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Política Nacional

Senadores comemoram Dia do Abraço com gestos virtuais

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Em comemoração ao Dia Internacional do Abraço, celebrado nesta sexta-feira, 22 de maio, os senadores reforçaram a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de se manter o isolamento social. Em suas redes sociais, eles reconheceram a importância afetiva do gesto, mas, devido à pandemia, sugeriram outras formas de se demonstrar o carinho — como os abraços virtuais.

“Em tempos de pandemia, até aquilo que nos fortalece está precisando ser evitado. Mesmo assim, desejamos que cada um de vocês se sinta abraçado em pensamento e que possa ter forças para seguir em frente”, desejou o senador Alvaro Dias (Podemos-PR).

O senador Romário (Podemos-RJ) também distribuiu abraços virtuais, especialmente para as famílias que perderam alguém vítima de covid-19.

“Todos estamos com saudades dos abraços. Tem gesto mais brasileiro que esse? Hoje envio um #abraço virtual a todos, principalmente à todas as famílias q perderam alguém para a covid-19. Continuamos na luta para vencer o vírus e eu espero que possamos, em breve, abraçar todos que amamos.”

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Com a campanha Abrace Depois, o senador Weverton (PDT-MA) reconheceu que abraçar é um gesto de cuidado, mas, neste momento, o distanciamento social ainda é o melhor remédio.

“Por isso, neste Dia Nacional do Abraço, declare o seu amor aos seus amigos e familiares, mas só abrace depois que a pandemia passar. Juntos, venceremos essa crise.”

Substituir o gesto também foi a sugestão do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Para ele, apesar das limitações do momento, o abraço não vai perder o sentido.

“Que saudade que dá! Estamos limitados, fisicamente, de expressar esse gesto de proteção, acolhimento e amor. Mas podemos nos descobrir! Um abraço virtual aqui, um presente em forma de abraço ali… Uma doação, um vídeo. O abraço jamais perderá seu sentido!”

Já a saudade do contato físico e o desejo para que os abraços possam ser dados presencialmente foram registrados pelos senadores Izalci Lucas (PSDB-DF), Wellington Fagundes (PL-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC) e Angelo Coronel (PSD-BA).

“Por enquanto só podemos abraçar quem está bem pertinho da gente, mas com fé em Deus, logo voltaremos a distribuir os abraços calorosos que guardamos para nos proteger nesse momento”, afirmou Coronel.

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Free hugs

O Dia do Abraço surgiu em 2004 quando o australiano Juan Mann criou a campanha “Free Hugs”, em Sydney. O objetivo era oferecer abraços gratuitos às pessoas que passavam em Pitt Street Mall, uma rua movimentada da cidade, para incentivá-las a reproduzir o gesto de carinho.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Política Nacional

Senado lança plataforma para acompanhar gastos destinados ao combate à pandemia


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A Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado Federal (Conorf) lançou uma plataforma na internet de acompanhamento diário dos recursos federais destinados ao combate à pandemia de covid-19. A ferramenta faz parte do Siga Brasil, sistema de transparência orçamentária mantido pela Conorf e pela Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado (Prodasen).

Os dados desta quinta-feira (28) mostram R$ 200 bilhões já empenhados, ou prontos para uso, dos R$ 319 bilhões disponibilizados — 63% do total. Até a data da última atualização das informações, R$ 113 bilhões já estavam investidos, sendo a maioria — R$ 77 bilhões — destinada ao auxílio emergencial.

A plataforma permite a consulta da destinação do dinheiro por política, por órgão, por recipiente do gasto e, também, por estado. Esses dados são obtidos a partir do cruzamento entre as autorizações orçamentárias (que, na maioria das vezes, não discriminam a destinação final dos gastos) e o manejamento do dinheiro, que é registrado no Sistema Integrado de Aplicação Financeira (Siafi) da Secretaria do Tesouro Nacional.

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O consultor Flávio Luz destaca que a ferramenta ajuda os cidadãos a visualizarem melhor a organização dos investimentos contra a covid-19 — que, na sua quase totalidade, têm vindo através de sucessivas medidas provisórias (MPs).

— O diferencial é a visão orçamentária, que interessa mais, e não do documento legislativo. Cada nova MP vai agregando [um valor] a um total consolidado.

O uso de MPs para combater a pandemia fica evidenciado na distribuição dos recursos pela sua fonte: apenas R$ 7,64 milhões dos investimentos até agora — menos de 0,01% do total — vieram do Orçamento regular para o ano. O restante foram créditos extraordinários liberados através das medidas provisórias.

Ele explica que os créditos extraordinários são a ferramenta adequada para o cenário atual devido à própria natureza da pandemia: um evento inesperado e urgente. As medidas provisórias começam a valer assim que são publicadas e, no caso da liberação de dinheiro, ele já fica disponível para utilização imediatamente.

Ainda no início do estado de calamidade provocado pela pandemia, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que medidas provisórias de créditos extraordinários não serão pautadas para votação, uma vez que a execução do gasto não depende do aval parlamentar.

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— O Congresso só pode abrir mão dessa participação quando for exigida uma maior agilidade, e em um evento como este é razoável utilizar MPs. Quanto à fiscalização do gasto, não tem diferença, ele entra no Siafi da mesma forma — observa Flávio Luz.

A ferramenta de acompanhamento de gastos contra a covid-19 está em aprimoramento e os usuários podem entrar em contato com a Conorf e o Prodasen para oferecerem sugestões e tirar dúvidas. O portal Siga Brasil disponibiliza vários outros filtros temáticos de acompanhamento orçamentário no seu Painel Cidadão, e o Painel Especialista permite a montagem de consultas personalizadas a partir de cadastro no sistema.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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