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Economia

Redução no preço da gasolina ainda não foi sentido pelos consumidores da região

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Foto: Freepik

A vida do brasileiro tem sido difícil, principalmente quando se fala em abastecer o veículo, seja um carro ou uma motocicleta, a velha frase “enche o tanque”, é cada vez mais rara de ser ouvida pelos frentistas.

Em um curto período de tempo, a Petrobras anunciou duas reduções no preço da gasolina nas refinarias, (duas reduções em menos de 10 dias). A primeira redução foi anunciada em 19 de março, com queda de R$ 0,14 por litro da gasolina nas refinarias ou 4,95%. Já a segunda, foi feita em 25 de março, com o valor de R$ 0,11 menor em média por litro.

Um levantamento feito pela nossa equipe em postos de gasolina da região, apontam que os novos valores ainda não foram sentidos no bolso da população. Com preços que variam entre R$ 5,69 e R$ 5,89 por litro, o consumidor tem tido que fazer um verdadeiro tour, em busca de preços melhores.

“O preço auto dos combustíveis está doendo nos bolsos dos brasileiros. É uma realidade muito triste onde acabamos por ser reféns, a gente que trabalha e precisa do veículo para se locomover, querendo ou não tem que pagar”, afirma o representante comercial Aroldo.

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“Eu ainda não senti essa diferença no meu bolso, é complicado isso, porque o combustível é algo necessário para todo mundo, é uma pessoa que precisa trabalhar, uma firma que coloca os veículos na estrada para prestar serviços, a gente da roça que precisa escoar a produção, é muita gente mesmo sabe, que necessita de um combustível e isso tem doído no bolso. Espero que logo o preço possa baixar e que possamos dar uma respirada, porque não tem sido fácil”, disse o agricultor Rogério.

“Quando se anuncia um aumento do preço do combustível, ele está na bomba no outro dia, mesmo que o posto não tenha feito uma nova compra de gasolina. Mas quando se tem a baixa dos preços, essa baixa até chegar ao cliente final demora muito, ou é até por vezes, é ignorada. Porque, se hoje, anunciarem uma baixa nos preços e na semana da frente um reajuste de novo, o posto acaba subindo o preço novamente e o consumidor final, que sonos nós, nem sente a diferença da primeira baixa do combustível”, explicou Lucas, que trabalha como entregador.

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Fonte: Editora Hoje

Economia

Decreto altera limite de execução orçamentária de sete ministérios


Para impedir a paralisação de órgãos públicos e fazer frente a gastos emergenciais, o presidente Jair Bolsonaro editou nesta terça-feira (20) decreto que altera o limite provisório de execução orçamentária de sete ministérios e mais dois órgãos federais. Como o Orçamento Geral da União de 2021 só será sancionado na próxima quinta-feira (22), os novos limites vigorarão até o fim de maio.

Em nota, o Palácio do Planalto informou que os novos limites de gastos foram pedidos por sete ministérios: Educação; Infraestrutura; Desenvolvimento Regional; Saúde; Ciência Tecnologia e Inovações; Defesa; e Comunicações. A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também haviam pedido novos limites.

O Planalto não detalhou os novos valores. Apenas informou que a mudança permitirá a execução de gastos discricionários (não obrigatórios), obrigatórios com controle de fluxo e de restos a pagar (verbas de anos anteriores) de modo a manter os ministérios e os órgãos em funcionamento e permitir que eles arquem com gastos emergenciais decorrentes principalmente da pandemia de covid-19.

Os limites servirão até que o governo edite um decreto com a programação orçamentária definitiva de 2021, o que deve ocorrer até 30 dias depois da sanção do Orçamento Geral da União. “Como a lei orçamentária ainda não foi sancionada, o Executivo continua efetuando as suas programações com base na execução provisória do orçamento. Essa situação, contudo, deverá ser superada a partir do mês de maio, quando a programação definitiva já estará em vigor”, informou o Palácio do Planalto.

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Recuperação fiscal

Bolsonaro também editou, na noite desta terça-feira, decreto que regulamenta o novo Regime de Recuperação Fiscal dos estados, que socorre governos locais com dificuldades financeiras. A nova RRF havia sido sancionada em janeiro, mas dependia da regulamentação para entrar em vigor.

Entre outras coisas, o novo RRF permite que estados pouco endividados com a União, mas que enfrentam problemas com pagamento a fornecedores ou não conseguem pagar em dia os servidores públicos, ingressem no Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF). O PEF permite que esses governos locais contratem operações de crédito com garantia da União, desde que se comprometam a adotar medidas de ajuste fiscal.

Edição: Aline Leal

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