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Pesquisadores encontram possível causa da insônia

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Um novo estudo indica que a insônia pode ser hereditária. Conduzido por Murray Stein, da Universidade da Califórnia São Diego, o levantamento científico abrangeu a análise de DNA de 33 mil soldados americanos, que têm mais problemas para dormir do que a média da população nos Estados Unidos (50% e 20%, respectivamente). Segundo a OMS, 40% dos brasileiros têm distúrbios do sono.
Outros estudos, feitos com gêmeos, já relacionaram os distúrbios do sono com a herança genética, mas a análise mais recente foi feita com o objetivo de identificar os genes envolvidos no processo.
O relatório liga a insônia a variações genéticas no cromossomo 7, perto do AUTS2 (cromossomo relacionado ao consumo de álcool), e no cromossomo 9 de pessoas com ascendência Europeia.
“Um melhor entendimento sobre as bases moleculares da insônia será crítico para o desenvolvimento de novos tratamentos”, de acordo com Stein.
Entre as descobertas adicionais, os pesquisadores apontam que existe uma ligação entre a insônia e a diabetes tipo 2. Fora isso, no caso das pessoas que são herdeiras genéticas de europeus, o distúrbio foi relacionado com a depressão.
Vale notar que fatores externos também podem ocasionar a insônia, como consumo de cafeína em excesso, rotina de trabalho irregular e medicamentos.

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Exame

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Covid-19: Brasil registra 122 mortes e 45,5 mil casos em 24 horas

O Brasil registrou, desde o início da pandemia de covid-19, 672.033 mortes pela doença, informa o boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença está em 32.535.923.

Em 24 horas, foram registrados 45.501 casos. No mesmo período, foram confirmadas 122 mortes de vítimas do vírus.

Ainda segundo o boletim, 30.967.114 pessoas se recuperaram da doença e 896.776 casos estão em acompanhamento. No levantamento de hoje, não consta atualização dos dados de Mato Grosso do Sul.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras ou nos dias seguintes aos feriados pot causa da redução de equipes que alimentam os dados sobre a doença. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral, há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Boletim Epidemiológico Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 04/07/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Estados

De acordo com os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 5,74 milhões, seguido por Minas Gerais (3,65 milhões) e Paraná (2,63 milhões).

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O menor número de casos é registrado no Acre (127,1 mil). Em seguida, aparecem Amapá (161,8 mil) e Roraima (161,9 mil).

O estado de São Paulo é o que apresenta o maior número de mortes pela doença (171.072), seguido pelo Rio de Janeiro (74.183) e por Minas Gerais (62.197).

O Acre é o que registra o menor número de mortes (2.005), seguido por Amapá (2.141) e Roraima (2.153).

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 450,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,4 milhões com a primeira dose e 157,7 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,9 milhões de pessoas e 95 milhões já receberam a dose de reforço.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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