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Novo Aeroporto de Vitória é inaugurado

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O novo aeroporto de Vitória foi inaugurado na manhã desta quinta-feira (29) com estrutura para receber mais 5 milhões de passageiros por ano. A ampliação, que exigiu investimentos de R$ 523,5 milhões, marca a história do desenvolvimento capixaba, que ganha um grande investimento para o transporte, compatível com a economia do Espírito Santo. 

A ampliação do aeroporto beneficiará passageiros, com o aumento do número de voos, maior segurança e conforto; terá impacto no turismo, inclusive com rotas internacionais; e irá melhorar o nosso transporte de cargas, nos tornando mais competitivos.

“Hoje estamos nos conectando e nos colocando no mapa do Brasil. O povo capixaba está com sua autoestima lá em cima. Além da importância turística, esse novo aeroporto será muito importante para o desenvolvimento logístico do Estado. Tudo isso, resultado de trabalho coletivo do governo do Estado, prefeitos, bancada federal e presidência da república”, ressaltou o vice-governador, Cesar Colnago, durante o seu discurso.

Colnago aproveitou a ocasião para pedir o empenho do Governo Federal para priorizar obras importantes para o desenvolvimento do Estado. “No momento em que se discute a renovação da concessão da Vale da EFVM, é importante destacar que essa ferrovia é aqui no Espírito Santo. Por isso, aproveito a oportunidade para pedir que a contrapartida seja aplicada também aqui no Estado, no nosso Porto Central e no ramal ferroviário da Grande Vitória até a região sul capixaba. Além disso, um outro gargalo importante precisa da atenção do nosso presidente: a duplicação da BR262 para, de uma vez por todas, desembaraçar e desenvolver o problema logístico do Espírito Santo”.

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Michel Temer disse que irá se empenhar nas duas questões. “Vou agilizar todos os estudos e medidas para o ramal ferroviário e me empenhar no caso da BR 262”, disse o presidente, parabenizando todos os envolvidos para a conclusão das obras o aeroporto.

O que muda

A ampliação do Aeroporto de Vitória, uma obra federal, elevará a capacidade de transportar passageiros/ano de 3,3 milhões para 8,4 milhões. A área do terminal de passageiros será ampliada de 6,2 mil m² para 29,5 mil m² e serão duas pistas para pousos e decolagens: a atual (de 1.750 m de comprimento por 45 m de largura) e outra de 2.058 m de comprimento por 45 m de largura.

Com a inauguração, o aeroporto terá 71 pontos comerciais e elevará a quantidade de vagas de estacionamento de 592 para 1,7 mil. A nova estrutura também contará com 6 pontes de embarque, e 31 balcões de check-in (hoje são 25), 8 elevadores e 3 escadas rolantes.
A viação Avianca já anunciou que realizará dois novos voos, para São Paulo, no Aeroporto de Vitória.

Posto de atendimento turístico

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Para atender turistas e visitantes, a Secretaria Estadual de Turismo estará presente no novo terminal com o posto de informações turísticas, com recepcionistas bilíngues qualificados para orientar quem passar por lá.
“A ampliação do aeroporto vai refletir positivamente no turismo no Espírito Santo. Com a capacidade para receber mais pessoas por ano, abre-se um mercado cheio de possibilidades para o setor: aumento de voos, maior demanda por passeios no estado ou por hospedagem, novos serviços e produtos, entre outros”, destacou o secretário estadual de Turismo, Nerleo Caus.


camera_enhance (Crédito: Secom/ES)



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Bacia do Rio Santa Maria recebe mais de R$35 milhões para restauração florestal

Investimento contempla mais de mil hectares em três municípios do Espírito Santo, outros R$135 milhões foram destinados a Baixo Guandu

A bacia do rio Santa Maria do Doce receberá mais de R$35 milhões para ações de restauração florestal em cerca de mil hectares nos municípios capixabas de Colatina, São Roque do Canaã e Santa Teresa. O investimento previsto, via editais, é destinado à contratação de serviços técnicos, científicos e operacionais.

O diretor-presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, assinou no dia 2 de junho, em Colatina, o Termo de Compromisso que garante o repasse dos recursos. O evento contou com representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Rio Santa Maria do Doce e do Rio Doce e do poder público estadual e municipal.

Total de investimentos

Ao todo, a Fundação Renova vai investir, por meio de editais, cerca de R$540 milhões para promover a restauração florestal de, aproximadamente, 16 mil hectares.

Segundo Andre de Freitas, cerca de R$106 milhões serão destinados à recuperação de 420 nascentes e 2,8 mil hectares que, além da bacia do rio Santa Maria do Doce (ES), incluem as bacias do rio Piranga (MG) e Corrente Grande (MG). “Em maio, firmamos o investimento de R$135 milhões na restauração florestal em 5 mil hectares da bacia do rio Guandu, no Espírito Santo. Agora, anunciamos esse repasse que beneficiará diretamente mais três municípios capixabas”, afirma.

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Esses valores fazem parte do montante de R$1,7 bilhão, que será empregado no cumprimento de parte da meta socioambiental de recuperar 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Recarga Hídrica (ARH), e de 5 mil nascentes ao longo de dez anos.

Editais

A Fundação Renova mantém contratos com 12 parceiros para restauração florestal de 15.500 hectares. Ao oferecer serviços técnicos, científicos e operacionais, as empresas ou consórcios contratados se tornam responsáveis pela execução das ações estabelecidas pelo Programa de Recuperação de APPs e Áreas de Recarga da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e Programa de Recuperação de Nascentes.

Produtores rurais

Além dos editais de contratação de fornecedores, a Fundação Renova mantém um edital permanente para produtores e proprietários rurais de 66 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Edital de Adesão de Produtores Rurais aos Programas de Restauração Florestal é voltado para quem deseja colaborar com o processo de restauração florestal em APPs, ARHs e nascentes em suas propriedades. Até maio mais de 1.600 inscrições haviam sido feitas, totalizando uma área de aproximadamente 23 mil hectares autodeclarados.

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Segundo o coordenador de Restauração Florestal, José Almir Jacomelli, a Fundação Renova fornece os insumos necessários para o cercamento das áreas com projetos de restauração florestal, manutenção, assistência técnica operacional e apoio na inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “O produtor rural fica responsável por manter a área protegida, podendo executar o cercamento e mantê-lo por um prazo de cinco anos, bem como optar ou não pela execução das práticas de restauração florestal”, destaca.

Fonte: Fundação Renova

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