Mesmo assim, o centro-norte e o Pantanal podem receber chuva abaixo da média, o que exige atenção antes da entrada das semeadoras.
No Sul, o excesso de umidade cria o problema inverso. A chuva pode reduzir as janelas para o preparo do solo e o plantio de soja, milho e arroz. No Rio Grande do Sul, o acumulado de outubro pode ficar aproximadamente 75 milímetros acima da média e alcançar excesso de até 200 milímetros no oeste do Estado.
O trigo é a cultura mais exposta neste momento. Parte das lavouras está em fases críticas de desenvolvimento ou de colheita. A combinação de chuva frequente e calor favorece doenças como giberela, ferrugem, oídio e manchas foliares, além de aumentar o risco de perda de qualidade e germinação do grão ainda na espiga.
Em São Paulo, a chuva tende a favorecer o plantio da soja e o desenvolvimento da cana-de-açúcar, das pastagens e das hortaliças. Minas Gerais e Espírito Santo, porém, devem enfrentar precipitações irregulares e temperaturas elevadas. Para o café, a condição pode prejudicar a uniformidade da florada e o pegamento dos frutos.
A previsão é influenciada pelo El Niño, que tem 95% de probabilidade de alcançar intensidade muito forte entre outubro e dezembro. O fenômeno ajuda a explicar a tendência de seca no Centro-Norte e chuva acima da média no Sul, mas não determina sozinho o volume que cairá em cada propriedade.
Para o produtor, a recomendação prática é não definir a semeadura apenas pela ocorrência de uma chuva. No Centro-Oeste, será necessário conferir se existe umidade suficiente no perfil do solo para sustentar a emergência das plantas. No Sul, o desafio será aproveitar os intervalos de tempo seco sem entrar com máquinas em áreas encharcadas.
Fonte: Pensar Agro
-
Geral - ES1.com.br6 dias atrásBrasil deverá colher 67,6 milhões de sacas de café de 60 quilos em 2026
-
Geral - ES1.com.br6 dias atrásComo identificar a intenção por trás de uma busca online?
-
Geral - ES1.com.br5 dias atrásGreening, safra menor e queda no consumo pressionam o setor brasileiro
-
JORNAL IMPRESSO - ES1.com.br3 dias atrásJORNAL HOJE NOTÍCIAS – Edição #4372 – 29/09/2026
-
PUBLICIDADE LEGAL - ES1.com.br7 dias atrásPUBLICIDADE LEGAL: 25/09/2026 – EDIÇÃO Nº 4369
-
Geral - ES1.com.br4 dias atrásSafra recorde deve superar capacidade dos armazéns em 133 milhões de toneladas
-
Geral - ES1.com.br9 horas atrásPesquisas preparam agro para mercado de carbono que já gera R$ 556 bilhões por ano
-
Geral - ES1.com.br3 dias atrásITR 2026: produtor tem até quarta-feira para declarar ITR e evitar multa







