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São Paulo tem falta de vacinas da Astrazeneca para segunda dose

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© Fernando Frazão/Agência Brasil


O governo de São Paulo informou hoje (9) que estão em falta no estado doses da vacina Astrazeneca para a segunda dose da imunização. A Secretaria de Saúde estadual está cobrando o Ministério da Saúde o envio de novas doses. No entanto, segundo a pasta, as doses já foram enviadas, mas o estado as usou como 1ª dose, em desacordo às recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“O Ministério da Saúde do Governo Federal deixou de enviar cerca de 1 milhão de vacinas de dose 2 da Astrazeneca para São Paulo, provocando um verdadeiro apagão de vacinas nos 645 municípios do estado. O prazo de aplicação destas doses começou a vencer no dia 4 de setembro”, disse o governo do estado, em nota.

O governo do estado acrescentou que, em eventual indisponibilidade de mais remessas da Astrazeneca, e solicita o envio imediato de doses da Pfizer para suprir a demanda e concluir os esquemas de vacinação em conformidade com a solução de intercambialidade indicada pelo governo federal.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), no entanto, a pasta não está devendo lotes da segunda dose de vacina covid-19 da Astrazeneca ao estado de São Paulo. “Até o momento foram entregues ao estado 12,4 milhões de dose 1 e 9,2 milhões de dose 2 da AstraZeneca. As 2,8 milhões de doses não foram enviadas porque o prazo de intervalo entre a primeira e segunda dose só se dará no final do mês”, destacou o ministério, em nota.

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Segundo o Ministério da Saúde, dados inseridos por São Paulo no LocalizaSUS mostram que o estado utilizou como primeira dose vacinas destinadas à segunda dose. “O estado aplicou 13,99 milhões de dose 1 e 6,67 milhões de dose 2. As alterações nas recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) acarretam na falta de doses para completar o esquema vacinal na população brasileira”, acrescentou o ministério. 

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde e Anvisa atualizam regras para doação de sangue durante pandemia


O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizaram as regras para doação de sangue em função da pandemia de covid-19. De acordo com nota técnica divulgada ontem (25), quem foi infectado pelo vírus fica inapto para doação por dez dias após se recuperar da doença. Anteriormente, o prazo era de 30 dias. 

O período de inaptidão de dez dias vale para quem apresentou sintomas de covid, incluindo casos leves e moderados. No caso de assintomáticos, o mesmo prazo deve ser observado, mas em relação a data de coleta do exame. 

A nota também trata de pessoas que tiveram contato com indivíduos que testaram positivo. Nesse caso, a inaptidão é de sete dias após o último contato. 

O ministério e a Anvisa orientam os hemocentros a seguirem medidas de proteção para evitar contaminação durante a pandemia. É recomendada a higienização de superfícies e dos instrumentos, uso de antissépticos, além da manutenção do distanciamento entre os doadores. 

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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