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Saúde

Rio registra 64.533 casos confirmados e 6.639 mortes por covid-19

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© Divulgação/Governo do Rio de Janeiro


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O estado do Rio de Janeiro registrou 64.533 casos confirmados e 6.639 mortes por covid-19. São mais 1.467 casos e 166 óbitos nas últimas 24 horas. Os dados foram divulgados neste sábado (6) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Há outros 1.171 óbitos em investigação e 48.783 pacientes se recuperaram da doença.

A capital lidera o número de casos confirmados, com 35.703 pessoas infectadas, ou 55,3% do total do estado. Os demais municípios com maior número de casos são: Niterói (3.586), São Gonçalo (2.082), Nova Iguaçu (2.082), Duque de Caxias (1.788), Itaboraí (1.421), Queimados (1.186), Angra dos Reis (1.102), Macaé (1.040), Campos dos Goytacazes (901), São João de Meriti (875), Belford Roxo (870), Volta Redonda (840), Magé (802) e Teresópolis (613).

A liderança no número de mortes também é da capital, com 4.401 casos, ou 66,2% do total no estado. Entre os demais municípios com maior número de óbitos, estão Duque de Caxias (296), Nova Iguaçu (242), São Gonçalo (242), Belford Roxo (127), Niterói (126), São João de Meriti (114), Magé (98), Itaboraí (89), Mesquita (70), Itaguaí (56), Petrópolis (54), Campos dos Goytacazes (46) e Angra dos Reis (45).

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Apesar dos grande número de casos e mortes, o governador do Rio, Wilson Witzel, publicou decreto, na sexta-feira (5), autorizando a liberação de quase todo o comércio, shoppings, partidas de futebol, pontos turísticos e templos religiosos. Mas a palavra final sobre essas atividades cabe a cada município.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

Saúde

Bolsonaro sanciona lei que prioriza teste para profissional essencial


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O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que garante a prioridade na realização de testes da covid-19 para profissionais essenciais ao controle de doenças e à manutenção da ordem pública, que estiverem em contato direto com portadores ou possíveis portadores do novo coronavírus. De acordo com a Lei nº 14.023/2020, publicada hoje (9) no Diário Oficial da União, esses trabalhadores deverão ser tempestivamente tratados e orientados sobre sua condição de saúde e o retorno ao trabalho.

Durante a pandemia, o poder público e os empregadores ou contratantes desses profissionais fornecerão, gratuitamente, os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados pela Anvisa, de acordo com os protocolos indicados para cada situação. A lei abrange profissionais que trabalham ou sejam convocados a trabalhar nas unidades de saúde durante o período de isolamento social ou que tenham contato com pessoas ou com materiais que ofereçam risco de contaminação pelo novo coronavírus.

De acordo com o texto, são considerados profissionais essenciais aqueles que atuam nos sistemas de saúde, segurança e assistência social e outros, como cuidadores idosos, pessoas com deficiência ou com doenças raras; biólogos, biomédicos e técnicos em análises clínicas; coveiros e demais trabalhadores de serviços funerários e de autópsias; profissionais de limpeza e que atuem na cadeia de produção de alimentos e bebidas; aeroviários e controladores de voo.

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Ontem (8), o Ministério da Saúde divulgou boletim epidemiológico , no qual aponta que, até o dia 4 de julho, foram confirmados 173.440 casos de covid-19 em profissionais da saúde de todo o país. As profissões com maior registro de casos foram os técnicos ou auxiliares de enfermagem (59.635), seguido dos enfermeiros (25.718), médicos (19.037), Agentes Comunitários de Saúde (8.030) e recepcionistas de unidades de saúde (7.642).

Em relação aos casos graves da doença, que necessitaram de internação hospitalar, foram confirmados 697 casos. Os técnicos ou auxiliares de enfermagem foram os mais afetados, com 248 casos, seguido dos médicos (150) e enfermeiros (130). Além disso, 138 mortes pelo novo coronavírus foram registradas entre os profissionais de saúde.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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