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Terreno da nova rodoviária de Barra de São Francisco continua tomado pelo mato

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Uma denúncia feita há cerca de um mês pelo jornal Notícia Certa, continua sem solução. Trata-se do mato que está tomando conta do terreno onde seria construída a nova rodoviária de Barra de São Francisco. O contrato com a empreiteira PSV.X Premoldados e Concreto Ltda, que estava construindo a rodoviária, foi cancelado no início do passado e a obra não tem previsão de ser retomada.

Comerciantes no entorno do terreno reclamam que o local está virando depósito de lixo, colocado por um catador de material reciclável, além do mato que está tomando conta do local e propiciando ambiente para ratos, baratas e animais peçonhentos.

Esta semana, dois moradores das proximidades, Luís Destefani e Jai Tassinari, brincavam com a situação, dizendo que iriam trazer algumas cabeças de gado para ajudar a “capinar” o matagal.

Já o gerente do guichê da Águia Branca, Trevisani, também levou a situação para o lado da brincadeira. “Se tivessem plantado batata aí já teriam colhido”.

O secretário municipal de Obras e Serviços, Valezio Armani, disse ao Notícia Certa que provavelmente faria a limpeza do local na semana em que o jornal fez a denúncia, no início de fevereiro, mas até o momento nada foi feito. Ontem a reportagem tentou falar com o secretário mas não obteve sucesso até o fechamento da edição.

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camera_enhance A construção da nova rodoviária foi paralisada no final de 2016 (Crédito: Editora Hoje)


Editora Hoje

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Bacia do Rio Santa Maria recebe mais de R$35 milhões para restauração florestal

Investimento contempla mais de mil hectares em três municípios do Espírito Santo, outros R$135 milhões foram destinados a Baixo Guandu

A bacia do rio Santa Maria do Doce receberá mais de R$35 milhões para ações de restauração florestal em cerca de mil hectares nos municípios capixabas de Colatina, São Roque do Canaã e Santa Teresa. O investimento previsto, via editais, é destinado à contratação de serviços técnicos, científicos e operacionais.

O diretor-presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, assinou no dia 2 de junho, em Colatina, o Termo de Compromisso que garante o repasse dos recursos. O evento contou com representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Rio Santa Maria do Doce e do Rio Doce e do poder público estadual e municipal.

Total de investimentos

Ao todo, a Fundação Renova vai investir, por meio de editais, cerca de R$540 milhões para promover a restauração florestal de, aproximadamente, 16 mil hectares.

Segundo Andre de Freitas, cerca de R$106 milhões serão destinados à recuperação de 420 nascentes e 2,8 mil hectares que, além da bacia do rio Santa Maria do Doce (ES), incluem as bacias do rio Piranga (MG) e Corrente Grande (MG). “Em maio, firmamos o investimento de R$135 milhões na restauração florestal em 5 mil hectares da bacia do rio Guandu, no Espírito Santo. Agora, anunciamos esse repasse que beneficiará diretamente mais três municípios capixabas”, afirma.

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Esses valores fazem parte do montante de R$1,7 bilhão, que será empregado no cumprimento de parte da meta socioambiental de recuperar 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Recarga Hídrica (ARH), e de 5 mil nascentes ao longo de dez anos.

Editais

A Fundação Renova mantém contratos com 12 parceiros para restauração florestal de 15.500 hectares. Ao oferecer serviços técnicos, científicos e operacionais, as empresas ou consórcios contratados se tornam responsáveis pela execução das ações estabelecidas pelo Programa de Recuperação de APPs e Áreas de Recarga da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e Programa de Recuperação de Nascentes.

Produtores rurais

Além dos editais de contratação de fornecedores, a Fundação Renova mantém um edital permanente para produtores e proprietários rurais de 66 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Edital de Adesão de Produtores Rurais aos Programas de Restauração Florestal é voltado para quem deseja colaborar com o processo de restauração florestal em APPs, ARHs e nascentes em suas propriedades. Até maio mais de 1.600 inscrições haviam sido feitas, totalizando uma área de aproximadamente 23 mil hectares autodeclarados.

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Segundo o coordenador de Restauração Florestal, José Almir Jacomelli, a Fundação Renova fornece os insumos necessários para o cercamento das áreas com projetos de restauração florestal, manutenção, assistência técnica operacional e apoio na inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “O produtor rural fica responsável por manter a área protegida, podendo executar o cercamento e mantê-lo por um prazo de cinco anos, bem como optar ou não pela execução das práticas de restauração florestal”, destaca.

Fonte: Fundação Renova

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