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Saúde

Rio tem 90% de UTIs para covid-19 ocupadas na rede pública

Publicado em

© Rovena Rosa/Agência Brasil


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Os leitos de unidades de terapia intensiva reservados para pacientes com covid-19 na cidade do Rio de Janeiro tinham uma ocupação de 90% no fim da manhã de hoje (5), segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Nos leitos de enfermaria, a ocupação é bem menor, de 54%.

Os percentuais levam em conta todo o Sistema Único de Saúde no município, o que também inclui hospitais estaduais e federais. Há um total de 1.792 pessoas internadas na cidade com suspeita de covid-19, sendo 698 em UTIs. A rede municipal atende a 682 pacientes internados, 217 deles em UTIs.

A Prefeitura do Rio de Janeiro iniciou nesta semana o afrouxamento das restrições às atividades econômicas, com um plano de retomada que tem seis fases, cada uma com 15 dias, e prevê a abertura de todos os setores somente em agosto.

A fase 1 da reabertura, em que a cidade se encontra no momento, requer que a ocupação dos leitos de UTI seja menor ou igual a 95% em uma média móvel de sete dias, entre outros critérios.

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O município do Rio abriu 1.252 leitos para o tratamento da doença desde o início da pandemia. Destes, 242 são de UTI.

Desde o início da pandemia, o município já registrou 33.695 casos confirmados de covid-19, e 4.231 mortes. O número de pessoas que se recuperaram da doença é 27.781, e 1.683 casos são considerados ativos.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

Saúde

Bolsonaro sanciona lei que prioriza teste para profissional essencial


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O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que garante a prioridade na realização de testes da covid-19 para profissionais essenciais ao controle de doenças e à manutenção da ordem pública, que estiverem em contato direto com portadores ou possíveis portadores do novo coronavírus. De acordo com a Lei nº 14.023/2020, publicada hoje (9) no Diário Oficial da União, esses trabalhadores deverão ser tempestivamente tratados e orientados sobre sua condição de saúde e o retorno ao trabalho.

Durante a pandemia, o poder público e os empregadores ou contratantes desses profissionais fornecerão, gratuitamente, os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados pela Anvisa, de acordo com os protocolos indicados para cada situação. A lei abrange profissionais que trabalham ou sejam convocados a trabalhar nas unidades de saúde durante o período de isolamento social ou que tenham contato com pessoas ou com materiais que ofereçam risco de contaminação pelo novo coronavírus.

De acordo com o texto, são considerados profissionais essenciais aqueles que atuam nos sistemas de saúde, segurança e assistência social e outros, como cuidadores idosos, pessoas com deficiência ou com doenças raras; biólogos, biomédicos e técnicos em análises clínicas; coveiros e demais trabalhadores de serviços funerários e de autópsias; profissionais de limpeza e que atuem na cadeia de produção de alimentos e bebidas; aeroviários e controladores de voo.

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Ontem (8), o Ministério da Saúde divulgou boletim epidemiológico , no qual aponta que, até o dia 4 de julho, foram confirmados 173.440 casos de covid-19 em profissionais da saúde de todo o país. As profissões com maior registro de casos foram os técnicos ou auxiliares de enfermagem (59.635), seguido dos enfermeiros (25.718), médicos (19.037), Agentes Comunitários de Saúde (8.030) e recepcionistas de unidades de saúde (7.642).

Em relação aos casos graves da doença, que necessitaram de internação hospitalar, foram confirmados 697 casos. Os técnicos ou auxiliares de enfermagem foram os mais afetados, com 248 casos, seguido dos médicos (150) e enfermeiros (130). Além disso, 138 mortes pelo novo coronavírus foram registradas entre os profissionais de saúde.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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