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Viatura da PC de São Gabriel capota com presa no compartimento de segurança

Segundo informações, o veículo aquaplanou devido à chuva, atravessou a pista, colidiu com o meio fio e capotou

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O veículo seguia de São Gabriel da Palha com destino ao Presídio Feminino de Colatina. Foto: Editora Hoje

Uma viatura da Policia Civil de São Gabriel da Palha, capotou na tarde de ontem (20), na Rodovia ES-080, enquanto fazia o transporte de uma mulher para o Centro de Detenção Provisória de Colatina.

Segundo informações, do delegado do município de São Gabriel, Rafael Pereira Caliman, o condutor perdeu o controle da direção devido à chuva e aquaplanou, atravessou a pista, colidiu com o meio fio e capotou, indo parar no meio do mato. A viatura era conduzida por um escrivão da polícia civil.

Ainda, de acordo com informações, o policial foi socorrido e levado para um hospital particular de Colatina com lesões leves, já sendo liberado horas depois.

Já a detenta foi levada para o Hospital Silvio Avidos, onde recebeu o atendimento. A mesma sofreu uma lesão no braço, foi medicada, recebeu alta e foi encaminhada para o presídio.

Fonte: Editora Hoje

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Consciência Negra: confira algumas indicações de filmes e livros que abordam a questão racial no Brasil e no mundo

Foto: Freepik

O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado, no Brasil, em 20 de novembro. A data foi escolhida por coincidir com o dia atribuído à morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, um dos maiores líderes negros do Brasil que lutou pela libertação do povo contra o sistema escravista.

No Dia da Consciência Negra, separamos algumas indicações de leitura e filmes nas quais você pode mergulhar. Confira:

Livros:

Palmares de Zumbi

Palmares de Zumbi traz uma releitura da saga de um dos maiores heróis negros do Brasil, lançando uma nova luz sobre esse grande homem – guerreiro, capoeirista, rei –, mas também sobre um Palmares que não seria o que foi sem Zumbi. Uma homenagem ao herói, narrada com paixão e reverência à cultura da capoeira e ao líder quilombola.

Raízes do Brasil 

Nunca será demasiado reafirmar que Raízes do Brasil inscreve-se como uma das verdadeiras obras fundadoras da moderna historiografia e ciências sociais brasileiras. Tanto no método de análise quanto no estilo da escrita, tanto na sensibilidade para a escolha dos temas quanto na erudição exposta de forma concisa, revela-se o historiador da cultura e ensaísta crítico com talentos evidentes de grande escritor. A incapacidade secular de separarmos vida pública e vida privada, entre outros temas desta obra, ajuda a entender muito de seu atual interesse. E as novas gerações de historiadores continuam encontrando, nela, uma fonte inspiradora de inesgotável vitalidade. Todas essas qualidades reunidas fizeram deste livro, com razão, no dizer de Antonio Candido, “um clássico de nascença”.

Memórias da plantação, de Grada Kilomba

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Memórias da Plantação é uma compilação de episódios cotidianos de racismo, escritos sob a forma de pequenas histórias psicanalíticas. Das políticas de espaço e exclusão às políticas do corpo e do cabelo, passando pelos insultos raciais, Grada Kilomba desmonta, de modo incisivo, a normalidade do racismo, expondo a violência e o trauma de se ser colocada/o como Outra/o. Publicado originalmente em inglês, em 2008, Memórias da Plantação tornou-se uma importante contribuição para o discurso acadêmico internacional. Obra interdisciplinar, que combina teoria pós-colonial, estudos da branquitude, psicanálise, estudos de gênero, feminismo negro e narrativa poética, esta é uma reflexão essencial e inovadora para as práticas descoloniais.

A Nova Segregação: Racismo e Encarceramento em Massa 

O livro de Michelle Alexander revela os alicerces do racismo dentro da democracia liberal moderna. Boa reflexão sobre o sistema carcerário. Publicado em 2010, vendeu cerca de 600 mil exemplares e permaneceu na lista de mais vendidos do The New York Times por mais de 120 semanas.

 
 A escrava Isaura, de Bernardo Guimarães

Isaura é uma escrava que recebeu a mesma educação de uma mulher branca graças à bondade de sua senhora. Devido ao seu tratamento bondoso, nunca havia pensado em ser livre. Isso, até que se apaixona por Álvaro, um homem rico, herdeiro, branco e defensor do abolicionismo. Escrito por Bernardo Guimarães e publicado em 1876, a obra instiga no leitor uma reflexão sobre o preconceito. A escrava Isaura traz à luz questões étnicas num contexto pré-abolicionista.

 O navio negreiro e outros poemas, de Castro Alves

Publicado antes da abolição da escravatura pelo abertamente abolicionista Castro Alves, O navio negreiro é o seu poema mais famoso. Os demais poemas reunidos nessa obra fazem parte da primeira fase de produção de Castro Alves e servem de referência direta para compreensão da história da época. Conhecido como Poeta dos escravos, Castro Alves morreu com 24 anos e é um dos autores mais importantes do movimento abolicionista.

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Filmes:

What Happened, Miss Simone? 

 Indicado ao Oscar de melhor documentário, What Happened, Miss Simone? (2015), de Liz Garbus, conta a história de uma das maiores lendas da música americana, que sacrificou a vida pessoal e a carreira ao lutar contra o racismo. Nina Simone foi pianista, cantora, compositora e uma obstinada ativista pelos direitos dos negros norte-americanos. Disponível na Netflix.

Cidade de Deus: 10 Anos Depois 

Um dos filmes mais importantes do cinema brasileiro, Cidade de Deus (2002) é revisitado neste documentário de 2013, de Cavi Borges e Luciano Vidigal. A produção mostra o que mudou nas vidas dos jovens intérpretes do longa de Fernando Meirelles, que retrata a desigualdade social e a ascensão da violência na favela homônima do Rio de Janeiro. O documentário destaca os caminhos da construção social no Brasil, que desumaniza a população negra, e aborda a participação dos negros na produção audiovisual nacional, quase nunca fora dos estereótipos.

Eu Não Sou Seu Negro 

Com narração de Samuel L. Jackson, o documentário indicado ao Oscar é baseado no livro inacabado de James Baldwin. O diretor Raoul Peck espelha as propostas dos líderes ativistas Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King (na foto acima) em questões raciais contemporâneas.

Fonte: Editora Hoje/ Taglivros

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