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Trabalhadores domésticos e autônomos impulsionam emprego no ES

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O nível de ocupação no Espírito Santo, referente ao 4º trimestre de 2017, registrou crescimento de 2,6 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2016, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira, 06, no Boletim de Mercado de Trabalho produzido pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN). A informação tem como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  
Como destaca a diretora-presidente do IJSN, Gabriela Lacerda, “o nível de ocupação do Estado, de 56,9%, é superior ao do Brasil (54,5%), e tem apresentado crescimento em ritmo superior ao nacional”.
O aumento no número de pessoas ocupadas, entre as pessoas em idade de trabalhar, foi impulsionado pelo crescimento dos trabalhadores domésticos (21,4%) e pelos trabalhadores que exercem atividade por conta própria (11,3%) nas atividades de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas e também de serviços domésticos.  
Embora o aumento das ocupações tenha ocorrido em postos de trabalho que tradicionalmente apresentam menor remuneração, “observa-se o início da recuperação do mercado de trabalho, após as quedas observadas ao longo dos anos de 2015 e 2016”, ressalta Ana Carolina Giuberti, diretora de Estudos e Pesquisas do IJSN.

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Desocupação

O Boletim de Mercado de Trabalho, divulgado no site do IJSN (www.ijsn.es.gov.br), mostra que a taxa de desocupação foi estimada para o Espírito Santo em 11,6% no 4° trimestre de 2017.  E tanto na comparação com o trimestre anterior quanto em relação ao 4° trimestre de 2016, apresentou decréscimo, de -1,4 p.p. e -2,0 p.p., respectivamente.
Em relação ao terceiro trimestre, a queda foi devido à diminuição da oferta de trabalho, já que o número de pessoas empregadas se manteve constante. Já na comparação com o 4° trimestre de 2016, a menor proporção de pessoas à procura de emprego foi decorrente do aumento do número de ocupações.

Governo ES

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Produção de petróleo, em maio, é de 2,879 milhões de barris por dia

Em maio, a produção de petróleo no país atingiu cerca de 2,879 milhões de barris por dia (MMbbl/d) e 132 milhões de metros cúbicos por dia (MMm3/d) de gás natural, totalizando 3,707 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboe/d).

As informações constam do Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural, divulgado hoje (6), no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP),

As informações podem ser acessadas, de forma interativa, nos Painéis Dinâmicos de Produção de Petróleo e Gás Natural.

Na região do pré-sal, o boletim anuncia que a produção, em maio, registrou volume de 2,835 MMboe/d, sendo 2,239 MMbbl/d de petróleo e 94,7 MMm3/d de gás natural, o que correspondeu a 76,5% da produção nacional. A produção teve origem em 128 poços.

Em maio, o aproveitamento de gás natural atingiu 96,5%. Foram disponibilizados ao mercado 46,3 Mmm³/dia. A queima de gás no mês foi de 4,5 Mmm³/d.

No mês, os campos marítimos produziram 97,4% do petróleo e 86,7% do gás natural, com os campos operados pela Petrobras sendo responsáveis por 94,2% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

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Números

O campo de Tupi, situado no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural em maio último, com 776 MMbbl/d de petróleo e 36,6 MMm3/d de gás natural.

Já a instalação com a maior produção de petróleo, somando 165.478 bbl/d, foi a Plataforma FPSO Carioca, nos campos de Sépia e Sépia Leste, por meio de quatro poços a ela interligados. Em termos de gás natural, a instalação que apresentou a maior produção  foi a Polo Arara, produzindo nos campos de Arara Azul, Araracanga, Carapanaúba, Cupiúba, Rio Urucu e Leste do Urucu 7,252 Mmm³/d por meio de 33 poços a ela interligados.

O boletim revela, também, que Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres (951), enquanto Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores (59).

Os campos de acumulações marginais, por sua vez, produziram 539,6 boe/d, sendo 187,2 bbl/d de petróleo e 56 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 212,9 boe/d.

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Áreas

Em maio, 272 áreas concedidas, cinco áreas de cessão onerosa e oito de partilha, operadas por 41 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 62 são marítimas e 223 terrestres, sendo 12 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.095 poços, dos quais 447 são marítimos e 5.648 terrestres.

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 84,698 Mboe/d, sendo 61,905 Mbbl/d de petróleo e 3,624 MMm³/d de gás natural. Desse total, 37,3 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 47,4 mil boe/d por concessões não operadas pela empresa.

Segundo a ANP, o grau API médio do petróleo extraído no Brasil foi de 28,3, sendo 2,2% da produção considerada óleo leve, 93,5% óleo médio e 4,3% óleo pesado. O Grau API mede a densidade dos líquidos derivados do petróleo.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia

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