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Celular pirata: saiba como verificar se seu aparelho pode ser bloqueado

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A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) conclui, neste domingo (24), a última fase do projeto ‘Celular Legal’, que bloqueia aparelhos piratas em 15 estados.

Usuários das regiões Norte (Amazonas, Roraima, Pará, Amapá), Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia) e Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) serão afetados. 

Os celulares piratas são aqueles que não foram certificados pela Anatel e, por isso, não há garantia de segurança ao consumidor ou de compatibilidade com as redes de telefonia móvel brasileiras.

Desde fevereiro do ano passado, foram bloqueados 244.217 celulares e foram enviadas 531.446 mensagens de notificações sobre a ação. O projeto do governo federal tem a intenção de combater adulterações, roubos ou extravios de aparelhos.

Para saber se um celular ficará sem sinal a partir deste domingo, o primeiro passo é encontrar o número do IMEI. Esse registro é global e exclusivo para cada aparelho, portanto, até mesmo modelos comprados em outros países possuem essa identificação.

O IMEI está registrada no corpo do aparelho, atrás da bateria, ou no manual do fabricante. Uma alternativa é digitar *#06# no próprio celular e a sequência numérica aparecerá automaticamente na tela. Caso o seja possível usar mais de um chip de operadora, serão exibidos dois códigos diferentes. Por último, é necessário checar no site da Anatel a situação do aparelho. 

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Folha Vitória

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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