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Começou o Junho Lilás, mês que destaca a importância do Teste do Pezinho em recém-nascidos para prevenção e detecção de doenças

Mesmo durante a Pandemia, o teste do Pezinho deve continuar sendo realizado

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Foto: Flickr 

No dia 6 de junho é celebrado o Dia Nacional do Teste do Pezinho, um dos exames mais importantes para detectar doenças em recém-nascidos. O exame é bem simples. Basta fazer um furinho no pé do bebê e colher algumas gotinhas de sangue capazes de identificar diversas doenças congênitas e/ou genéticas.

Através do Teste do Pezinho podem ser detectadas até 6 doenças (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme, fibrose cística, deficiência de biotinidase e hiperplasia adrenal congênita).  Caso alguma doença apareça no resultado do exame, o ideal é iniciar imediatamente o tratamento para impedir o desenvolvimento de problemas que podem levar à deficiência intelectual e ou múltipla, tais como a microcefalia, convulsões, comportamento autista, fibrosamento do pulmão, crises epilépticas, entre outras complicações. A rapidez no diagnóstico é importante para a saúde e a qualidade de vida da criança.

O Teste do Pezinho é gratuito e pode ser coletado nos Postos de Saúde (Unidades Básicas de Saúde ou Unidades de Saúde da Família) e Centros de Saúde.

Cristina Brazin, Coordenadora do Serviço de Referência em Triagem Neonatal (SRTN) da Apae de Vitória alerta sobre a importância desse teste. “Se for realizado em tempo adequado, entre o terceiro e o quinto dia de vida do bebê, é possível identificar e tratar doenças antes da manifestação dos sintomas”, afirma Cristina.

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O Teste do Pezinho passou a ser obrigatório no Brasil em 1992, e faz parte do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), que inclui os testes da Orelhinha, do Olhinho, da Linguinha e do Coraçãozinho. Através desses testes é possível diagnosticar problemas de audição, visão, língua presa e cardiopatias congênitas.

A Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes) apoia a campanha Junho Lilás, e deseja conscientizar a população da importância desse exame, mesmo em tempos de pandemia do Covid-19. Não dá para adiar o teste. É preciso fazê-lo após as 48 horas do nascimento da criança.  Segundo Vanderson Pedruzzi Gaburo, presidente da Feapaes, “o
Teste do Pezinho é um importante instrumento no diagnóstico e prevenção de múltiplas deficiências. A Apae de Vitória é referência na realização da triagem e faz o exame para todo o Estado via SUS. É fundamental reforçarmos a relevância desse serviço”.

O movimento apaeano no Espírito Santo

A Feapaes, fundada em 1992, é uma instituição sem fins econômicos, voltada para a melhoria da qualidade de vida da pessoa com deficiência intelectual e múltipla e para a atuação sustentável das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) no Espírito Santo e suas demais filiadas, formando junto o movimento Apae-ES.

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A instituição desenvolve ações de defesa e garantia de direitos, promoção da cidadania, assessoramento, formação e capacitação na área da deficiência intelectual e terceiro setor, articulação no âmbito das políticas de assistência social, educação, saúde, outras políticas transversais, estudo e pesquisa, congregando 42 instituições filiadas em 40 municípios do estado.

Atualmente são atendidas nas Apaes do estado mais de 9.106 pessoas com deficiência intelectual e suas famílias, empregando direta e indiretamente, mais de 2.500 pessoas em diversos municípios do Espírito Santo.

Fonte: Feapaes-ES

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Reforma de interiores: detalhes que fazem a diferença no resultado

Foto: Divulgação

Uma reforma de interiores raramente é definida apenas pela troca do piso, pela nova cor da parede ou pela escolha do mobiliário. O que realmente eleva a percepção de cuidado e qualidade são os elementos que costuram o ambiente, criam continuidade visual e tornam o uso diário mais confortável. São esses acabamentos que fazem um espaço parecer planejado, coerente e bem resolvido.

Em projetos residenciais e comerciais, pequenos componentes interferem diretamente na estética, na manutenção e até na durabilidade das superfícies. Quando esses pontos são pensados desde o início, a reforma tende a ganhar fluidez, menos improvisos e um resultado final mais valorizado. A seguir, estão alguns itens que merecem atenção especial nesse processo.

1. Rodapés bem proporcionados e elegantes

O rodapé tem função prática e visual. Ele protege a base da parede contra impactos, ajuda a disfarçar pequenas irregularidades e cria uma transição mais limpa entre piso e alvenaria. Quando a altura, a espessura e o acabamento são proporcionais ao pé-direito e ao estilo do ambiente, o espaço transmite mais equilíbrio.

Em ambientes contemporâneos, linhas retas e superfícies lisas costumam reforçar a sensação de organização. Já em propostas mais clássicas, perfis mais marcados podem contribuir para a linguagem decorativa. Além da aparência, vale observar a compatibilidade com o tipo de piso e com a rotina de limpeza do espaço.

Em obras com cronograma apertado, soluções de aplicação simplificada costumam ganhar espaço. Nesse contexto, o rodapé autocolante aparece como alternativa interessante para reformas sem quebra-quebra, ajustes em imóveis alugados e modernizações pontuais de quartos, salas e escritórios. Esse tipo de acabamento tende a reduzir etapas da instalação e pode colaborar para uma obra mais limpa.

2. Perfis de transição entre ambientes

A passagem de um revestimento para outro merece atenção técnica. Perfis de transição ajudam a compensar pequenas diferenças de nível, protegem as bordas do piso e evitam que o encontro entre materiais distintos pareça improvisado. Esse cuidado costuma ser decisivo em reformas que integram sala, corredor, escritório ou áreas de circulação intensa.

Quando a transição é mal resolvida, o resultado visual perde continuidade e a manutenção pode se tornar mais difícil. Em projetos com reforma rápida, esse item também contribui para um acabamento mais seguro, especialmente quando há combinação entre pisos com composições e espessuras diferentes.

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3. Guarnições e acabamentos de portas

Portas e passagens funcionam como molduras dentro do projeto. Guarnições bem escolhidas reforçam a leitura estética do ambiente e evitam que a reforma pareça incompleta. Quando há coerência entre rodapés, vistas de porta e demais acabamentos lineares, o interior ganha unidade.

Além do aspecto visual, esse item ajuda a arrematar encontros entre parede e batente, cobrindo folgas e pequenas imperfeições. Em reformas de atualização, trocar apenas esses elementos já pode alterar significativamente a sensação de acabamento, mesmo sem mudanças estruturais amplas.

4. Soleiras e arremates de passagem

Soleiras continuam relevantes em muitos projetos, especialmente em áreas de mudança de uso, como a transição entre ambientes secos e úmidos. Elas ajudam a organizar visualmente a passagem, protegem bordas e podem contribuir para uma separação mais funcional entre superfícies.

A escolha do material, da espessura e da cor interfere diretamente no resultado. Quando a soleira contrasta em excesso sem intenção estética clara, o ambiente pode parecer fragmentado. Quando dialoga com o piso e com os demais acabamentos, a passagem se torna mais natural e elegante.

5. Revestimentos compatíveis com a rotina

Um interior bonito precisa funcionar bem no cotidiano. Por isso, a escolha do revestimento deve considerar circulação, incidência de umidade, conforto térmico, conforto acústico e facilidade de limpeza. Pisos vinílicos e laminados, por exemplo, costumam ser lembrados justamente por atenderem a diferentes perfis de uso com instalação mais prática do que sistemas tradicionais.

Em apartamentos, consultórios, salas comerciais e dormitórios, esse critério pesa ainda mais. Um material visualmente atraente, mas pouco compatível com a rotina do espaço, tende a gerar desgaste precoce ou manutenção trabalhosa. O acabamento ideal é aquele que combina desempenho técnico com linguagem decorativa coerente.

6. Pintura com recortes precisos

Mesmo quando não é o foco principal da reforma, a pintura influencia a leitura de todo o ambiente. Recortes bem feitos junto ao teto, ao rodapé, às guarnições e aos pontos de marcenaria comunicam capricho. Já pequenas falhas nessas áreas costumam chamar atenção e enfraquecer a percepção de qualidade final.

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A cor também interfere na valorização dos acabamentos. Tons claros ampliam a leitura de limpeza e destacam linhas arquitetônicas. Tons mais fechados podem criar aconchego, desde que conversem com o piso, com a iluminação e com o volume do espaço. O importante é que a pintura funcione como integração, não como elemento isolado.

7. Iluminação que valoriza superfícies

A iluminação muda completamente a forma como pisos, texturas e acabamentos são percebidos. Um revestimento de boa qualidade pode perder presença quando a luz cria sombras duras, reflexos excessivos ou áreas escuras mal resolvidas. Por outro lado, um projeto simples pode ganhar sofisticação quando a luz destaca corretamente volumes e materiais.

Luz geral, pontos de destaque e temperatura de cor precisam conversar com a proposta do ambiente. Em espaços de permanência prolongada, conforto visual importa tanto quanto estética. Por isso, a iluminação deve ser tratada como parte do acabamento e não apenas como etapa final de instalação.

8. Planejamento dos encontros e emendas

Muitas reformas ficam visualmente comprometidas não pelos materiais escolhidos, mas pela falta de planejamento dos encontros. Emendas desalinhadas, recortes mal distribuídos e paginações improvisadas prejudicam a leitura do conjunto. Esse problema aparece com frequência em pisos, rodapés, painéis e revestimentos de parede.

Quando a paginação é estudada antes da execução, o espaço ganha continuidade e menos desperdício. Esse cuidado também favorece a durabilidade, porque reduz pontos frágeis e improvisos técnicos. Em outras palavras, o bom resultado não depende apenas do produto, mas da forma como cada peça se relaciona com a outra.

Uma reforma de interiores se destaca quando os detalhes deixam de ser secundários. São esses itens, muitas vezes discretos, que dão acabamento, conforto e valor real ao ambiente.

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