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Octaciano Neto retorna de curso que vai formar nova geração de políticos

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Pluralidade foi a palavra que o secretário estadual de Agricultura (Seag) Octaciano Neto, enfatizou ao voltar do treinamento de duas semanas, em São Paulo, dentro do projeto RenovaBR, uma iniciativa que quer mudar o País, investindo em novos políticos, em pessoas comuns e naquelas que já tem proximidade com a vida pública, a fim de formar novas lideranças.
Após passar por seis etapas seletivas e concorrer com quase cinco mil pessoas, Octaciano Neto, foi um dos quatro capixabas que integrou o time de 100 pessoas formadas pelo Renova BR. Durante o curso, um modelo único no mundo com essa proposta, o secretário, e pré- candidato a deputado federal, comentou sobre as diversidades de ideias que encontrou lá.
“Pluralidade, uma turma diversa em vários aspectos, social, geográfico, ideológico, sexual, de raça. Gente de todas as regiões, disposta a mudar o Brasil. O clima era de convergência e companheirismo”, destacou Neto.
Recarregado e com novos conhecimentos na bagagem, o secretário de uma das pastas mais importantes do Governo, comentou sobre os planos para as eleições deste ano. Octaciano que é filho e neto de produtor rural, na região de Pedro Canário, Norte do Espírito Santo, é um homem de vida pública, onde atuou como gestor, porém o desejo de candidatar-se surgiu há pouco.
“Há uma mudança geracional do País, há uma nova geração de lideranças chegando com novas propostas. Novas ideias vão ser colocadas, e ainda há um enorme desafio que é aproximar as pessoas da política. A política é um instrumento de inclusão social, e são esses elementos que me motivaram a ser pré-candidato”, afirmou o secretário.
Recém-integrado ao PSDB, partido que tem como presidente o vice-governador César Colnago, que convidou o secretário para se filiar.  A proximidade com o vice-governador, e com o senador Ricardo Ferraço foram decisivos para a filiação, confessou Octaciano.
Sobre um tripé estratégico entre Ricardo Ferraço, no senado, Enio Bergoli como deputado estadual e sua candidatura como deputado federal – os dois primeiros inclusive foram também secretários da pasta de agricultura do Estado – Octaciano não afirma que há uma aliança entre os três, mas garante que os partidos vão começar a discutir sobre isso, em julho. Mas ressalta a amizade entre os três e a afinidade.
Confiante numa votação pulverizada nos 78 municípios capixabas, o secretário de Agricultura, deve confirmar nas urnas o carisma que tem no interior do Estado, principalmente.

camera_enhance Octaciano participou do treinamento de duas semanas, em São Paulo, dentro do projeto RenovaBR, uma iniciativa que quer mudar o País. (Crédito: divulgação)

O RenovaBR

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O RenovaBR é um projeto criado para capacitar cidadãos para ingressarem na política. O objetivo é preparar pessoas que nunca ocuparam cargos públicos eletivos para possíveis candidaturas a deputados estaduais e federais, bem como ajudá-las a desenvolver capacidade de diálogo e convergência para solução dos problemas do Brasil. Dessa forma, o RenovaBR espera contribuir para a renovação do cenário político nacional.
“O RenovaBR trabalha com três premissas básicas: democracia, ética e vontade de servir à sociedade”, reforça Eduardo Mufarej, idealizador do projeto.

O curso de formação 

As atividades da primeira turma tiveram início no dia 22 de janeiro, com duas semanas de imersão presencial em São Paulo. Essa primeira etapa de treinamento ocorreu na sede da SBCoaching (Sociedade Brasileira de Coaching), uma das maiores empresas de coaching do mundo e parceira do RenovaBR.
O curso do RenovaBR mescla aulas presenciais e à distância entre janeiro de julho. A carga horária total é de 240 horas, entre atividades obrigatórias e eletivas. As disciplinas são ministradas por professores altamente capacitados, que abordam temas cruciais para ampliar a compreensão do papel dos políticos enquanto representantes da sociedade, funcionamento dos poderes, liderança e propósito na política e temas relevantes do Brasil.
 “Queremos levar conhecimento e desenvolvimento de habilidades para pessoas dispostas a transformar a política do nosso país. Precisamos políticos preparados para exercer cargos de decisão e retomar o caminho do desenvolvimento com ética e transparência na gestão pública”, justifica Eduardo Mufarej.
Além disso, cada participante terá acompanhamento de um coach da SBCoaching ao longo de todo o programa, totalizando um mínimo de 100 horas de coaching por bolsista. O objetivo de desenvolver e potencializar habilidades e competências, por meio de modelos e ferramentas comprovados cientificamente.
Os participantes recebem uma bolsa mensal de até R$ 12 mil para que possam se dedicar com exclusividade à formação. Para seguir no projeto até julho, prazo final do curso, os bolsistas terão de cumprir carga horária mínima de 200 horas e ter 80% de aprovação das avaliações feitas ao longo do semestre, além de seguirem alinhados com o propósito do RenovaBR de trabalhar pela ética, democracia e vontade de servir à sociedade.

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ADI/ ES

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Associação reivindica direitos de pessoas com Down

Cerca de 300 mil pessoas no Brasil são portadoras da Síndrome de Down, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mundo, a incidência estimada é de um entre mil nascidos vivos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para falar sobre direitos e acesso a tratamentos, a Comissão de Saúde recebeu, nesta terça-feira (5), a presidente da Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Síndrome de Down do Espírito Santo (Vitória Down), Lisley Sophia Nunes.

Dentre os maiores problemas apontados pela convidada está a alta demanda por cirurgias cardíacas. “O grande desafio que nós temos é a cirurgia cardíaca. Esse é um pedido que a gente vem fazer, porque 50% a 60% dos bebês (com a trissomia 21) nascem com cardiopatias congênitas graves. A gente tem poucos profissionais aqui no estado que são aptos a fazer a cirurgia e a gente tem um pós-cirúrgico que merece atenção”, afirmou.

Judicialização

A judicialização acaba muitas vezes sendo o caminho procurado pela família para garantir o acesso aos direitos da criança. “O que acontece muitas vezes? A gente tem que judicializar o pedido das famílias para garantir a cirurgia. A gente tem uma perda de bebês muito grande. Muitos vão a óbito porque eles não conseguem fazer a cirurgia em tempo hábil. E é comprovado que, quanto antes fizer, mais sucesso terá, e a gente sabe que terá uma vida normal dali pra frente”, argumentou.

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Álbum de fotos da reunião

Diagnóstico

A convidada também apontou como demanda a melhora no diagnóstico da síndrome, que é feito por meio de um exame chamado cariótipo, que serve para verificar a quantidade e a qualidade dos cromossomos. “Por um tempo o Estado deixou de fazer e, sem a confirmação da Síndrome de Down, as famílias não conseguem acessar os direitos”, lamentou.

“Então ela fica com uma suspeita nos braços, ela anda com uma suspeita que é o filho, ela não sabe o que é Síndrome de Down, não sabe por onde começar porque não tem a garantia do exame e os médicos não fazem o diagnóstico clinicamente. Então a gente precisa que o Estado garanta o cariótipo para as crianças”, complementou.

Anticorpo

Outro pedido é a disponibilização de um anticorpo chamado palivizumabe. O imunizante é capaz de prevenir uma série de doenças respiratórias, como o vírus sincicial respiratório (VSR). “Hoje quem tem acesso a esse medicamento são apenas bebês com cardiopatias ou que nascem antes do tempo (prematuros). Então a gente pede que seja disponibilizado para todos bebês com a Síndrome de Down, dada toda essa dificuldade que eles têm e esse propensão a doenças respiratórias”, enfatizou.

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Pós-operatório

O deputado e médico Dr. Emílio Mameri (PSDB) concordou com as demandas apresentadas pela convidada e chamou a atenção para os cuidados pós-operatórios. “Nós temos aqui uma equipe boa de cirurgia cardíaca, mas precisamos aumentar. O que eu observei quando estive na Benificência Portuguesa, em São Paulo, é que é fundamental aprimorarmos o nosso pós-operatório”, avaliou. 

“No procedimento cirúrgico nós temos médicos capazes, competentes, que têm condições de fazer esses procedimentos com a mesma qualificação dos profissionais de São Paulo. Entretanto, o que nós não temos, e isso é o diferencial, são equipes de pós-operatório que possam acompanhar esses pacientes, avaliar detalhes pequenos, mas que são muito importantes e que, infelizmente, na maior parte das vezes, são a causa dos nossos óbitos em pacientes operados”, concluiu o parlamentar.

Fonte: Assembléia Legislativa do ES

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