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Preço médio da gasolina volta subir, diz ANP

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Após 5 semanas seguidas sem subir, o preço médio da gasolina para o consumidor final subiu nesta semana e voltou ao patamar de R$ 4,20 por litro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 16, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O avanço foi de 0,38%, para R$ 4,205 na média por litro. Em 2018, o preço da gasolina já tem alta acumulada de 2,58%.
O valor representa uma média calculada pela ANP, que verifica os preços em diversos municípios. Eles, portanto, podem variar de acordo com o local. Eles, portanto, podem variar de acordo com o local.
Enquanto o preço da gasolina terminou a semana em alta, nas refinarias, o valor também foi ajustado para cima pela Petrobras, com alta de 1,92%. O repasse ou não do reajuste para o consumidor final depende dos postos.

Entenda a composição do preço da gasolina e o que diz a Petrobras

A medida faz parte da política de preços da Petrobras, adotada em julho do ano passado, que reajusta o valor dos combustíveis quase diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. No mesmo mês, o governo subiu os impostos sobre os combustíveis. Desde então, o preço médio para o consumidor final nas bombas acumula alta de 19,8%.

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Diesel, etanol e gás de cozinha

A ANP também divulga a variação semanal do preço médio por litro do diesel, que teve alta de 0,2%, para R$ 3,385 por litro. Na mesma semana, a Petrobras elevou o preço do combustível nas refinarias em 1,02%. Da mesma maneira que ocorre com a gasolina, o repasse ou não para o consumidor final depende dos postos.
Desde a adoção da política de preços da Petrobras e do aumento de impostos, o preço médio do diesel nas bombas já tem alta de 14,4%. Em 2018, há alta acumulada de 1,77%.
O etanol também teve alta no preço médio, com avanço de 0,56% na semana, para R$ 3,032 por litro. No ano, há alta acumulada de 4,12%.
Enquanto isso, o preço do botijão de gás de cozinha caiu 0,26% na semana, para R$ 66,68. No ano, há queda de 1,08%.

G1

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Brasil e Argentina concluem acordo de homologação de veículos

O Brasil e a Argentina concluíram a negociação de um acordo para reconhecerem mutuamente as normas de segurança de veículos, anunciaram hoje (30) à noite os ministérios da Economia, da Infraestrutura e das Relações Exteriores. O acordo será assinado em julho por autoridades dos dois países.

Por meio da homologação veicular, os órgãos máximos de trânsito atestam a conformidade dos veículos a normas de segurança e autorizam a circulação no país. Com o acordo, o Brasil reconhecerá a aprovação de um modelo de veículo produzido na Argentina, com o país vizinho fazendo o mesmo com os veículos montados no Brasil.

O acordo, informou o comunicado, facilitará o comércio de veículos entre Brasil e Argentina, reduzindo custos e prazos. “O reconhecimento mútuo de homologações veiculares favorece o desenvolvimento do setor automotivo nos dois países e o incremento dos fluxos de comércio, além de conferir mais previsibilidade e segurança jurídica para os investimentos”, destacou a nota.

Com a homologação, o governo brasileiro reconhecerá a Licença para Configuração de Modelo emitida pelo Ministério de Desenvolvimento Produtivo da Argentina. O país vizinho reconhecerá o Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito, emitido pela Secretaria Nacional de Trânsito, do Ministério da Infraestrutura brasileiro.

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Num primeiro momento, o acordo cobrirá cerca de 80% dos itens de segurança de veículos leves de passageiro e leves de carga (categorias M1 e N1, respectivamente). Está prevista a ampliação de itens e a inclusão de novas categorias de veículos, como ônibus e caminhões. Os dois governos pretendem estender o acordo às autopeças.

“O acordo vai ao encontro dos interesses dos setores produtivos dos dois países, que já destacaram em outras oportunidades os benefícios de uma aproximação ainda maior entre Brasil e Argentina, destacando-se a criação de oportunidade para ganhos de competitividade e a otimização de custos e investimento, num setor que possui uma participação significativa no comércio bilateral”, concluiu a nota conjunta.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Economia

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