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Água: a fonte da vida

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O Dia Mundial da Água é celebrado nesta quinta-feira, 22 de março, mas as ações de escolas, entidades privadas, cooperativas e também boa parte da população tem demonstrado preocupação com esse bem valioso, importante para a população mundial, afinal, todos os seres vivos dependem da água para sobreviver, e a existência de água potável também depende de nós.

O Dia Mundial da Água foi criado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas através da resolução A/RES/47/193 de 21 de Fevereiro de 1993. No dia em todo mundo as pessoas buscam uma forma de celebrar a data, principalmente como conscientização, com palestras, momentos de reflexão.


camera_enhance Alunos da Bértolo Malacarne conheceram nascentes preservadas e em fase de recuperação, aprendendo sobre a importância delas (Crédito: divulgação)


O trabalho de conscientização foi intenso em 2017, no município de São Gabriel da Palha. A escola Bértolo Malacarne, por exemplo, iniciou o projeto “Deixe a Terra Florescer”, idealizado pelas professoras Lucinéia Braun e Marinete Lima e pela diretora da escola Flaviany Cristina Luiz do Nascimento Riquieri, de plantio de árvores em nascentes, que teve como objetivo resultados permanentes na preservação. A escola ainda realizou visitas educativas com os alunos em várias áreas do município com trabalhos de preservação e recuperação, cooperando com o desenvolvimento educacional das crianças, na esperança de que mais água ‘brote’ em terras gabrielenses.

 

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camera_enhance Na Caminhada Ecológica da Coopcam, o público teve uma verdadeira aula de conscientização na conservação e recuperação de nascentes (Crédito: divulgação)


Também no mesmo ano, a Cooperativa dos Caminhoneiros de São Gabriel da Palha (Coopcam), realizou uma caminhada ecológica onde mais de 100 pessoas tiveram uma verdadeira aula de conscientização na conservação e recuperação de nascentes, as palestras ao ar livre foram ministradas pelo presidente da Coopcam, Advaldo Antônio Zotelle e também por um técnico da Cooabriel. Nas duas áreas foram abordados temas importantes para conscientizar as pessoas sobre a importância da recuperação de nascentes. 


camera_enhance Na Caminhada Ecológica Paróquia Arcanjo Gabriel, os participantes visitaram a nascente do Córrego São Gabriel (Crédito: divulgação)


 Quem também organizou uma caminhada ecológica foi a Paróquia Arcanjo Gabriel, em setembro do ano passado, o movimento contou com a participação de populares que reivindicaram mais cuidados com o córrego São Gabriel. Os participantes passaram pela nascente do Córrego São Gabriel, em seguida partiram para uma grande caminhada cortando toda a cidade.

 

 

Você está fazendo a sua parte?

 

O ano de 2018 começou com bom volume de chuvas na região, o que pode dar a sensação de que não haverá mais problemas com crise hídrica, como em anos anteriores.

Mas é importante não se deixar levar pelas belas imagens de rios cheios após as chuvas, isso porque grande volume de água já foi embora, pois são resultados das águas que escoaram das ruas e que não são absorvidas pelo solo.

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Nós sabemos que a quantidade de água no mundo é a mesma desde os primórdios, e o que temos é o aumento da população e do desperdício, que é causado pela própria comunidade, que acaba tendo o pensamento de: “a crise já passou”, o que é errado.

A responsabilidade de uma seca é nossa, fruto de desmatamento, poluição e desperdício, por isso é dever de todo cidadão contribuir para reverter o quadro e impactar o meio ambiente de maneira positiva: plantando árvores, reduzindo o desperdício e mobilizando mais pessoas, uma corrente do bem.

Mas infelizmente, os maus exemplos aparecem gritando nas portas, ruas e claro, nos rios. Todos os dias lixos e mais lixos são destinados de forma incorreta, são pets, móveis, eletrodomésticos velhos.

Não podemos pagar para ver os resultados das inconsequências de uma parcela, vamos fazer a nossa parte. Economize água! Use o que você realmente precisa, conserte possíveis vazamentos, plante uma árvore, jogue seus resíduos nos locais adequados, converse com seus filhos, irmãos, pais e amigos, na escola. Contamine o mundo com suas boas ações.

 

 

Editora Hoje / SAAEC

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Reforma de interiores: detalhes que fazem a diferença no resultado

Foto: Divulgação

Uma reforma de interiores raramente é definida apenas pela troca do piso, pela nova cor da parede ou pela escolha do mobiliário. O que realmente eleva a percepção de cuidado e qualidade são os elementos que costuram o ambiente, criam continuidade visual e tornam o uso diário mais confortável. São esses acabamentos que fazem um espaço parecer planejado, coerente e bem resolvido.

Em projetos residenciais e comerciais, pequenos componentes interferem diretamente na estética, na manutenção e até na durabilidade das superfícies. Quando esses pontos são pensados desde o início, a reforma tende a ganhar fluidez, menos improvisos e um resultado final mais valorizado. A seguir, estão alguns itens que merecem atenção especial nesse processo.

1. Rodapés bem proporcionados e elegantes

O rodapé tem função prática e visual. Ele protege a base da parede contra impactos, ajuda a disfarçar pequenas irregularidades e cria uma transição mais limpa entre piso e alvenaria. Quando a altura, a espessura e o acabamento são proporcionais ao pé-direito e ao estilo do ambiente, o espaço transmite mais equilíbrio.

Em ambientes contemporâneos, linhas retas e superfícies lisas costumam reforçar a sensação de organização. Já em propostas mais clássicas, perfis mais marcados podem contribuir para a linguagem decorativa. Além da aparência, vale observar a compatibilidade com o tipo de piso e com a rotina de limpeza do espaço.

Em obras com cronograma apertado, soluções de aplicação simplificada costumam ganhar espaço. Nesse contexto, o rodapé autocolante aparece como alternativa interessante para reformas sem quebra-quebra, ajustes em imóveis alugados e modernizações pontuais de quartos, salas e escritórios. Esse tipo de acabamento tende a reduzir etapas da instalação e pode colaborar para uma obra mais limpa.

2. Perfis de transição entre ambientes

A passagem de um revestimento para outro merece atenção técnica. Perfis de transição ajudam a compensar pequenas diferenças de nível, protegem as bordas do piso e evitam que o encontro entre materiais distintos pareça improvisado. Esse cuidado costuma ser decisivo em reformas que integram sala, corredor, escritório ou áreas de circulação intensa.

Quando a transição é mal resolvida, o resultado visual perde continuidade e a manutenção pode se tornar mais difícil. Em projetos com reforma rápida, esse item também contribui para um acabamento mais seguro, especialmente quando há combinação entre pisos com composições e espessuras diferentes.

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3. Guarnições e acabamentos de portas

Portas e passagens funcionam como molduras dentro do projeto. Guarnições bem escolhidas reforçam a leitura estética do ambiente e evitam que a reforma pareça incompleta. Quando há coerência entre rodapés, vistas de porta e demais acabamentos lineares, o interior ganha unidade.

Além do aspecto visual, esse item ajuda a arrematar encontros entre parede e batente, cobrindo folgas e pequenas imperfeições. Em reformas de atualização, trocar apenas esses elementos já pode alterar significativamente a sensação de acabamento, mesmo sem mudanças estruturais amplas.

4. Soleiras e arremates de passagem

Soleiras continuam relevantes em muitos projetos, especialmente em áreas de mudança de uso, como a transição entre ambientes secos e úmidos. Elas ajudam a organizar visualmente a passagem, protegem bordas e podem contribuir para uma separação mais funcional entre superfícies.

A escolha do material, da espessura e da cor interfere diretamente no resultado. Quando a soleira contrasta em excesso sem intenção estética clara, o ambiente pode parecer fragmentado. Quando dialoga com o piso e com os demais acabamentos, a passagem se torna mais natural e elegante.

5. Revestimentos compatíveis com a rotina

Um interior bonito precisa funcionar bem no cotidiano. Por isso, a escolha do revestimento deve considerar circulação, incidência de umidade, conforto térmico, conforto acústico e facilidade de limpeza. Pisos vinílicos e laminados, por exemplo, costumam ser lembrados justamente por atenderem a diferentes perfis de uso com instalação mais prática do que sistemas tradicionais.

Em apartamentos, consultórios, salas comerciais e dormitórios, esse critério pesa ainda mais. Um material visualmente atraente, mas pouco compatível com a rotina do espaço, tende a gerar desgaste precoce ou manutenção trabalhosa. O acabamento ideal é aquele que combina desempenho técnico com linguagem decorativa coerente.

6. Pintura com recortes precisos

Mesmo quando não é o foco principal da reforma, a pintura influencia a leitura de todo o ambiente. Recortes bem feitos junto ao teto, ao rodapé, às guarnições e aos pontos de marcenaria comunicam capricho. Já pequenas falhas nessas áreas costumam chamar atenção e enfraquecer a percepção de qualidade final.

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A cor também interfere na valorização dos acabamentos. Tons claros ampliam a leitura de limpeza e destacam linhas arquitetônicas. Tons mais fechados podem criar aconchego, desde que conversem com o piso, com a iluminação e com o volume do espaço. O importante é que a pintura funcione como integração, não como elemento isolado.

7. Iluminação que valoriza superfícies

A iluminação muda completamente a forma como pisos, texturas e acabamentos são percebidos. Um revestimento de boa qualidade pode perder presença quando a luz cria sombras duras, reflexos excessivos ou áreas escuras mal resolvidas. Por outro lado, um projeto simples pode ganhar sofisticação quando a luz destaca corretamente volumes e materiais.

Luz geral, pontos de destaque e temperatura de cor precisam conversar com a proposta do ambiente. Em espaços de permanência prolongada, conforto visual importa tanto quanto estética. Por isso, a iluminação deve ser tratada como parte do acabamento e não apenas como etapa final de instalação.

8. Planejamento dos encontros e emendas

Muitas reformas ficam visualmente comprometidas não pelos materiais escolhidos, mas pela falta de planejamento dos encontros. Emendas desalinhadas, recortes mal distribuídos e paginações improvisadas prejudicam a leitura do conjunto. Esse problema aparece com frequência em pisos, rodapés, painéis e revestimentos de parede.

Quando a paginação é estudada antes da execução, o espaço ganha continuidade e menos desperdício. Esse cuidado também favorece a durabilidade, porque reduz pontos frágeis e improvisos técnicos. Em outras palavras, o bom resultado não depende apenas do produto, mas da forma como cada peça se relaciona com a outra.

Uma reforma de interiores se destaca quando os detalhes deixam de ser secundários. São esses itens, muitas vezes discretos, que dão acabamento, conforto e valor real ao ambiente.

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