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Redução de 24% no número de homicídios durante o Carnaval no ES

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A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) divulgou, na tarde desta quinta-feira, 15, o balanço dos indicadores criminais registrados no período do Carnaval, das 18h da sexta-feira, 09, até às 7h da Quarta-Feira de Cinzas, 14. Os números apontaram redução de 24% de homicídios em relação a 2017. Se comparado os números de 1º de janeiro até o dia 14 de fevereiro, a redução passa a ser de 35%.
Com base nos dados – que foram apresentados em coletiva de imprensa –, o Carnaval 2018 se torna o mais tranquilo dos últimos tempos.
Na ocasião, estavam presentes o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, André Garcia, os comandantes gerais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, os coronéis Nylton Rodrigues e Marcelo D’Isep, respectivamente, e o chefe da Polícia Civil, Dr. Guilherme Daré.
Um homicídio foi registrado em eventos de Carnaval em todo o Espírito Santo. Dos 22 ocorridos de 9 a 14 de fevereiro, 13 aconteceram na Grande Vitória e nove na Região Norte. A Região Sul não registrou nenhum homicídio. Ao todo, foram empregados 2.500 policiais militares por dia em todo o Estado. Foram mais de 600 eventos de folia, que reuniu em média, 700 mil pessoas por dia. Para isso foram utilizadas 600 viaturas no patrulhamento ostensivo.
O secretário André Garcia chamou a atenção para a maior Operação Verão, cujo planejamento para o Carnaval faz parte, dos últimos anos no Estado. Com trabalho de inteligência, emprego estratégico de efetivo e com amplo reconhecimento dos capixabas e turistas.
“Os indicadores apresentam redução porque trabalhamos o planejamento com antecedência, monitorando áreas que requeriam mais atenção e tudo aconteceu como previsto. Os indicadores apontam para um grande trabalho que as polícias e o Corpo de Bombeiros fizeram”, destacou o secretário.
Os indicadores apontam ainda para a redução em crimes contra o patrimônio. Foram registradas quedas de 36% a roubo de veículos, 73% em roubo a residências e 18% a roubo em coletivos.
O comandante-geral da Polícia Militar, comandante Nylton Rodrigues, destacou o planejamento para as ações de combate à violência durante o Carnaval.
“Sem dúvida foi feito um grande planejamento, com todos os setores da Polícia Militar envolvidos, inclusive a Inteligência policial. É amparado nestes dados que podemos dizer que fizemos um planejamento vitorioso”.
Durante o período de folia foram investidos R$ 4 milhões em pagamentos de diárias. Como resultado, a Polícia Militar registrou 7.122 veículos abordados e vistoriados e 410 pessoas foram detidas conduzidas às delegacias. O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) aplicou 433 multas, abordou 922 veículos, aplicou 232 testes do bafômetro. Nas estradas do Estado foram registrados 171 acidentes, com três mortes.

camera_enhance O secretário André Garcia chamou a atenção para a maior Operação Verão, cujo planejamento para o Carnaval faz parte, dos últimos anos no Estado. (Crédito: Pedro Dutra)

Polícia Civil

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A Polícia Civil também apresentou números consideráveis de efetividade durante o Carnaval, período em que foi montado esquema de atendimento em regime de plantão prolongado. Foram registradas 913 ocorrências e lavrados 211 autos de prisão em flagrante. Também foram assinados 131 termos circunstanciados.
O chefe da Polícia Civil, delegado Guilherme Daré, destacou a importância da integração entre as polícias, mas também ressaltou a intensificação de investigações e agilidade durante os plantões. 
“Durante o Carnaval intensificamos nossas ações e ampliamos o atendimento nas delegacias. E o resultado do trabalho conjunto realizado pela PC e PM foi a redução do número de crimes em relação ao mesmo período do ano passado. Esse é o saldo final quando há um bom planejamento voltado para a segurança pública”, afirmou o chefe de polícia, delegado Guilherme Daré.

Corpo de Bombeiros

As equipes do Corpo de Bombeiros registraram seis afogamentos no Estado. Nenhum deles aconteceu na Grande Vitória. As vítimas são homens, com idades entre 30 e 59 anos.
Os locais dos afogamentos foram rios, canais e cachoeira, nos municípios de Itapemirim, Santa Maria de Jetibá, Muniz Freire e Linhares, e em três pontos de Vitória.
O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Marcelo D’Isep, apontou a parceria entre a corporação e os municípios como fundamental para a segurança nas praias capixabas.
“A atuação dos municípios, em sintonia com nossas equipes de prontidão, foi determinante para o número de zero ocorrência em praias. Já no interior essa atuação fica mais difícil porque a maioria dos registros de afogamentos acontece em áreas particulares e por imperícia da vítima”, salientou o comandante.

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Governo ES

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Policiais da Core prendem homem que se passava por policial civil em Vila Velha

Um homem de 31 anos foi preso por policiais civis da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), durante uma operação policial no bairro Novo México, em Vila Velha. Ele é suspeito de se passar por um policial civil da unidade.

A equipe policial recebeu uma denúncia, que informava de um indivíduo se passava por um policial civil da unidade. “Após levantamentos, foram identificadas imagens do suspeito, em que o mesmo fazia uso de colete e distintivos da polícia, e dizia estar “indo trabalhar”, além de outras fotos em que ele aparece com uma pistola na cintura. O retrato foi usado no perfil dele no WhatsApp, portando uma pistola, distintivo da PCES e uma caneca com o símbolo da Polícia Civil”, disse o coordenador da Core, delegado Ricardo Almeida.

De acordo com o delegado, a equipe levantou as informações de que o suspeito trabalhava como chefe de segurança em uma empresa em Vila Velha e se apresentava como policial civil, sempre portando uma arma de fogo e se deslocando em uma moto ou carro.

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“A equipe policial realizou uma campana com viatura descaracterizada próximo ao local de trabalho do suspeito, em Novo México, Vila Velha. Ao avistar uma motocicleta com um indivíduo com as características do homem que estávamos à procura, fizemos a abordagem do mesmo”, explicou Ricardo Almeida. 

Segundo o responsável pela investigação, o suspeito, ao ser questionado se portava arma de fogo, disse que sim e em ato continuo, ao ser perguntado sobre o colete e distintivo da polícia civil que ele usava, indicou que os apetrechos estavam na casa dele. “Seguimos então para o edifício, onde fomos atendidos pela mãe do conduzido, que nos convidou para entrar e mostrou o quarto do suspeito, indicando onde estava o colete e o distintivo, sendo estes recolhidos pela equipe”, acrescentou o delegado.

Em depoimento, o conduzido alegou que a arma usada por ele era do pai, que era inspetor penitenciário de determinação temporária. Já o colete balístico, não teve nenhum documento apresentado. Ao consultarem os antecedentes criminais do indivíduo de 31 anos, os policias constataram que ele já tinha passagens pelos crimes de ameaça, estelionato e vias de fato. 

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O suspeito foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e falsa identidade, sendo encaminhado para o Centro de Triagem de Viana (CTV), ficando à disposição da Justiça.

Texto: Brenda Corti, estagiária da Seção de Imprensa e Comunicação Interna (Sicoi)

 

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Fonte: Polícia Civil ES

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