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Robson Storch

Violência doméstica contra criança e adolescente

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É ainda na infância que o ser humano aprende sobre afeto, amor, carinho, cuidados e é aí que começa a formação de sua identidade cultural. O problema está quando essa criança convive em um ambiente de brigas e até mesmo sofre essas agressões físicas e ou verbal que muitas vezes são cometidas pelos próprios membros da família. Esse indivíduo levará consigo tais mágoas pelo resto de sua vida podendo inclusive projetá-lo em seu futuro com sua família. 

O ambiente familiar é a base de tudo para o bom desenvolvimento da criança e do adolescente, é preciso ter uma atenção maior nessa fase já que é de descobertas, é nela que a criança descobre o desejo para determinadas coisas; tanto para o bem quanto pra o mal. Se desenvolver em ambientes inapropriados pode vim a afetar seriamente não apenas o aprendizado, mas também o desenvolvimento físico e mental, gerando adultos agressivos, impacientes, magoados, irritados e com muitas dificuldades em conviver em sociedade e até mesmo de construir amigos. 

Agressão doméstica tem um impacto muito grande em crianças e adolescentes. Isso se pode perceber quando os mesmos chegam à escola, fica nítido para o professor quando observa tipos inadequados de comportamento. Podemos ainda aqui exemplificar que existem quatro tipos de violência, a física, a sexual, a psicológica e a negligência. A negligência também é uma forma de agressão, onde a criança e ou adolescente percebe a falta de limites que devem vir da família, já que a criança ou adolescente sofre privações de carinho, limites, normas, regras, limpeza e até em muitos casos a alimentação. 

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É notável quando há algum problema com crianças ou adolescentes, eles não conseguem disfarçar, mostram de diferentes formas como; agressividade, afastamento, não se socializa e até mesmo ficarem em silêncio guardando todo o problema para elas mesmas. Geralmente são crianças quietas demais, com hematomas que não sabem explicar como surgiu, falta de higiene, e até crianças agressivas, pois esse modo de agir pode ser uma forma delas se protegerem do medo, onde muitas vezes são ameaçadas pelos agressores. 

 

A Lei da Palmada, é uma lei que rege sobre os cuidados da criança e do adolescente. Essa lei não tem a intenção de prender pais por dar palmadas em seus filhos, e sim fazê-los entender que educar pode ser uma tarefa feita com carinho e conversa. O que não pode é espancar.

Formado em geografia e pedagogia e Mestre em Educação Holística pela FATEFFIR

Robson Storch

Rendimento escolar é bem melhor quando a criança pratica alguma atividade física

Todo mundo já está cansado de saber que a prática de atividade física regularmente traz diversos benefícios à saúde física e mental. No entanto, um recente estudo revela que o exercício físico pode refletir positivamente nas notas escolares de crianças e adolescentes. Enquanto escola podemos perceber diversas mudanças em relação aos alunos que praticam algum tipo de atividade física, os mesmos sempre estão dispostos, ativos, prestam mais atenção nas aulas, cumprem com rigor as tarefas e estão sempre dispostos. Entre as meninas, por exemplo, a realização de atividades físicas vigorosas pode estar associada com um melhor desempenho acadêmico além de demonstrarem um interesse futuro até mesmo de entrar no mercado de trabalho. Já entre os meninos, o condicionamento aeróbico pareceu ter uma influência nesse sentido. 

A atividade física ajuda positivamente no desempenho escolar como no físico das crianças, promovendo uma boa postura corporal e outros benefícios para a saúde física e mental. Nas escolas as aulas de educação física são de suma importância para esse tipo de melhorias dentro das aulas. Em nossas escolas acontece muito à interdisciplinaridade onde são desenvolvidos trabalhos em parceria com as disciplinas onde um tema geral é trabalhado em conjunto com todos os professores de diversas áreas de conhecimento. Trabalhar o tema saúde para a criança e o adolescente estimula o desenvolvimento das atividades diárias das diversas disciplinas como a importância de uma alimentação saudável. 

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Nos dias atuais temos visto crianças muito acima do peso, e nenhuma preocupação dos pais em relação a alimentação de seus filhos. É ai que entra a escola com a ajuda em relação ao futuro dessa criança e a importância de atividades físicas no seu dia a dia. Hoje temos que mostrar não só para os nossos alunos mais para suas famílias de tal importância, pois os prejuízos serão futuros. Temos que lembrar sempre que o brincar é algo que é passageiro e ainda estimula no conhecimento e no gostar de fazer atividades físicas tanto para a saúde física quanto a mental. 

Hoje, é certo que vários dos estímulos e apelos do mundo moderno e eletrônico são muito danosos para a mente humana. O bombardeio de informações negativistas das TVs, músicas com forte apelo erótico e agressivo, computador, internet com conteúdos graves, promíscuos, vícios em games e jogos eletrônicos. E não há como escola, pais, terapeutas, evitarem o contato e influência de tudo isso. Mas, curiosamente, aquelas crianças e jovens que são incentivados a práticas esportivas, educação ambiental, dança e atividades culturais acabam se tornando imunes e até indiferentes ao malefício do mau uso de uma tecnologia altamente sedutora. 

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O ideal é sempre aquilo que a criança gosta de fazer. Qualquer atividade física que seja imposta, seja pela obrigatoriedade na escola, seja por desejo pessoal dos pais, tende a afastar a criança do hábito saudável da prática constante. A atividade deve sempre ser tratada como brinquedo e diversão, o que aumenta as chances da criança manter esse hábito ao longo da vida, uma vez que ela o associa ao lazer e ao prazer. Os pais devem propor atividades diferentes, que vão desde brincadeiras como amarelinha, queimada, pular corda, dançar e correr, até esportes como natação, futebol, vôlei etc. E aí vai uma dica: se a criança quer que os pais façam parte da brincadeira, entre de cabeça! Isso é importante para conhecer as competências e habilidades desenvolvidas na presença dos seus mentores. E não custa lembrar que as atividades físicas não têm gênero definido: qualquer criança pode escolher dançar ou jogar futebol, praticar ginástica olímpica ou lutar judô. O que realmente importa é o benefício que o exercício traz para a saúde física e mental.

Formado em geografia e pedagogia e Mestre em Educação Holística pela FATEFFIR

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