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Com preços firmes, exportações de frango ampliam receita em fevereiro
O Brasil exportou 460,6 mil toneladas de carne de frango e miudezas comestíveis em fevereiro, volume 5,5% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques somaram 436,6 mil toneladas. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A receita obtida com as vendas externas chegou a cerca de R$ 4,49 bilhões, avanço de 9,8% em relação aos aproximadamente R$ 4,09 bilhões faturados um ano antes.
Além do aumento no volume embarcado, os preços internacionais também contribuíram para o resultado. O valor médio pago pela carne de frango brasileira ficou próximo de R$ 9,7 mil por tonelada, cerca de 4,1% acima do registrado em fevereiro do ano passado.
No acumulado do primeiro bimestre, o Brasil exportou 907,6 mil toneladas da proteína, crescimento de 2,4% na comparação com o mesmo período de 2025. A receita obtida com os embarques alcançou aproximadamente R$ 8,98 bilhões, aumento de 3,3% na mesma base de comparação.
O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango, com forte presença em mercados da Ásia e do Oriente Médio. A competitividade do produto brasileiro, associada à escala de produção e ao status sanitário do país, mantém a proteína entre os principais itens da pauta de exportações do agronegócio nacional.
Fonte: Pensar Agro
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Pesquisa da Embrapa cria padrão para classificar chá-mate
A Embrapa Florestas lançou um guia técnico que padroniza a forma de avaliar aroma, sabor e aparência do chá-mate, iniciativa que busca dar maior previsibilidade e qualidade à cadeia produtiva da erva-mate. A nova ferramenta transforma em aplicação prática o “dicionário sensorial” desenvolvido em 2021 e permite que produtores, indústrias e avaliadores utilizem critérios objetivos na classificação da bebida — modelo semelhante ao adotado em mercados mais estruturados, como os de café e vinho.
A erva-mate tem peso histórico na economia brasileira. No fim do século XIX e início do século XX, o produto chegou a constituir um dos principais ciclos econômicos do Sul do País, especialmente no Paraná. Hoje, o Brasil permanece como maior produtor mundial da bebida, responsável por cerca de 80% da produção global, com cultivo concentrado também em Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Entre os principais importadores estão Uruguai, Argentina e Chile, além de mercados do Oriente Médio, como Syria e Lebanon.
O novo documento da Embrapa simplifica o uso das pesquisas acadêmicas realizadas nos últimos anos e traduz os resultados para um formato prático, em português, voltado ao dia a dia da indústria e dos produtores. Segundo a pesquisadora responsável pelo estudo, desenvolvido em parceria com a Kansas State University, o objetivo é oferecer um vocabulário técnico comum para classificar e controlar a qualidade do produto, além de apoiar programas de melhoramento e o desenvolvimento de novos produtos.
O sistema organiza 39 atributos sensoriais em quatro categorias principais — aparência, aroma, sabor e gosto residual. Cada característica é acompanhada de referências simples, como amido de milho, cacau em pó ou frutas específicas, que ajudam no treinamento de avaliadores sem necessidade de equipamentos laboratoriais complexos. A metodologia utiliza ainda uma escala numérica de intensidade, de 0 a 15, permitindo comparar resultados entre diferentes produtores e laboratórios.
Na prática, o método reduz a subjetividade na avaliação da bebida. Em vez de classificações genéricas, como “chá-mate forte”, a análise passa a identificar características específicas, como notas de fumaça, amadeirado, vegetal escuro ou gramíneas — perfis frequentemente observados nas amostras estudadas. Para a indústria, a padronização também facilita o controle de qualidade da matéria-prima e o ajuste de processos de secagem e tostagem, considerados um dos gargalos históricos da cadeia.
A expectativa é que a padronização contribua para elevar o valor agregado da erva-mate brasileira. Ao permitir a diferenciação de perfis sensoriais e a criação de produtos com características específicas — incluindo notas florais, frutadas ou de especiarias — o setor busca ampliar a presença da bebida em nichos premium do mercado internacional e reduzir a dependência do modelo tradicional de commodity.
Fonte: Pensar Agro
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