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Último engraxate da cidade tem seus clientes fiéis

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Não são poucos os senhores que procuram o engraxate João Vieira da Silva, 47 anos, na travessa Cecília Agostinho, em frente a igreja matriz de São Francisco de Assis, em Barra de São Francisco. Há cinco anos atuando no local, ele afirma com orgulho que é o último e único engraxate profissional da cidade.

Sempre sorridente e com uma história pra contar, João Engraxate tem simpatia e profissionalismo. Ele é evangélico e tem sempre uma palavra bíblica, uma mensagem positiva para seus clientes e amigos.

Vieira conta que se aposentou depois de um acidente que quase lhe tirou a vida. “Gosto do que faço e quero que o cliente saia daqui satisfeito. Não sei exatamente quantos clientes tenho, mas os que tenho são fiéis e são meus amigos”, afirma.

Além de João, apenas um outro engraxate pode ser visto na cidade, em frente à rodoviária, mas ele afirma que não vive de engraxar sapatos, mas sim de catar materiais recicláveis. Esquivo, ele evita dar o seu nome ou ser fotografado pela reportagem do jornal Notícia Certa.

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‘Profissão’ era quase obrigatória

Ser engraxate, há pouco mais de duas décadas, era uma “profissão” quase obrigatória para crianças e adolescentes de quase todas as classes sociais. As crianças usavam o tempo fora da escola para vender picolés ou engraxar sapatos, sempre orientadas pelos pais. Com a aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), as crianças foram se afastando das caixas de picolé e de engraxate.

Hoje, com a praticidade dos produtos para limpeza de sapatos, quase ninguém usa mais o serviço. A profissão, teve início por volta de 1806, quando um operário poliu em sinal de respeito as botas de um general francês e foi recompensado com uma moeda de ouro por isso.

 

Editora Hoje

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Bacia do Rio Santa Maria recebe mais de R$35 milhões para restauração florestal

Investimento contempla mais de mil hectares em três municípios do Espírito Santo, outros R$135 milhões foram destinados a Baixo Guandu

A bacia do rio Santa Maria do Doce receberá mais de R$35 milhões para ações de restauração florestal em cerca de mil hectares nos municípios capixabas de Colatina, São Roque do Canaã e Santa Teresa. O investimento previsto, via editais, é destinado à contratação de serviços técnicos, científicos e operacionais.

O diretor-presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, assinou no dia 2 de junho, em Colatina, o Termo de Compromisso que garante o repasse dos recursos. O evento contou com representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Rio Santa Maria do Doce e do Rio Doce e do poder público estadual e municipal.

Total de investimentos

Ao todo, a Fundação Renova vai investir, por meio de editais, cerca de R$540 milhões para promover a restauração florestal de, aproximadamente, 16 mil hectares.

Segundo Andre de Freitas, cerca de R$106 milhões serão destinados à recuperação de 420 nascentes e 2,8 mil hectares que, além da bacia do rio Santa Maria do Doce (ES), incluem as bacias do rio Piranga (MG) e Corrente Grande (MG). “Em maio, firmamos o investimento de R$135 milhões na restauração florestal em 5 mil hectares da bacia do rio Guandu, no Espírito Santo. Agora, anunciamos esse repasse que beneficiará diretamente mais três municípios capixabas”, afirma.

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Esses valores fazem parte do montante de R$1,7 bilhão, que será empregado no cumprimento de parte da meta socioambiental de recuperar 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Recarga Hídrica (ARH), e de 5 mil nascentes ao longo de dez anos.

Editais

A Fundação Renova mantém contratos com 12 parceiros para restauração florestal de 15.500 hectares. Ao oferecer serviços técnicos, científicos e operacionais, as empresas ou consórcios contratados se tornam responsáveis pela execução das ações estabelecidas pelo Programa de Recuperação de APPs e Áreas de Recarga da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e Programa de Recuperação de Nascentes.

Produtores rurais

Além dos editais de contratação de fornecedores, a Fundação Renova mantém um edital permanente para produtores e proprietários rurais de 66 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Edital de Adesão de Produtores Rurais aos Programas de Restauração Florestal é voltado para quem deseja colaborar com o processo de restauração florestal em APPs, ARHs e nascentes em suas propriedades. Até maio mais de 1.600 inscrições haviam sido feitas, totalizando uma área de aproximadamente 23 mil hectares autodeclarados.

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Segundo o coordenador de Restauração Florestal, José Almir Jacomelli, a Fundação Renova fornece os insumos necessários para o cercamento das áreas com projetos de restauração florestal, manutenção, assistência técnica operacional e apoio na inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “O produtor rural fica responsável por manter a área protegida, podendo executar o cercamento e mantê-lo por um prazo de cinco anos, bem como optar ou não pela execução das práticas de restauração florestal”, destaca.

Fonte: Fundação Renova

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