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Ackilla Nayhara Vechi - ES1.com.br

O não alcançado – poema escrito pela gabrielense Ackilla Nayhara Vechi

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Foto: Pixabay

O não alcançado

Um quase afeto.

Um quase afago.

Um quase: “eu te quero”, ou um quase: “só estou desesperado”.

Um quase amor.

Um quase laço, super bem feito e muito entrelaçado.

Um quase interesse latente, que como uma serpente, serpenteou e foi embora.

Uma quase dor de um amor que sequer começou.

Uma ligeira superação de uma quase emoção que não vingou.

Um quase abraço apertado e bem dado, com gosto de lar para repousar e se possível até morar.

Um quase perfeito caminho que nos direcionava para as estrelas, mesmo estando com os pés firmados ao chão.

Um quase acordo de sentimentos mútuos que se estabeleceria assim que nossos olhares se cruzassem.

Um quase descompasso do coração ao sentir a sua presença, sua aproximação inconfundível entre os demais.

Um quase cumprimento tão cheio de vida, que faria florescer até a mais rara flor em terreno árido e infértil, um verdadeiro substrato da alma.

Certamente uma quase história bem vivida, colorida e rica em detalhes de paixão.

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Certamente o quase ficou bem no meio de ambos, quase mesmo seria a tragédia que se desenrolaria nas cenas dos capítulos que quase existiram.

Quase uma decisão, quase uma brutal paixão.

Quase uma escolha, escolha essa que foi feita e a seguir desperdiçada, e mais a seguir ainda renunciada.

Não é prudente se contentar com pouco, com aquilo que não se faz esforço e que se desmancha em meio as falas contraditórias.

Certamente se houve um quase em sua vida, significa que você se encontra na encruzilhada da dúvida e certeza ao mesmo tempo.

É chegada a hora de fazer escolhas, trazer convicções a esse coração.

Não tenha medo de frear o que não te serve e não te cabe mais, vista-se de coragem.

Perdoe e deixe ir essas quase memórias.

Liberte esse grito amordaçado, entalado na garganta.

Apenas vou partir em busca dos melhores caminhos, nada poderá me impedir.

Pois seu olhar já não me causa mais emoção, apenas estranhamento, é como um véu pintado de preto feito venda para cobrir meus olhos, de maneira que a luz jamais atravesse.

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Entre os fragmentos de alegrias e tristezas,

Angústias e euforia,

Vitórias e derrotas, eu escolho entregar tudo ao vento.

Para dar lugar ao alento, e cicatrizar feridas persistentes.

Aproximar.

Acreditar.

Ressignificar.

Ainda são ações que funcionam em uma alma rasurada como a que vos fala.

Só fique atento, e não ansioso.

Pois é com bom gosto que apreciamos a arte de amar e ser amado.

Autora: Ackilla Nayhara Vechi (Gabrielense)

E-mail: [email protected]

Tel.: 27 99512-2802

Ackilla Nayhara Vechi - ES1.com.br

Recomeçar – poema escrito pela gabrielense Ackilla Nayhara Vechi

Recomeçar  

O que ficará para trás? Seremos capazes de nos desprender dos velhos hábitos? Quais vestígios permanecerão em nossa lembrança, os bons ou os ruins?

Deixaremos essa bagagem na estação sem olhar para trás, ou vamos carregar esse peso desnecessário por remorso, ou puro medo do desapego.

Apagam-se as luzes para que um novo espetáculo se inicie, e ao acendê-las é preciso que vibremos intensamente para que o novo se faça presente, trazendo cores, nuances e tonalidades a nossa vida, é como ter nova tinta e tela em branco para pincelar, como uma segunda chance.

Sente-se perdido?

Saiba que o medo muitas vezes é irreal, não perca seu chão, busque recriar seu lar dentro de si próprio.

Agora é hora de alinhar sonhos e pensamentos mesmo que por de trás de todo sofrimento, faça a escolha consciente, deixando em maior evidência aquela intuição que nos acompanha em contextos decisivos.

O momento atual nos convida a essa reflexão, pois traz uma atmosfera de amor e união, paz e perdão, nascimento e doação.

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Que a magia dos abraços sinceros encantem os que forem apreciados com tal gesto, que a surpresa dos sorrisos espontâneos venham como uma onda forte e avassaladora.

Deixemos no passado o que não cabe mais, aquilo que nos acorrenta invisivelmente minando o prazer de ser alegre e contagiante, que a única coisa que se propague seja a vontade de viver uma vida com alguns riscos, mas sem o medo dos próximos passos.

Existem muitas luzes e brilho pelas ruas, tudo devidamente enfeitado para receber e transmitir a magia do Natal, hora de celebrar e agradecer pela vida do menino Jesus, que este possa semear a paz e a gratidão dentro do coração de cada um de nós.

Autora: Ackilla Nayhara Vechi (Gabrielense)

E-mail: [email protected]

Tel.: 27 99512-2802

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