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Tomate leva custo da cesta básica a aumento de 7,52%

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A alta de mais de 100% no preço do tomate é a principal explicação para o aumento de 7,52% no preço médio dos 13 itens da cesta básica estipulada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconomicos (Dieese) entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano. O resultado praticamente anula a redução de 7,68% nos preços entre janeiro e dezembro de 2017.

Em dezembro do ano passado a cesta básica custava R$ 324,37 em Barra de São Francisco. Em janeiro deste ano o valor aumentou para R$ 348,77. A pesquisa em Barra de São Francisco é realizada nos principais supermercados, açougues e padarias pela equipe do jornal Notícia Certa.

No período, dos 13 produtos pesquisados, seis tiveram variação negativa, com destaque para a banana (-7,81%), o café (-3,74%) e o açúcar (-2,67%).

Por outro lado, sete produtos tiveram aumento nos preços. Os mais significativos ficaram com o tomate (101,83%), a batata (15,66%) e o óleo de soja (1,94%).

Na comparação com a capital capixaba, a cesta básica de Barra de São Francisco está 19,77% mais barata. Isto porque a cesta básica da capital também sofreu forte aumento no período. Em Vitória, a cesta custou, em média, R$ 417,73 em janeiro, contra 384,55 em dezembro de 2017, um aumento de 8,62%.

camera_enhance (Crédito: divulgação)

 

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Custo da cesta subiu em 20 capitais

 

Em janeiro, o custo do conjunto de alimentos essenciais aumentou nas 20 capitais em que o Dieese realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As altas mais expressivas ocorreram em João Pessoa (11,91%), Brasília (9,67%), Natal (8,85%), Vitória (8,45%) e Recife (7,32%). As menores taxas positivas foram anotadas nas cidades de Goiânia (0,42%) e Manaus (2,59%).

A cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 446,69), seguida do Rio de Janeiro (R$ 443,81) e São Paulo (R$ 439,20). Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 333,98) e Aracaju (R$ 349,97).

Em 12 meses, entre janeiro de 2017 e o mesmo mês de 2018, 14 cidades acumularam diminuição. Merecem destaque as reduções anotadas em Manaus (-9,93%), Belém (-9,70%) e Salvador (-7,16%). As altas foram registradas em seis cidades e as mais expressivas ocorreram em Natal (3,11%) e Recife (2,90%).

 

Mínimo deveria ser de R$ 3.752,65

 

Com base na cesta mais cara, que, em janeiro, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em janeiro de 2018, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.752,65, ou 3,93 vezes o mínimo, já reajustado abaixo da inflação, no valor de R$ 954,00. Em 2017, o salário mínimo era de R$ 937,00 e o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 3.811,29 (ou 4,07 vezes o mínimo então em vigor) em janeiro e a R$ 3.585,05 (ou 3,83 vezes o piso vigente) em dezembro.

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Em janeiro de 2018, com o reajuste de apenas 1,81% no salário mínimo, o menor em 24 anos, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 89 horas e 29 minutos. 

 

Editora Hoje / Dieese

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Colatina recebe R$ 4 milhões em recursos para agricultura familiar

Os recursos foram viabilizados durante a gestão do Deputado Federal Paulo Foletto na Secretaria de Estado da Agricultura nos últimos 3 anos

Em três anos, o município de Colatina recebeu quase 4 milhões em equipamentos, máquinas e veículos para a agricultura. Os recursos foram viabilizados durante a gestão do deputado federal Paulo Foletto (PSB) na Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag). Os investimentos beneficiaram diversas associações e cooperativas de produtores rurais do município, além de auxiliarem nos serviços rurais da Prefeitura de Colatina.

Foram entregues itens de fundamental importância para o trabalho e rotina das famílias da agricultura familiar colatinense. As entregas ao município vão desde caminhão truck caçamba basculante (R$429 mil), pá carregadeira (R$323 mil) e trator agrícola 75cv (R$ 153 mil) até descascadores de café, computadores, carreta agrícola, balança eletrônica, tanque decantador para mel, secadores de café, entre outros.

Na última quinta-feira (23), o deputado entregou um caminhão baú frigorífico para a Cooperativa de Agricultores Familiares de Colatina (Caf Colatina). O Presidente da Caf, Wellington Schmild, recebeu o veículo junto com os demais membros da cooperativa.

“Quero agradecer ao deputado Paulo Foletto pela parceria e confiança no trabalho da cooperativa. Hoje estamos recebendo este equipamento que vai dar mais mobilidade ao nosso trabalho de entrega das polpas de frutas. Nosso muito obrigado!”, disse Wellington.

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No último fim de semana, o deputado Paulo Foletto também acompanhou três entregas nas comunidades de Barra Seca e de São Luiz da Barra Seca. Foram entregues um trator 75cv para a Associação de Produtores Rurais de São Luiz, e um pilador e um secador de café para a Associação de Produtores de Barra Seca.

“Eu tenho que agradecer muito ao governo Casagrande e ao deputado Paulo Foletto que nos deu essa oportunidade, que confiou em nosso trabalho”, disse o presidente da associação da comunidade de São Luiz da Barra Seca, José Braz Setto.

Para Foletto, todas estas entregas no município de Colatina, que somam quase 4 milhões, são resultado de uma gestão comprometida com a agricultura capixaba. “São benefícios que mudam a vida das comunidades agrícolas do Espírito Santo. O governo Casagrande se comprometeu desde o início da gestão com o fortalecimento da agricultura familiar capixaba, seja com infraestrutura rural, equipamentos e investimentos em pesquisa e tecnologia”, explicou.

Fonte: Assessoria

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