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Internacional

Putin adia votação de mudanças para se preservar no poder

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© EFE/MIKHAEL KLIMENTYEV/SPUTNIK/KREM/ direitos reservados
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, adiou nesta quarta-feira uma votação nacional de mudanças constitucionais que lhe permitiriam se preservar no poder, dizendo que a saúde e a segurança dos cidadãos são sua maior prioridade agora que a pandemia global do novo coronavírus está se agravando.

As mudanças, já aprovadas pelo Parlamento e pelo Tribunal Constitucional russos, zerariam os mandatos presidenciais de Putin, habilitando-o a servir mais dois mandatos consecutivos de seis anos até 2036.

O adiamento vem na esteira de pedidos de críticos pela postergação da votação, que estava planejada para 22 de abril. Um ativista de oposição, Andrei Pivovarov, comparou a ideia de ir adiante em meio ao coronavírus com “dar uma festa durante uma praga”.

“Vemos o quão severamente a epidemia de coronavírus está se desenvolvendo no mundo. Em muitos países, o número de casos está continuando a crescer, toda a economia mundial está ameaçada”, disse Putin em um pronunciamento televisionado à nação.

“A prioridade absoluta para nós é a saúde, a vida e a segurança do povo. Portanto, acredito que a votação deveria ser adiada para uma data posterior.”

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Putin, que domina o panorama político russo como presidente ou primeiro-ministro há duas décadas, falou no momento em que a Rússia registrou seu maior aumento de casos diário, mas a contagem oficial de 658 continua muito abaixo daquela de muitos países europeus.

Na terça-feira, porém, o prefeito de Moscou disse a Putin que a verdadeira escala do problema na capital russa ultrapassa muito as cifras oficiais, e no início deste mês a Reuters noticiou que um aumento acentuado de casos de pneumonia relatado em Moscou está aumentando as dúvidas sobre a precisão dos dados oficiais.

Internacional

Estados Unidos têm mais de 1.200 mortes em 24 horas

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 Os Estados Unidos (EUA) registraram nesse domingo (5) mais de 1.200 mortes em 24 horas causadas pela covid-19, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

O número total de morte, desde o início da pandemia nos Estados Unidos, é agora de mais de 9 mil e o de infectados, de cerca de 337mil. 

Segundo a Universidade Johns Hopkins, mais de 17 mil pessoas já se ecuperam da doença no país.

“Estamos aprendendo muito sobre o inimigo invisível. É duro e inteligente, mas somos mais duros e inteligentes!”, escreveu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na rede social Twitter.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, já infectou mais de 1,2 milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 68 mil.

Dos casos de infecção, mais de 283 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar situação de pandemia.

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