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Um em cada três imóveis é vendido via consórcio no ES

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A participação dos consórcios em setores importantes do país se mostrou cada vez mais consolidada nos últimos anos, se portando como um importante parceiro para a estabilização do cenário econômico. Dentre os segmentos que mais vivenciaram o crescimento da modalidade está o de imóveis, que registrou a participação de 29,1% no total de transações imobiliárias no terceiro trimestre de 2017 no país.
Entre os motivos que influenciaram o crescimento expressivo dos consórcios nos últimos anos está a crise econômica, que teve seu ápice em 2015 e fez com que muitos brasileiros precisassem buscar por opções que trouxessem maior estabilidade no planejamento financeiro. Quem aponta isso são os dados divulgados recentemente pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio – Abac. 

“Depois de oscilar negativamente no período de 2009 a 2014, a modalidade de consórcios mostrou uma grande capacidade de recuperação nos últimos anos, sempre fechando a conta com um saldo positivo. Para título de comparação, a participação nacional do segmento de imóveis no período de janeiro a setembro de 2014 era de 11,4% no total de vendas. No mesmo período do ano passado, ficou em 29,1%, com crescimento expressivo de 17,7 pontos percentuais em apenas três anos”, destacou Robson Subtil de Amorim, Diretor do Consórcio Viwa e Diretor da Regional Sudeste II da Abac. 

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No Espírito Santo, os números de participação da modalidade nas vendas de imóveis seguem o padrão nacional. Ainda de acordo com Robson Subtil de Amorim, houve, inclusive, um aumento nessa porcentagem entre 2016 e 2017. “O ES é, atualmente, o oitavo maior mercado de consórcios de imóveis do Brasil. A participação nas vendas no terceiro trimestre de 2017 ficou em 27,4%, número 2% superior aos 25,4% do mesmo período de 2016”, destacou o executivo.

Para este ano, seguem as expectativas de crescimento ainda maiores ao longo do ano. “Uma pesquisa feita pela QuorumBrasil, com mais de 1.000 entrevistados em quatro capitais do país, apontou que a esperança do brasileiro de melhora na economia em 2018 é presente em 49% da população, o que gera expectativas de investimentos por parte desse público”, finalizou Robson Subtil de Amorim.

Novo grupo de imóveis

 

Pensando na demanda cada vez mais crescente na modalidade de consórcio de imóveis, o Consórcio Viwa lançou, neste mês de março, seu mais novo grupo para comercializar cotas para quem deseja comprar sua primeira moradia, ampliar um negócio, abrir um escritório, entre outras utilizações. Com o diferencial do segmento de poder parcelar 100% do bem, sem juros, o grupo terá cartas de crédito a partir de R$ 75.000,00 e até 144 meses para pagar.

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Mile4 Assessoria de Comunicação

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Receita alerta para golpe do falso IOF antecipado via Pix

Cobrado sobre operações de crédito e de câmbio, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) está sendo usado por criminosos para enganar tomadores de empréstimos. A Receita Federal emitiu um alerta sobre estelionatários que se passam por supostas empresas para condicionar a liberação do crédito ao pagamento antecipado de IOF via Pix.

Segundo o Fisco, os fraudadores fornecem documentos falsos de notificação e de arrecadação que induzem o cidadão a recolher taxas inexistentes para a liberação do dinheiro. A vítima repassa o suposto IOF por meio de transferências Pix para pessoas físicas.

Boleto usado no golpe condiciona transferência de empréstimo a pagamento adiantado de IOF por Pix – Divulgação/Receita Federal

Em comunicado, a Receita Federal informa que jamais fornece dados para recolhimento de tributos ou de taxas via transferência. Segundo o órgão, os servidores do Fisco não prestam serviços de empréstimo à população nem entram em contato para cobrar pagamentos.

Embora alguns tributos possam ser pagos via Pix, a Receita esclarece que o IOF só pode ser quitado por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), pago pela instituição que concede o empréstimo, não pelo tomador. Caso desconfie ser vítima de um golpe, a Receita Federal orienta que o cidadão procure imediatamente a polícia, munido de todas as provas possíveis, e registre um boletim de ocorrência.

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Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Economia

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