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Economia

Reunião em São Gabriel tem como tema o futuro das indústrias de confecções

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Foto: Vinícius Faria Matos

Nesta quarta-feira (8), uma importante reunião debateu o futuro das indústrias de confecções em São Gabriel. Gilberto Holz, Vice-Presidente do SINVESCO, foi quem direcionou o evento, que teve como objetivo debater ideias e reforçar parcerias que fortalecem o setor industrial. Já que São Gabriel é um município que possui mais de 150 indústrias e produz mais de 1 milhão de peças de roupas por mês.

O evento foi realizado pelo SINVESCO E UNIVEST e contou com a presença do prefeito Tiago Rocha e do Secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Reuque Milke. Estiveram presentes também empresários das indústrias de Confecções de São Gabriel e Colatina, representantes do SENAI e do SEBRAE, onde dialogaram sobre investimentos, incentivos, capacitação de mão de obra e as oportunidades para o setor no pós-pandemia. O Diretor da Confederação Nacional das Indústrias, Marcos Guerra, esteve presente e participou ativamente de toda reunião.

“Podem sempre contar comigo para o desenvolvimento de São Gabriel da Palha. As Indústrias são importantes para a geração de emprego e renda de nosso Município. Vamos sempre aderir e apoiar bons projetos em todos os setores de nossa economia” enfatizou o prefeito Tiago Rocha sobre a importância da parceria.

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Presidente do SINVESCO, Paulo Vieira, comentou a importância do Sindicato para o setor: “Se unir através do sindicato faz com que o setor tenha representatividade para defender os interesses da classe, e as indústrias de São Gabriel são parceiras importantes, fazendo com que o grupo fique mais forte a cada dia”.

“Temos uma grande carência de mão de obra nas fábricas, e com a parceria do SENAI, do SEBRAE e da prefeitura, acredito que em um curto espaço de tempo vamos supri-la” comentou o Presidente da UNIVEST, Paulo Wolffgram.

Mais 20 vagas do curso de Costureiro Industrial do Vestuário e mais 20 vagas para o curso de Mecânico de Máquinas de Costura foram lançadas pelo SENAI em São Gabriel, que já estão com as inscrições abertas, na sede da SINCOTUR, na rua Lions Club, 209, bairro Glória.

Um importante parceiro para o desenvolvimento econômico do município é o SEBRAE, que estava representado pela sua gerente regional, Carla Bortolozzo Bassetti, que fez questão de reforçar a parceria com o município e aproveitou a oportunidade para divulgar que o SEBRAE junto com a Prefeitura Municipal, através da SINCOTUR, está em fase de implantação do Programa Cidade Empreendedora em São Gabriel.

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Para o Secretário da SINCOTUR, Reuque Milke, essas reuniões são de grande importância para a economia e todo cidadão gabrielense: “Poder se reunir com tanta gente competente da área, além de ser um privilégio, é ter a certeza de que a Cidade está no caminho certo. E no que depender da gestão de Tiago Rocha e toda equipe, todos os setores de nossa economia vão se fortalecer cada vez mais”.

Foto: Vinícius Faria Matos

Foto: Vinícius Faria Matos

Fonte: Editora Hoje/ PMSGP

Economia

Petrobras é responsável por 34% do total do preço da gasolina


A participação média da Petrobras no valor do litro da gasolina, que chega a R$ 7 em algumas cidades brasileiras – é de cerca de R$ 2. Da mesma forma, o valor da parte da estatal no litro do diesel é de R$ 2,49 e, no preço do botijão de 13 kg do gás de cozinha, é de R$ 46,90. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (27), no Rio de Janeiro, pelo presidente da companhia, general Joaquim Silva e Luna.

Segundo Silva e Luna, há um conjunto de fatores que impacta diretamente o país, “quase como uma tempestade perfeita”: crise da pandemia, período de baixa afluência hídrica com impacto na energia e uma elevada alta nas commodities, incluindo petróleo e gás.

“A Petrobras recebe cerca de R$ 2 por litro [de gasolina] na bomba. Essa parcela, que corresponde à Petrobras, se destina a cobrir o custo de exploração, de produção e refino do óleo, investimentos permanentes, juros da dívida, impostos e participações governamentais”, explicou durante apresentação ao vivo pela internet, que também contou com a participação de diversos diretores da empresa.

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Componentes de custo

Segundo a estatal, do total do preço do litro da gasolina, somente 34% são referentes à Petrobras e os outros 66% são formados por outros componentes de custo, incluindo impostos e margem de lucro das empresas.

No caso do diesel, a parcela da empresa fica em 52%, sendo os demais 48% relativos aos demais fatores de mercado. Na formação do preço do botijão de gás GLP de 13 kg, a Petrobras fica com 48% do preço, com os outros 52% ficando por conta das empresas de envase, distribuição, revenda e impostos estaduais, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Perguntado sobre como a Petrobras poderia contribuir para a redução nos preços dos combustíveis e do GLP, Silva e Luna explicou que esses debates são afeitos ao Ministério de Minas e Energia, ao Ministério da Economia e à Casa Civil, cabendo à estatal do petróleo garantir saúde financeira, recolhimento de impostos e distribuição de dividendos aos acionistas.

Ele reiterou que não há mudança na política de preços da companhia. “Continuamos trabalhando da forma como sempre. A maneira que a Petrobras acompanha o preço da paridade internacional do [petróleo tipo] Brent, as mudanças em relação ao câmbio, a análise permanente para ver se isso são [fatores] conjunturais ou estruturais, essa mudança não existe”, disse.

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Crise energética

Quanto à ajuda que a estatal pode dar para minorar os efeitos da crise energética, o general lembrou que a Petrobras triplicou a entrega de gás para a operação das termelétricas nos últimos 12 meses.

Sobre a participação da empresa na economia nacional, ela gerou, entre 2019 e setembro de 2021, R$ 20,4 bilhões de dividendos para a União.

Até dezembro deste ano, a projeção é a geração de R$ 552 bilhões em tributos para a União, estados e municípios.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), na semana entre 29 de agosto e 4 de setembro, o preço médio do litro da gasolina comum no país era de R$ 6,00; o diesel S10, R$ 4,69, e o botijão de 13 kg, R$ 93,61.

Edição: Kleber Sampaio

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