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Policiais Civis de Itaguaçu e Itarana apreendem quase cinco quilos de maconha e prendem suspeito de tráfico de drogas

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A equipe da Delegacia de Polícia (DP) de Itaguaçu prendeu um homem de 47 anos, em flagrante, por suspeita de tráfico de drogas. A prisão ocorreu na tarde dessa quinta-feira (25), no Centro de Itaguaçu, no momento em que o suspeito recebia uma carga de, aproximadamente, cinco quilos de maconha, enviada para o endereço do suspeito pelo correio.

“Nós fomos acionados pelo Setor de Segurança dos Correios, na última quarta-feira (24), com a informação de que uma correspondência suspeita seria entregue em determinado endereço, no Bairro Otto Luis Hoffman, em Itaguaçu. Fizemos levantamentos e permanecemos monitorando o destinatário do pacote, que, em vez de recebê-lo em casa, decidiu fazer a retirada da encomenda na agência dos Correios”, relatou o titular da Delegacia de Polícia de Itaguaçu, delegado Adriano Scardua.

O suspeito foi abordado logo após sair da agência e abriu o pacote na presença dos policiais, revelando o conteúdo: quatro tabletes de maconha, com peso total de 4,930 quilos. O suspeito foi autuado, em flagrante, pelo crime de tráfico de drogas e encaminhado ao sistema prisional.

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“As investigações dos fatos terão continuidade para apurar a participação de outras pessoas no crime, bem como averiguar a origem da droga. O pacote indicava, como remetente, a cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, mesmo local de onde partiram outros dois pacotes apreendidos pelo Departamento Especializado de Narcóticos, esta semana, na Região Metropolitana. Vamos compartilhar informações com o Denarc, de modo a robustecer as investigações”, informou Scardua.

Texto: Camila Ferreira 

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Integração das Polícias Civis do Espírito Santo e Rio de Janeiro resulta na prisão de homicida


A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), em integração com a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Serra, prendeu, em cumprimento de mandado de prisão, um suspeito de 24 anos, apontado como executor de um homicídio de um homem de 33 anos.  O crime aconteceu na frente da esposa e da filha de 11 anos da vítima, durante a paralisação da Polícia Militar (PM), no dia 19 de fevereiro de 2017, em via pública no bairro Feu Rosa, na Serra.

A prisão aconteceu, nessa segunda-feira (19), no bairro Monsuaba, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. O resultado da operação foi apresentado em coletiva de imprensa realizada, na tarde desta terça-feira (20), na Chefatura de Polícia Civil, em Vitória.

O titular da DHPP Serra, delegado Rodrigo Sandi Mori, contou que o suspeito na época do crime era o gerente de uma das organizações criminosas mais violentas do município da Serra. “Foi feito um serviço de inteligência, levantaram o endereço dele e o suspeito foi preso em uma residência em Angras dos Reis, nessa segunda-feira, em uma operação integrada entre as polícias civis do Rio de Janeiro e do Espírito Santo”, relatou o delegado.

 

O crime

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“No dia do crime, a família estava saindo da casa de parentes, por volta das 22 horas, se dirigindo ao ponto de ônibus, quando foram abordados pelo criminoso, que estava armado com uma espingarda de fabricação caseira, calibre 12. O suspeito perguntou duas vezes o nome da vítima, que respondeu. O criminoso, então, pediu para que a esposa e a filha se afastassem e de forma covarde, desferiu um tiro no peito da vítima, que foi socorrida, porém veio a óbito no hospital”, explicou Sandi Mori.

O titular da DHPP Serra, delegado Rodrigo Sandi Mori, avaliou o homicídio como um crime covarde. “A vítima não tinha nenhum envolvimento com atividades ilícitas, trabalhava como operador de máquina, há 13 anos, nunca teve passagens pela polícia e não tinha envolvimento com nenhum tipo de crime e foi morta de forma covarde na frente da esposa e da filha”, ressaltou.

Segundo Rodrigo Sandi Mori, logo após o crime, o criminoso sabendo que estava sendo procurado pela DHPP da Serra, se evadiu para o Estado do Rio de Janeiro, permanecendo até segunda-feira (19). “Em abril de 2019, conseguimos informações, que ele se encontrava em Angras dos Reis, nós fomos até Angra dos Reis, prendemos outro homicida que também estava foragido no Rio de Janeiro, porém não obtivemos êxito em prendê-lo naquela ocasião”, disse o titular da DHPP.

E progrediu: “e mesmo assim, foi mantida a troca de informações com a polícia civil do Rio de janeiro, foi passado o mandado de prisão e a qualificação e as características dele, e essa integração entre as polícias civis dos Estados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, possibilitou a realização da prisão dele.”

De acordo com o delegado, 51 homicídios que aconteceram na Serra, 61% deles se encontram elucidados, com 90% dos autores desses crimes presos. “Pedimos aos familiares das vítimas de homicídios, que nos procurem e deixamos claro que, esses crimes que ocorreram no período de paralisação da polícia militar, não foram esquecidos por nós, pedimos aos familiares que não tenham medo de denunciar, para que os inquéritos que ainda se encontram em andamento sejam finalizados para a enunciação do crime e os autores presos”, frisou Sandi Mori.

Texto: Seção de Imprensa e Comunicação Interna (Sicoi)

 

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