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Programa Cozinha Capixaba disponível a todos municípios

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Com alimentos e produtos que valorizam a gastronomia do Espírito Santo, o Programa Cozinha Capixaba — uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) e o Sesi-ES — foi lançado na noite desta quarta-feira (07) com uma aula show na Praia da Areia Preta, em frente ao Radium Hotel, em Guarapari.

O evento contou com a presença do governador Paulo Hartung, do secretário de Estado da Agricultura, Octaciano Neto e autoridades locais.

O chef Juarez Campos foi o responsável por ministrar a aula para 60 convidados, na unidade móvel do programa: uma cozinha didática, adaptada em uma carreta, totalmente equipada. E para começar com toque tipicamente capixaba, o chef ensinou na aula show uma receita da nossa gastronomia misturado com a italiana: risoto de moqueca.

O governador Paulo Hartung destacou a parceria do Governo junto à Federação das Indústrias do Espírito Santo (FINDES) para levar capacitação e padronização da culinária capixaba. “Esse equipamento irá percorrer o Estado todo. Com esse projeto queremos fortalecer nossa cultura e, dentro deste contexto, a culinária é muito importante”, ressaltou.

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O secretário de Estado da Agricultura, Octaciano Neto, ressaltou que foi dada a largada para a careta móvel percorrer 25 municípios. “A carreta vai levar o aparecimento a 1000 pessoas em todo o Estado, aperfeiçoando o conhecimento dos profissionais da gastronomia e valorizando nossos produtos e nossa agricultura, a nossa cultura, com pratos tipicamente capixaba”, disse Octaciano. 

O chef Juarez Campos destacou que o programa vai valorizar os produtos e os pratos capixabas. “O Espírito Santo é um estado que tem muitos produtos de qualidade, em todas as regiões. E todo mundo que for participar das capacitações pode trazer o caderninho que que está escondido na gaveta porque precisamos resgatar a culinária tradicional. O Cozinha Capixaba é um programa pioneiro no Brasil e será referência para outros estados”, afirmou.

Os primeiros municípios a receberem o Programa serão São Mateus e Conceição da Barra. As inscrições vão até sexta-feira (09) e são feitas pessoalmente, no local indicado pelas Prefeituras. Confira no link as informações das datas dos cursos e local onde se inscrever no link: https://goo.gl/mFfxZ4.

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A programação prevê dois cursos de capacitação por semana em cada município, de segunda-feira a sexta-feira, em dois períodos com 20 alunos em cada um deles, com duração de 20 horas semanais.

 

Cozinha Capixaba

O Programa Cozinha Capixaba é voltado para profissionais da área gastronômica e tem o objetivo de oferecer a capacitação para desenvolver a gastronomia regional, capacitar os profissionais e, com isso, incentivar o turismo, e gerar emprego e renda. Além disso, serão valorizados os produtos produzidos no Estado, como embutidos, queijos, frutos do mar e carnes. Vinte e cinco municípios receberão os cursos.

As aulas serão ministradas nas unidades móveis do programa, com capacidade para os alunos acompanhem cada uma das aulas ministradas em seu interior.

Na parceria, a Seag ficará responsável por custear o curso e as prefeituras as demais despesas.

Seag

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Bacia do Rio Santa Maria recebe mais de R$35 milhões para restauração florestal

Investimento contempla mais de mil hectares em três municípios do Espírito Santo, outros R$135 milhões foram destinados a Baixo Guandu

A bacia do rio Santa Maria do Doce receberá mais de R$35 milhões para ações de restauração florestal em cerca de mil hectares nos municípios capixabas de Colatina, São Roque do Canaã e Santa Teresa. O investimento previsto, via editais, é destinado à contratação de serviços técnicos, científicos e operacionais.

O diretor-presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, assinou no dia 2 de junho, em Colatina, o Termo de Compromisso que garante o repasse dos recursos. O evento contou com representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Rio Santa Maria do Doce e do Rio Doce e do poder público estadual e municipal.

Total de investimentos

Ao todo, a Fundação Renova vai investir, por meio de editais, cerca de R$540 milhões para promover a restauração florestal de, aproximadamente, 16 mil hectares.

Segundo Andre de Freitas, cerca de R$106 milhões serão destinados à recuperação de 420 nascentes e 2,8 mil hectares que, além da bacia do rio Santa Maria do Doce (ES), incluem as bacias do rio Piranga (MG) e Corrente Grande (MG). “Em maio, firmamos o investimento de R$135 milhões na restauração florestal em 5 mil hectares da bacia do rio Guandu, no Espírito Santo. Agora, anunciamos esse repasse que beneficiará diretamente mais três municípios capixabas”, afirma.

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Esses valores fazem parte do montante de R$1,7 bilhão, que será empregado no cumprimento de parte da meta socioambiental de recuperar 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Recarga Hídrica (ARH), e de 5 mil nascentes ao longo de dez anos.

Editais

A Fundação Renova mantém contratos com 12 parceiros para restauração florestal de 15.500 hectares. Ao oferecer serviços técnicos, científicos e operacionais, as empresas ou consórcios contratados se tornam responsáveis pela execução das ações estabelecidas pelo Programa de Recuperação de APPs e Áreas de Recarga da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e Programa de Recuperação de Nascentes.

Produtores rurais

Além dos editais de contratação de fornecedores, a Fundação Renova mantém um edital permanente para produtores e proprietários rurais de 66 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Edital de Adesão de Produtores Rurais aos Programas de Restauração Florestal é voltado para quem deseja colaborar com o processo de restauração florestal em APPs, ARHs e nascentes em suas propriedades. Até maio mais de 1.600 inscrições haviam sido feitas, totalizando uma área de aproximadamente 23 mil hectares autodeclarados.

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Segundo o coordenador de Restauração Florestal, José Almir Jacomelli, a Fundação Renova fornece os insumos necessários para o cercamento das áreas com projetos de restauração florestal, manutenção, assistência técnica operacional e apoio na inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “O produtor rural fica responsável por manter a área protegida, podendo executar o cercamento e mantê-lo por um prazo de cinco anos, bem como optar ou não pela execução das práticas de restauração florestal”, destaca.

Fonte: Fundação Renova

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