conecte-se conosco


Política Nacional

Senadores manifestam solidariedade aos familiares de vítimas de ataque a escola em Santa Catarina

Publicado em


Senadores lamentaram a morte de três crianças e duas funcionárias ocorridas nesta terça-feira (4) em uma escola infantil na cidade de Saudades, em Santa Catarina. As mortes foram provocadas por um jovem de 18 anos, que invadiu a escola Aquarela, que atende crianças de seis meses a dois anos, e atingiu as vítimas com um facão. O assassino foi preso pela polícia e encaminhado a um hospital após golpear o próprio corpo.

De acordo com a imprensa, as vítimas são a professora Keli Adriane Aniecevski, de 30 anos; a agente educacional Mirla Amanda Renner Costa, 20; e os bebês Sarah Luiza Mahle Sehn, de um ano e sete meses; Murilo Massing, de um ano e nove meses; e Anna Bela Fernandes de Barros, de um ano e oito meses.

“O Congresso se solidariza e transmite os mais sinceros sentimentos aos familiares das vítimas do terrível assassinato, nesta terça-feira, de três crianças e dois adultos em uma creche municipal em Saudades (SC). Que a justiça seja feita e que Deus conforte os seus corações”, lamentou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, em nota distribuída à imprensa.

Em postagens no Twitter, os três senadores que representam o estado de Santa Catarina também lamentaram o episódio.

“Quero expressar meu pesar e tristeza com essa tragédia que acomete crianças, uma professora, famílias, a educação e a sociedade da nossa querida Saudades. Gente exemplarmente do trabalho e da participação comunitária. Não posso deixar de manifestar o pesar e deplorar muito a atitude dessa pessoa que acometeu esses atos. Rezar, para que Deus nos dê força, serenidade e, acima de tudo, misericórdia para suportar essa situação”, postou o senador Esperidião Amin (PP-SC).

“Recebi com perplexidade e imensa tristeza a notícia da tragédia que aconteceu no município de Saudades. A confirmação de que crianças e professores foram atacados covardemente e estão entre as vítimas torna essa barbárie ainda mais chocante”, escreveu o senador Dário Berger (MDB-SC).

“Acabo de receber com muito espanto as notícias da tragédia em Saudades, no oeste de Santa Catarina. Fui comunicado enquanto participava da CPI. Que Deus conforte os corações das famílias das vítimas, crianças e professora. As palavras chegam a faltar para descrever a dor”, afirmou o senador Jorginho Mello (PL-SC).

Também  pelas redes sociais, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) expressou solidariedade às famílias das vítimas.

“Meus profundos sentimentos às famílias de Saudades, em SC, que perderam de forma brutal seus entes queridos. Eu, Ivone e toda família estamos em oração e consternados com tamanha tragédia”, afirmou Izalci.

O senador Antonio Anastasia (PSD-MG) também prestou solidariedade a todos os habitantes de Saudades.

“Uma tristeza o ocorrido hoje em Saudades, em Santa Catarina. Presto minha solidariedade a todos do município pelo medo e pelo terror sofrido, especialmente às vítimas e suas famílias. Minhas orações nesse momento de dor”, afirmou Anastasia.

Já o senador Marcos Rogério (DEM-RO) escreveu: “Enquanto acompanho a CPI da Covid, tomei conhecimento dessa terrível tragédia. Meus sinceros sentimentos a todos, sobretudo para as famílias que perderam entes queridos!”

leia também:  Senadores debatem postura do governo diante da crise econômica mundial

Em sua postagem, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) classificou a tragédia como “intolerável e ultrajante”. “Estarrecidos e tristes com a tragédia em Santa Catarina, onde um adolescente, segundo as mídias, matou a facão três crianças e uma professora. A violência, sob qualquer aspecto, é intolerável. Contra crianças é ultrajante”, registrou Eliziane.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Política Nacional

Debate mostra otimismo do governo e do setor privado na retomada do turismo


Em debate nesta segunda-feira (10), o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, e representantes do setor hoteleiro demonstraram otimismo com a retomada turística no pós-pandemia. Esse foi o primeiro encontro do Ciclo de Debates sobre Turismo, promovido pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado (CDR), presidida pelo senador Fernando Collor (Pros-AL).

O ministro Gilson Machado afirmou que o turismo de natureza será supervalorizado a partir de agora devido à covid-19.

— O turismo de natureza, o turismo ao ar livre, é a bola da vez no mundo. E nenhum país tem a vocação [para esse tipo de turismo] que o Brasil tem, nenhum país tem os seis biomas: o Pantanal, o Pampa, a Mata Atlântica, a Amazônia, a Caatinga e o Cerrado. (…) Eu não tenho dúvida de que o mercado do turismo no Brasil, no período pós-pandemia, vai ser um grande motor de desenvolvimento — afirmou o ministro.

O presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), Manoel Linhares, informou que o setor do turismo representa 8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Segundo ele, o turismo perdeu em todo o mundo devido ao coronavírus. Ele disse que a necessidade de isolamento social fechou 80% da hotelaria nacional durante vários meses. 

Manoel Linhares defendeu a aprovação, pelo Senado, do projeto de lei que atualiza a Lei Geral do Turismo (PL 1.829/2019). Esse projeto atualiza conceitos e diretrizes do turismo de acordo com as recomendações da Organização Mundial do Turismo (OMT) e de outros organismos internacionais. Para ele, o turismo precisa ser uma política de Estado no Brasil.

Collor informou que o vice-presidente da CDR, senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), deverá ser o relator desse projeto de lei.

O presidente-executivo do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), Orlando de Souza, afirmou que até agora, devido à pandemia, as empresas que trabalham com turismo no Brasil “estão em período de sobrevivência”. Souza também defendeu a atualização da Lei Geral do Turismo, para, ressaltou ele, modernizar a regulamentação do setor.

leia também:  Senadores pedem devolução de MP que relativiza responsabilidade de gestor durante pandemia

Na opinião do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), o governo Bolsonaro vem promovendo ajudas e estímulos ao setor, para que o turismo no país seja “extremamente ativo” e gere muitos empregos. O senador defendeu mais investimentos e incentivos para o turismo na região amazônica e disse que o avanço da vacinação contra a covid-19 vai proporcionar a retomada econômica.

— O Ministério do Turismo pode ser um grande agente de desenvolvimento do país. Primeiro é preciso sair deste momento da pandemia com vacinas — declarou Chico Rodrigues.

Em resposta ao senador, o ministro Gilson Machado disse que o turismo no Brasil, na Amazônia especialmente, precisa estar ligado à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente.

— Sem sustentabilidade, sem o meio ambiente preservado, nós não conseguimos ter turismo. Todos que precisam do turismo têm que cuidar do meio ambiente, não deixar jogar lixo no rio, no mar, preservar o meio ambiente — afirmou o ministro

Collor também somou-se às manifestações pelo respeito ao meio ambiente. Para ele, o turismo tem que estar diretamente ligado à sustentabilidade.

— Vamos evitar jogar lixo nas praias, vamos evitar jogar lixo nos rios, vamos preservar nossas florestas. A sustentabilidade é algo fundamental para que tenhamos esse incremento pós-pandemia — pontuou Collor.

O diretor de Relação Institucional da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas (ABIH/AL), Milton Hênio Neto de Gouveia Vasconcelos, ressaltou que o turismo ainda está enfrentando um cenário muito difícil em razão da pandemia. Ele disse que o setor hoteleiro é uma das principais fontes de arrecadação de impostos de vários municípios brasileiros. E se disse preocupado, porque os próximos meses podem continuar sendo muito fracos para o turismo no país.

Por sua vez, a presidente-executiva da Resorts Brasil, Ana Biselli Aidar, argumentou que o Brasil é um dos países com mais vocação para o turismo. Ela disse que o momento é delicado em razão da pandemia, mas que o horizonte de recuperação é positivo.

leia também:  Pandemia mostra necessidade de investimento em educação e tecnologia, diz Confúcio

— Sem dúvida a geração de emprego vai ser retomada de forma muito rápida. O turismo pode ser um vetor de diminuição de desigualdades no país — destacou ela.

Empregos

O ministro do Turismo também respondeu a perguntas enviadas por internautas pelo e-Cidadania.

— O maior patrimônio que um operador turístico tem são os seus funcionários, é o seu capital humano. Nosso governo tem feito ações para que se mantenha o fluxo de caixa nas empresas, para que se flexibilize a relação de trabalho, para que não haja [perda de empregos] e, se houver, [que ocorra] o mínimo possível de perda de empregos — disse ele.

Para Machado, a recuperação do setor turístico começou já no final de 2020.

— Estamos em um período de resiliência do setor, mas o horizonte é um horizonte que tem luz no fim do túnel e luz muito clara. Os investimentos estrangeiros no setor estão crescendo. O turismo, que emprega 7 milhões de pessoas, pode render ao Brasil tanto quanto o agronegócio — frisou.

Machado disse ainda que o Ministério do Turismo vem cobrando dos organismos internacionais a definição de um protocolo padrão para o fluxo de turistas vacinados.

— Eu não tenho dúvidas de que nós temos uma demanda reprimida e que a gente vai, sim, ultrapassar isso. Seremos um importante meio para o PIB brasileiro. Temos potencial de ser tão grande ou maior que o agronegócio, e gerando muito mais empregos. Nós empregamos do piloto de avião ao piloto de van — disse ele.

Ao final do encontro, Collor informou que em 17 de maio, às 18h, será realizado o segundo dos oito encontros do ciclo de debates, com o tema “Os efeitos da pandemia sobre o seguimento de eventos corporativos”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Visualizar

MAIS LIDAS

error: Conteúdo protegido!!

INFORMATIVO

Chat aberto
1
Precisa de nossa ajuda ?
Olá, nós do ES1 podemos te ajudar de alguma forma