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Número de usuários de planos de saúde subiu mais de 1 milhão em um ano

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© Arquivo/Agência Brasil


Os planos de saúde médico-hospitalares registraram, entre abril de 2020 e abril de 2021, um incremento de 1,05 milhão no total de usuários no país. Trata-se de um avanço de 2,2% no período.

Com esse crescimento, o Brasil alcançou 48,1 milhões de usuários. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), é o maior número registrado desde julho de 2016. Atualmente, 737 operadoras estão em atividade e cerca de 19 mil planos estão ativos.

Os dados constam em informe da ANS divulgado hoje (7), com os números do setor relativos à abril. As informações completas também estão disponíveis na sala de situação, ferramenta de consulta atrelada ao portal da instituição.

Em números absolutos, os maiores ganhos de beneficiários foram registrados nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Considerando apenas o mês de abril, houve um incremento de 150,6 mil usuários em todo o país na comparação com março.

Também foi registrado avanço na cobertura de planos exclusivamente odontológicos. Entre abril de 2020 e abril de 2021, houve um crescimento de 7,5%. O número atual de beneficiários desses planos é de 27,6 milhões.

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Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Distrito Federal volta a exigir máscaras em locais abertos


O governo do Distrito Federal (GDF) voltou a exigir uso de máscaras de proteção facial em locais abertos para tentar frear a explosão de casos de covid-19.

As máscaras tornaram-se de novo obrigatórias em espaços públicos e qualquer local ao ar livre, como vias públicas, parques e áreas de uso comum em condomínios na capital federal. A exigência também é válida para transportes públicos, estabelecimentos comerciais e indústrias.

Apenas atletas e árbitros poderão ficar sem máscara durante jogos, além de vocalistas e pessoas que toquem instrumentos musicais de sopro em apresentações ao vivo.

Outro decreto do GDF retomou medidas mais rígidas de restrição e distanciamento em estabelecimentos de culturais e de entretenimento, como bares, restaurantes, boates e casas noturnas.

A norma proibiu aglomerações nesses estabelecimentos, como pistas de dança. O GDF já havia vedado eventos públicos e privados com a cobrança de ingresso.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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