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Novo Aeroporto de Vitória contará com hangar para prestação de serviços à população

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O Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTaer) ganhará uma base operacional integrada e com infraestrutura modernizada e ampliada. O novo hangar será construído no novo aeroporto de Vitória e as cinco aeronaves passarão a operar no coração da aviação capixaba. A nova sede será totalmente integrada ao CIODES (Centro Integrado Operacional de Defesa Social), onde já se concentra a coordenação operacional das Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), Guarda Municipal e Polícia Rodoviária Federal.
Com modelo operacional integrado na aviação, a gestão capixaba é reconhecida em todo o país pela otimização de recursos, aliando redução de gastos com logística e pessoal à maior agilidade no atendimento emergencial à população. Com a nova base, ampliada e contando com as mais modernas tecnologias construtivas e no setor de operação e manutenção aéreas, as instituições que contam com o apoio do NOTaer na prestação de serviço aos capixabas terão rápido deslocamento dos helicópteros nos casos de operações policiais, transporte de órgãos humanos para transplante, resgates aquáticos e em locais de difícil acesso e remoção aeromédica em caso de acidentes e emergências médicas, além de combate a incêndios e fiscalização ambiental e de trânsito. Para possibilitar tal versatilidade, as seis aeronaves possuem características multimissão, podendo ser configuradas e empregadas nas mais variadas atividades.
O local também será utilizado para receber autoridades que visitam o Estado.
De acordo com o coronel PM Daltro Ferrari, Secretário Chefe da Casa Militar e responsável pelo NOTaer, o novo hangar é um sonho e um equipamento que vai oportunizar atendimento ainda mais eficaz aos capixabas. “Toda a equipe e as aeronaves vão dividir o mesmo espaço. Treinamentos, manutenções e o sistema operacional e de comunicação estarão no mesmo local. Isso vai garantir plena integração e resposta ainda mais rápida às demandas”, afirmou.
O secretário chefe da Casa Militar ressalta ainda que a nova estrutura é um avanço na contra prestação de serviço. “A melhoria da estrutura da aviação é mais uma ação do Governo do Estado na melhoria dos serviços de Segurança Pública e Defesa Social prestados ao povo espiritossantense”, completou.
Desde 1992 atuando em defesa do capixaba, a aviação estadual é composta e integra as três principais instituições do sistema de Segurança Pública e Defesa Civil (Polícias Militar e Civil e Corpo de Bombeiros Militar), por meio do NOTaer. Diariamente, os pilotos e tripulantes operacionais do NOTAer conduzem as aeronaves nas mais diversas ações que necessitem da participação de helicópteros, tornando a presença dos Hárpias parte do dia a dia do povo capixaba e dos turistas que nos visitam.
A nova base foi viabilizada por meio de uma parceria com a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária). A construção das novas instalações no novo Aeroporto tem previsão de ser concluída no primeiro semestre de 2019.

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Governo ES

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Bacia do Rio Santa Maria recebe mais de R$35 milhões para restauração florestal

Investimento contempla mais de mil hectares em três municípios do Espírito Santo, outros R$135 milhões foram destinados a Baixo Guandu

A bacia do rio Santa Maria do Doce receberá mais de R$35 milhões para ações de restauração florestal em cerca de mil hectares nos municípios capixabas de Colatina, São Roque do Canaã e Santa Teresa. O investimento previsto, via editais, é destinado à contratação de serviços técnicos, científicos e operacionais.

O diretor-presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, assinou no dia 2 de junho, em Colatina, o Termo de Compromisso que garante o repasse dos recursos. O evento contou com representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Rio Santa Maria do Doce e do Rio Doce e do poder público estadual e municipal.

Total de investimentos

Ao todo, a Fundação Renova vai investir, por meio de editais, cerca de R$540 milhões para promover a restauração florestal de, aproximadamente, 16 mil hectares.

Segundo Andre de Freitas, cerca de R$106 milhões serão destinados à recuperação de 420 nascentes e 2,8 mil hectares que, além da bacia do rio Santa Maria do Doce (ES), incluem as bacias do rio Piranga (MG) e Corrente Grande (MG). “Em maio, firmamos o investimento de R$135 milhões na restauração florestal em 5 mil hectares da bacia do rio Guandu, no Espírito Santo. Agora, anunciamos esse repasse que beneficiará diretamente mais três municípios capixabas”, afirma.

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Esses valores fazem parte do montante de R$1,7 bilhão, que será empregado no cumprimento de parte da meta socioambiental de recuperar 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Recarga Hídrica (ARH), e de 5 mil nascentes ao longo de dez anos.

Editais

A Fundação Renova mantém contratos com 12 parceiros para restauração florestal de 15.500 hectares. Ao oferecer serviços técnicos, científicos e operacionais, as empresas ou consórcios contratados se tornam responsáveis pela execução das ações estabelecidas pelo Programa de Recuperação de APPs e Áreas de Recarga da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e Programa de Recuperação de Nascentes.

Produtores rurais

Além dos editais de contratação de fornecedores, a Fundação Renova mantém um edital permanente para produtores e proprietários rurais de 66 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Edital de Adesão de Produtores Rurais aos Programas de Restauração Florestal é voltado para quem deseja colaborar com o processo de restauração florestal em APPs, ARHs e nascentes em suas propriedades. Até maio mais de 1.600 inscrições haviam sido feitas, totalizando uma área de aproximadamente 23 mil hectares autodeclarados.

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Segundo o coordenador de Restauração Florestal, José Almir Jacomelli, a Fundação Renova fornece os insumos necessários para o cercamento das áreas com projetos de restauração florestal, manutenção, assistência técnica operacional e apoio na inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “O produtor rural fica responsável por manter a área protegida, podendo executar o cercamento e mantê-lo por um prazo de cinco anos, bem como optar ou não pela execução das práticas de restauração florestal”, destaca.

Fonte: Fundação Renova

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