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Projeto levará educação para o trânsito às escolas do ES

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Com objetivo de orientar crianças, adolescentes e toda a comunidade escolar sobre a responsabilidade de todos na segurança do trânsito, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Sedu), da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) e do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran), juntamente com a Polícia Rodoviária Federal, assinou um acordo de colaboração, nesta segunda-feira, 19,  para realização do projeto “Festival Estudantil Temático de Trânsito (FETRAN) – Transitando na Escola Viva”. O evento foi realizado na Escola Viva Pastor Oliveira de Araújo, situada em Cobilândia, Vila Velha, e contou com a presença de alunos de todas as Escolas Vivas da região.
O FETRAN é um projeto de educação para o trânsito coordenado pela PRF que utiliza as atividades pedagógicas do cotidiano escolar e inclui transversalmente o tema Trânsito. A primeira edição na Escola Viva será realizada durante o ano de 2018, por meio de parceria entre a PRF, a Sedu e o Detran. Participarão da primeira edição oito escolas do projeto Escola Viva.
Para o estudante Luís Felipe Amorim Camilo, 16 anos, essa ação será muito importante pois oportunizará criar cidadãos melhores para o futuro. E a estudante Fernanda Nascimento Bastos, 15 anos, reforça o pensamento dele. “Muitas vezes o que observamos é a impaciência e a falta de respeito no trânsito. Aqui, vamos trabalhar o respeito ao próximo. Caberá à nossa geração mudar o futuro. Se formos bons, o mundo será melhor ainda”, concluiu.
Durante a apresentação do projeto, o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Wylis Lyra ressaltou a importância da integração entre essas instituições. “É um passo muito importante para nós da PRF, pois será a primeira ação desse porte no país, em que haverá a presença e participação de fato da polícia em ambiente escolar. São jovens que, embora já participem do trânsito, futuramente tirarão suas carteiras de motoristas e, por isso, essa é uma ação muito importante para o futuro de nossa sociedade com o objetivo de redução dos acidentes”, comentou.
Os alunos das Escolas Vivas da região apresentaram esquetes onde destacaram a intolerância no trânsito e a importância do uso do cinto de segurança.
Na ocasião, a diretora Técnica do Detran-ES, Édina Almeida Poleto, enfatizou a importância do projeto na construção de um futuro com redução do número de acidentes no trânsito. “Esse projeto possui um significado de extrema importância social, pois sabemos que os jovens são ótimos multiplicadores da mensagem de educação no trânsito. Atualmente, temos um número expressivo de vítimas de acidentes no trânsito. Muitos desses poderiam ser evitados com a mudança de comportamento. Nós não podemos mudar o passado, mas o futuro sim. E esse futuro está nas mãos desses jovens”, pontuou.
Já o secretário de Estado de Educação, Haroldo Corrêa Rocha, destacou a importância da educação para o trânsito dentro das escolas. “É muito importante que a escola esteja conectada com a realidade em que a sociedade vive. E a realidade do trânsito faz parte do nosso cotidiano. Sempre que há movimento, há riscos. E o ser humano, com as emoções que possuem, age de formas variadas. Precisamos trabalhar o tema trânsito que tanto causa vítimas, principalmente jovens. Trabalhar esse tema é conectar a escola com a realidade”, frisou.
A educação para o trânsito integrará o rol das disciplinas eletivas na matriz curricular da Escola Viva e no âmbito da respectiva disciplina será desenvolvido o FETRAN. A disciplina culminará com o desenvolvimento de trabalhos com o tema Trânsito, nas modalidades: teatro, maquetes, poesias, danças, músicas, textos, mural, cartazes, entre outros, valorizando a diversidade escolar e cultural.
Compuseram a mesa para a assinatura do acordo de colaboração, juntamente com o secretário Haroldo, a diretora Édina e o inspetor Lyra, o chefe da Seção de Operações da PRF-ES, o inspetor Rodrigo Espíndula Bonfim, a Coordenadora do Programa Escola Viva, Elaine Rossi, a Superintendente Regional de Educação de Vila Velha, Lenita Santana Miller, e o diretor da Escola Viva Pastor Oliveira de Araújo, Marcelo Lema.

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Assessoria de comunicação/ Detran-ES

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Dia D da Busca Ativa Escolar de Nova Venécia acontece às quintas-feiras

A Prefeitura de Nova Venécia, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Seme), seguindo o cronograma do dia D da Busca Ativa Escolar, na quinta-feira (30), disponibilizou equipes para visita técnica aos Distritos de Cedrolândia e São Gonçalo, pela manhã e em bairros do município veneciano, no período da tarde. Foram recebidos  7 alertas, sendo 5 localizados com êxito.

A Seme implantou  a estratégia Busca Ativa Escolar no ano passado, com o objetivo de identificar, registrar, controlar e acompanhar crianças e adolescentes, em idade escolar obrigatória, de 4 a 17 anos que estão fora da escola.

A partir de abril deste ano, a Seme criou o dia D,  que acontece  semanalmente às quintas-feiras. O trabalho é desenvolvido  entre as Secretarias Municipais de Educação, Saúde e Assistência Social, cada uma atuando no âmbito de suas competências de forma integrada e articulada.

De acordo com a coordenadora da Busca Ativa, um cronograma é feito pelo setor com base nas informações inseridas, feita pela unidade escolar, na plataforma. “Os  dados da Plataforma nos permitem  identificar se o aluno está matriculado e não está frequentando as aulas”, disse. Segundo ela, outra forma de obtenção de informações é por meio dos agentes de saúde, que,  ao visitarem as famílias, acabam por identificar  alunos fora da escola.

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Além de trazer o aluno de volta para a escola, a estratégia monitora a criança e/ou adolescente para garantir sua permanência nas unidades escolares.

Sobre a estratégia
A Busca Ativa Escolar foi desenvolvida pelo Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF), em parceria com a União de Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime), com o apoio do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde,  como estratégia para apoiar os governos na identificação, registro, controle e acompanhamento de crianças e adolescentes, em idade escolar obrigatória, de 4 a 17 anos.

Fonte: Ascom|PMNV

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