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Planejamento Estratégico define ações e projetos para 2018

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O Governo do Espírito Santo concluiu na manhã deste sábado (24) seu quarto Seminário Planejamento Estratégico, definindo ações e projetos que serão realizados em 2018, com foco na qualidade de vida dos capixabas. O encontro técnico, realizado em Vitória, reuniu mais de 200 gestores, sob a liderança do governador Paulo Hartung.

Numa referência à crise política e econômica registrada no país, que no Espírito Santo foi também associada a outros agravantes, como a desativação da Samarco, a queda no preço do barril de petróleo e a maior seca dos últimos 80 anos, Hartung disse que seu governo “atravessou a tormenta, administrou o desafiante presente com equilíbrio, responsabilidade social e ainda lançou as bases dos novos destinos das terras capixabas”.

 

Ousado e inovador

“Ousamos acreditar. Ousamos lutar. Ousamos inovar. Ousamos fazer. Gostaria de salientar que cumprimos exatamente com o que nos comprometemos ainda na campanha eleitoral e que se materializou nos projetos fundamentais do nosso governo: planejamos e entregamos um novo Início na caminhada do Estado do Espírito Santo”, disse o governador, citando projetos inovadores que vêm sendo realizados pela administração estadual.

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“A Escola Viva, o Pacto pela Aprendizagem, o Jovem de Futuro, a Rede Cuidar, o Ocupação Social, os Programas nas áreas de Cultura, Tecnologia e Esportes, o Águas e Paisagens, o Programa de Barragens, entre outros, são projetos com aptidão para se tornar políticas de Estado, porque foram implementados de forma democrática e transparente, além, é claro, de terem o potencial de transformar profundamente os horizontes de um Estado que, desde a colônia, parecia fadado ao segundo plano da vida nacional”, disse Hartung, para logo ressaltar: “Estava fadado, não está mais! Num processo que iniciamos lá em 2003, estamos agora consolidando os pilares de uma nova era para as futuras gerações de capixabas”.

 

Planejamento e organização

O vice-governador César Colnago também destacou as realizações do Governo. “Conseguimos ultrapassar todas as crises”, disse ele. “Mas mesmo com menos recursos estamos registrando mais resultados”, argumentou, afirmando: “Temos um Estado organizado, com planejamento permanente, e conseguindo transformar projetos em obras concretas para a nossa população”.

Secretário de Estado de Economia e Planejamento, Regis Mattos Teixeira, responsável pela coordenação do Planejamento Estratégico de Governo, disse que o foco de todo o trabalho realizado é a melhoria da qualidade de vida de cada um dos capixabas. Ações e projetos realizados pela administração estadual, segundo Regis Mattos, buscam garantir um presente e um futuro melhor para a população do Espírito Santo.

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Entre todo o dia de sexta-feira e a manhã deste sábado, o seminário reuniu mais de 200 gestores do Governo, entre governador, vice-governador, secretários, subsecretários, dirigentes de órgãos e técnicos da administração estadual. Os profissionais assistiram a palestras, participaram de debates e de atividades ligadas às principais áreas de atuação do Governo. O grupo atualizou as metas e alinhou as prioridades da administração estadual para 2018.

 

Secom/ES

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Bacia do Rio Santa Maria recebe mais de R$35 milhões para restauração florestal

Investimento contempla mais de mil hectares em três municípios do Espírito Santo, outros R$135 milhões foram destinados a Baixo Guandu

A bacia do rio Santa Maria do Doce receberá mais de R$35 milhões para ações de restauração florestal em cerca de mil hectares nos municípios capixabas de Colatina, São Roque do Canaã e Santa Teresa. O investimento previsto, via editais, é destinado à contratação de serviços técnicos, científicos e operacionais.

O diretor-presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, assinou no dia 2 de junho, em Colatina, o Termo de Compromisso que garante o repasse dos recursos. O evento contou com representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Rio Santa Maria do Doce e do Rio Doce e do poder público estadual e municipal.

Total de investimentos

Ao todo, a Fundação Renova vai investir, por meio de editais, cerca de R$540 milhões para promover a restauração florestal de, aproximadamente, 16 mil hectares.

Segundo Andre de Freitas, cerca de R$106 milhões serão destinados à recuperação de 420 nascentes e 2,8 mil hectares que, além da bacia do rio Santa Maria do Doce (ES), incluem as bacias do rio Piranga (MG) e Corrente Grande (MG). “Em maio, firmamos o investimento de R$135 milhões na restauração florestal em 5 mil hectares da bacia do rio Guandu, no Espírito Santo. Agora, anunciamos esse repasse que beneficiará diretamente mais três municípios capixabas”, afirma.

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Esses valores fazem parte do montante de R$1,7 bilhão, que será empregado no cumprimento de parte da meta socioambiental de recuperar 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Recarga Hídrica (ARH), e de 5 mil nascentes ao longo de dez anos.

Editais

A Fundação Renova mantém contratos com 12 parceiros para restauração florestal de 15.500 hectares. Ao oferecer serviços técnicos, científicos e operacionais, as empresas ou consórcios contratados se tornam responsáveis pela execução das ações estabelecidas pelo Programa de Recuperação de APPs e Áreas de Recarga da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e Programa de Recuperação de Nascentes.

Produtores rurais

Além dos editais de contratação de fornecedores, a Fundação Renova mantém um edital permanente para produtores e proprietários rurais de 66 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Edital de Adesão de Produtores Rurais aos Programas de Restauração Florestal é voltado para quem deseja colaborar com o processo de restauração florestal em APPs, ARHs e nascentes em suas propriedades. Até maio mais de 1.600 inscrições haviam sido feitas, totalizando uma área de aproximadamente 23 mil hectares autodeclarados.

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Segundo o coordenador de Restauração Florestal, José Almir Jacomelli, a Fundação Renova fornece os insumos necessários para o cercamento das áreas com projetos de restauração florestal, manutenção, assistência técnica operacional e apoio na inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “O produtor rural fica responsável por manter a área protegida, podendo executar o cercamento e mantê-lo por um prazo de cinco anos, bem como optar ou não pela execução das práticas de restauração florestal”, destaca.

Fonte: Fundação Renova

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