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Economia

Spotify entra na Bolsa de Valores

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O serviço de streaming de música líder do mercado, Spotify, vai se lançar na Bolsa de Nova York em 3 de abril, informou nesta quinta-feira, 15, um líder do grupo durante sua primeira apresentação aos investidores.
O serviço sueco usou um procedimento atípico, conhecido como “cotação direta”, que lhe permite reduzir a fatura de sua oferta pública inicial.
Em documentos publicados nesta quinta-feira, o grupo relata que no fim de 2017 tinha 71 milhões de assinantes pagos e 159 milhões de usuários ativos.
Em uma apresentação ao investidores transmitida ao vivo, o confundador e presidente do grupo, Daniel Ek, destacou que a cotação é apenas um passo, não um fim em si mesma.
“Não vão ver a gente tocar o sino”, uma tradição em que representantes de uma empresa simbolicamente abrem a sessão do dia, “nem fazer uma festa”, disse o líder.
Ele afirmou que “cotação direta” permitiria aos acionistas do Spotify vender suas ações imediatamente, enquanto uma introdução clássica estabelece um período de espera.
Durante a apresentação, o Spotify garantiu que em 2016 obteve 42% das receitas do mercado mundial de transmissão online.
A imprensa aparecerá na lista com o símbolo “SPOT”.

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Istoé

Economia

Indicador de produtividade da indústria cai 1,3%, no 3º trimestre


A produtividade do trabalho na indústria no terceiro trimestre de 2021 retornou ao patamar do segundo trimestre de 2020, momento mais grave da crise causada pela pandemia de covid-19. É o que mostra o estudo Produtividade na Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado hoje (3).

O indicador que mede a relação entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção caiu 1,3% em relação ao segundo trimestre do ano, na série livre de efeitos sazonais.

A pesquisa revela que o volume produzido no terceiro trimestre de 2021 recuou 1,9% em relação ao segundo trimestre deste ano. E as horas trabalhadas caíram 0,6% na mesma base de comparação.

Segundo a CNI, a produtividade está em queda desde o último trimestre de 2020. Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, último trimestre de alta do indicador, a perda acumulada chega a 7,6%.

Para a CNI, as quedas consecutivas refletem o ambiente de elevadas incertezas, prejudicial ao investimento e, no curto prazo, pesam dificuldades como a falta de insumos e a pressão sobre os custos de produção.

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De acordo com o estudo, 2021 será o segundo ano consecutivo de recuo da produtividade, que deve cair mais de 2%. A maior queda registrada pelo indicador desde o início da série histórica, em 2000, foi de 2,2%, em 2008, ano marcado pela crise financeira global.

Segundo a CNI, apesar do cenário desafiador para os próximos meses, a perspectiva é de melhora no longo prazo, devido às oportunidades ligadas à digitalização e a transição para uma economia mais sustentável. “A expectativa é de retomada do crescimento da produtividade, puxada por oportunidades de investimentos nas novas tecnologias digitais, na implementação das redes 5G, considerada base para a digitalização, e em tecnologias verdes, que ganham importância diante da crise climática”, afirmou a gerente de política industrial da CNI, Samantha Cunha, em nota.

*Título alterado às 10h37 para corrigir informação

Edição: Maria Claudia

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