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Economia

Petrobrás fecha 2017 com prejuízo de R$ 446 milhões

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A Petrobrás registrou um prejuízo líquido de R$ 446 milhões em 2017, ante perda de 14,824 bilhões em 2016, impactado pelo acordo para o encerramento da “class action” nos EUA e por adesão a programas de regularização de débitos federais. Apesar de ser o quarto resultado negativo da estatal, o acumulado de 2017 representa uma melhora de 97% ante a perda do exercício de 2016.  Segundo a Petrobrás, excluindo o acordo bilionário da ação coletiva, a companhia apresentaria lucro líquido de R$ 7,089 bilhões.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado do ano em 2017, por sua vez, foi de 76,557 bilhões de reais, ante 88,693 bilhões de reais no ano anterior.
No quarto trimestre do ano passado, a estatal reportou prejuízo líquido de R$ 5,477 bilhões, revertendo o lucro líquido de R$ 2,510 bilhões de igual intervalo de 2016 e o ganho de R$ 266 milhões dos três meses imediatamente anteriores

 
Dividendos
 
A Petrobrás pretende alterar a forma de distribuição de resultados aos acionistas. Em comunicado, junto com o balanço do quarto trimestre, a companhia diz que o conselho de administração determinou a realização de estudos para alterações no estatuto social na cláusula de destinação dos resultados, “com o objetivo de estabelecer pagamentos trimestrais de Dividendos ou de Juros sobre Capital Próprio, bem como possibilitar o pagamento de dividendos intermediários à conta da reserva de lucros, observadas as disposições legais aplicáveis.” No demonstrativo de resultados, não há menção a distribuição de proventos aos acionistas.
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Estadão

Economia

Indicador de produtividade da indústria cai 1,3%, no 3º trimestre


A produtividade do trabalho na indústria no terceiro trimestre de 2021 retornou ao patamar do segundo trimestre de 2020, momento mais grave da crise causada pela pandemia de covid-19. É o que mostra o estudo Produtividade na Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado hoje (3).

O indicador que mede a relação entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção caiu 1,3% em relação ao segundo trimestre do ano, na série livre de efeitos sazonais.

A pesquisa revela que o volume produzido no terceiro trimestre de 2021 recuou 1,9% em relação ao segundo trimestre deste ano. E as horas trabalhadas caíram 0,6% na mesma base de comparação.

Segundo a CNI, a produtividade está em queda desde o último trimestre de 2020. Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, último trimestre de alta do indicador, a perda acumulada chega a 7,6%.

Para a CNI, as quedas consecutivas refletem o ambiente de elevadas incertezas, prejudicial ao investimento e, no curto prazo, pesam dificuldades como a falta de insumos e a pressão sobre os custos de produção.

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De acordo com o estudo, 2021 será o segundo ano consecutivo de recuo da produtividade, que deve cair mais de 2%. A maior queda registrada pelo indicador desde o início da série histórica, em 2000, foi de 2,2%, em 2008, ano marcado pela crise financeira global.

Segundo a CNI, apesar do cenário desafiador para os próximos meses, a perspectiva é de melhora no longo prazo, devido às oportunidades ligadas à digitalização e a transição para uma economia mais sustentável. “A expectativa é de retomada do crescimento da produtividade, puxada por oportunidades de investimentos nas novas tecnologias digitais, na implementação das redes 5G, considerada base para a digitalização, e em tecnologias verdes, que ganham importância diante da crise climática”, afirmou a gerente de política industrial da CNI, Samantha Cunha, em nota.

*Título alterado às 10h37 para corrigir informação

Edição: Maria Claudia

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