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Petrobrás fecha 2017 com prejuízo de R$ 446 milhões

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A Petrobrás registrou um prejuízo líquido de R$ 446 milhões em 2017, ante perda de 14,824 bilhões em 2016, impactado pelo acordo para o encerramento da “class action” nos EUA e por adesão a programas de regularização de débitos federais. Apesar de ser o quarto resultado negativo da estatal, o acumulado de 2017 representa uma melhora de 97% ante a perda do exercício de 2016.  Segundo a Petrobrás, excluindo o acordo bilionário da ação coletiva, a companhia apresentaria lucro líquido de R$ 7,089 bilhões.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado do ano em 2017, por sua vez, foi de 76,557 bilhões de reais, ante 88,693 bilhões de reais no ano anterior.
No quarto trimestre do ano passado, a estatal reportou prejuízo líquido de R$ 5,477 bilhões, revertendo o lucro líquido de R$ 2,510 bilhões de igual intervalo de 2016 e o ganho de R$ 266 milhões dos três meses imediatamente anteriores

 
Dividendos
 
A Petrobrás pretende alterar a forma de distribuição de resultados aos acionistas. Em comunicado, junto com o balanço do quarto trimestre, a companhia diz que o conselho de administração determinou a realização de estudos para alterações no estatuto social na cláusula de destinação dos resultados, “com o objetivo de estabelecer pagamentos trimestrais de Dividendos ou de Juros sobre Capital Próprio, bem como possibilitar o pagamento de dividendos intermediários à conta da reserva de lucros, observadas as disposições legais aplicáveis.” No demonstrativo de resultados, não há menção a distribuição de proventos aos acionistas.
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Estadão

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Índice de variação dos aluguéis cai 0,31% em junho, diz FGV

O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar) registrou deflação (queda de preços) de 0,31% em junho deste ano, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador mede os preços dos aluguéis em quatro cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Em maio deste ano, o Ivar havia registrado inflação de 0,59%. Com isso, o índice acumula, em junho, taxa de inflação de 8,05% em 12 meses, abaixo dos 8,83% acumulados no mês anterior.

“O Ivar deve começar a se assemelhar cada vez mais com o resultado acumulado do IPCA, uma vez que o IPCA vem sendo adotado como o indexador de contratos de aluguel residencial. A partir desse segundo semestre, essa taxa de variação acumulada dos aluguéis deve estabilizar em torno de 8% a 9%”, explica o pesquisador da FGV, Paulo Picchetti.

São Paulo foi a única cidade a registrar inflação no Ivar de junho (0,86%). No mês anterior, o indicador havia apresentado deflação de 0,26%.

As demais cidades apresentaram deflação em junho: Rio de Janeiro (-0,26% ante uma inflação de 1,31% no mês anterior), Porto Alegre (-0,27% ante uma inflação de 0,87% em maio) e Belo Horizonte (-4,12% ante uma inflação de 1,97% em maio).

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Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia

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